Free Web Counters
Netflix

mundo
Todas as coisas têm o seu mistério
e a poesia
é o mistério de todas as coisas

Federico García Lorca

Sendo este um BLOG DE MARÉS, a inconstância delas reflectirá a intranquilidade do mundo.
Ficar-nos-á este imperativo de respirar o ar em grandes golfadas.



noites com poemas 2

noites com poemas

MAR DE
POEMAS
DE MAR

Antero de Quental

António Gedeão

António Nobre

António Ramos Rosa

David Mourão-Ferreira

Fernando Pessoa (Mensagem)

Florbela Espanca

Joaquim Pessoa

Jorge Casimiro

Jorge Castro

José Gomes Ferreira

José Jorge Letria

José Régio

Miguel Torga

Natália Correia

Sophia de Mello Breyner Andresen

PERCURSOS EM CASCAIS - um mar de escritas
20 de Dezembro de 2008, Biblioteca Munic. S. Domingos de Rana

(VER FOTOGRAFIAS)

22 OLHARES SOBRE 12 PALAVRAS
05 de Dezembro de 2008, Lisboa - Livraria Barata

(VER FOTOGRAFIAS)

X ENCONTRA A FUNDA
23 de Novembro de 2008, Caldas da Rainha - Óbidos - Vau - Guisado

(VER FOTOGRAFIAS)

22 OLHARES SOBRE 12 PALAVRAS
22 de Novembro de 2008, Porto - Palacete Viscondes de Balsemão

(VER FOTOGRAFIAS)

IX ENCONTRA-A-FUNDA
28 e 29 de Junho de 2008, Coimbra

(VER FOTOGRAFIAS)

FARÂNDOLA DO SOLSTÍCIO - lançamento do livro
Fotos de Lourdes Calmeiro e de Alexandre Castro
31 de Maio de 2008, no Museu da Electricidade - Lisboa

(VER FOTOGRAFIAS)

POEMAS DE MENAGEM - lançamento do livro
Fotos de Lourdes Calmeiro e de Alexandre Castro
15 de Março de 2008, na Junta de Freguesia de Carcavelos

(VER FOTOGRAFIAS)

VII ENCONTRA A FUNDA
Caria e Sortelha
23 e 24 de Junho de 2007

(VER FOTOGRAFIAS)

A SENHORA DE OFIÚSA
Recinto megalítico dos Almendres
10 de Novembro de 2007

(VER FOTOGRAFIAS)

VII ENCONTRA A FUNDA
Caria e Sortelha
23 e 24 de Junho de 2007

(VER FOTOGRAFIAS)

OS CONVIVAS DO COSTUME - Encontro de Blogs
Parede (Cascais)
14 de Abril de 2007

(VER FOTOGRAFIAS)

VI ENCONTRA A FUNDA
Setúbal
18 e 19 de Novembro

(VER FOTOGRAFIAS)

HAVIA TRIGO
Miranda do Douro
05, 06 e 07 de Outubro de 2006

(VER FOTOGRAFIAS)

V ENCONTRA A FUNDA
Porto - Vila Nova de Gaia
23,24 e 25 de Junho de 2006

(VER FOTOGRAFIAS)

Encontro
do LETRAS COM GARFOS
Vila Nova de Gaia
17 de Junho de 2006

(VER FOTOGRAFIAS)

Encontro
A POESIA NOS BLOGS
Santarém
4 de Março de 2006

(VER FOTOGRAFIAS)

Abril 29, 2005

José Afonso - Convite

Hoje mesmo, lá pelas 21h30, quem puder que dê um salto até ao Teatro da Rainha, nas Caldas da dita, para assistir a uma sessão de poesia evocativa do
José Afonso.
Para além da participação de elementos da Associação 25 de Abril
e de poetas das Caldas,
parte substancial do grupo que se encontra regularmente em redor da poesia,
na Livraria Ler Devagar, pelo Bairro Alto, em Lisboa,
também por lá andará.
Aparece, amigo. A entrada é livre...
E - nem é preciso dizer - traz outro amigo, também.

Afixado por: OrCa / 00:48


Abril 28, 2005

de Miguel Torga - "Fábula da Fábula"




Era uma vez
Uma fábula famosa,
Alimentícia
E moralizadora,
Que, em verso e prosa,
Toda a gente
Inteligente,
Prudente
E sabedora
Repetia
Aos filhos,
Aos netos
E aos bisnetos.
À base de insectos,
De que não vale a pena fixar o nome,
A fábula garantia
Que quem cantava
Morria
De fome.
E, realmente...
Simplesmente,
Enquanto a fábula contava,
Um demónio secreto segredava
Ao ouvido secreto
De cada criatura
Que quem não cantava


Morria de fartura.



fotos de Jorge Castro, no Parque dos Poetas - Oeiras

Afixado por: OrCa / 00:48


Abril 25, 2005

Publicidade


- Cartaz de Vieira da Silva - "A Poesia Está Na Rua"

É Abril, meus Amigos!

Tempo de se dar as mãos. De se redescobrir a vida. De se abraçar este chão.
Tempo de ser solidário.

De abraçar também a vida, peito aberto ao nosso irmão.

Afixado por: OrCa / 08:12


Abril 21, 2005

O Tomás já nasceu! Viva a Vida!



O Tomás nasceu! Andou uns tempos por dentro dos seus pais, a Rita e o Rui, mas agora já é gente com voz própria de se fazer ouvir.

Na mensagem que me enviou, o pai Rui disse-me algo de muito belo, que quero partilhar convosco, à felicidade do Tomás:

O Tomás é pequenino.
Mas é um grande lutador.
Nasceu hoje.
21 do 4.º mês
Trinta e três minutos depois da meia-noite.
E tem a Terra para herdar.
Um peso grande para quem tem apenas 2,675 kg.
Há quem diga que é "Touro".
Eu digo que é meu.
E a Rita também.
No fundo, no fundo, sei que não é meu.
No fundo, no fundo, é de quem gostar dele.
E eu gosto de vos contar que ele nasceu.
E no colostro da Rita
E no toque da mão
E na festa sentida
E no beijo tentado
É leve a frágil brutalidade
E brutal a força da fragilidade
O Tomás nasceu
E eu também
Amanhã os búzios vão trazer-me um outro mar
Que nunca tinha escutado até aí.
Ouvirei, então, que
Menino...
Sou eu

Para os três, os votos das maiores venturas, do OrCa e família.


Afixado por: OrCa / 23:28




de Vitorino Nemésio, "Cão Atómico"


1.


Este cão tem folhas nas orelhas,
Com quatro talos:
Mas o que este cão devia ter era calos,
E só tem olhos e ossos
E morrinha num dente!
Mas, meu Deus, este cão
Quase o diria meu irmão:
Parece gente!
2.

Este cão é redondo. Está deitado,
Rosna com gengivas de uivo.
Dizem-me que foi lobo,
Mas perdeu a alcateia
Como os homens perderam a Razão,
Que hoje serve de osso ao cão
Escapou ao cogumelo nuclear,
E por essa razão se foi deitar.



fotos de Jorge Castro, no Parque dos Poetas - Oeiras

Afixado por: OrCa / 22:08




de José Gomes Ferreira, "Comício"


Oh! esta comoção
de me sentir sozinho
no meio da multidão
- a ouvir o meu coração
no peito do vizinho.
Oh! esta solidão
quente como a camaradagem do vinho!


fotos de Jorge Castro, no Parque dos Poetas - Oeiras

Afixado por: OrCa / 00:17


Abril 19, 2005

Sugestão: Maratona de Poesia, em Sintra

Dias 22 e 23 de Abril, na Biblioteca de Sintra (perto da estação do comboio). Entrada livre.

O grupo da Poesia Vadia da Ler Devagar terá por lá um painel,
no dia 23 (sábado), a partir das 21 horas.

Haverá, decerto, poemas para todos os gostos e sem anestesia.

Não querem aparecer?

Afixado por: OrCa / 23:55


Abril 18, 2005

Até sempre, Jorge Diogo.





Outro Amigo que partiu, quase sem avisar, deixando dele a memória e a vontade de publicar um livro que terá escrito milhares de vezes...

Nesse livro - estou certo - haveria verdes campos, gritados por rubras e acetinadas papoilas.



Ao despedir-me dele, no cipreste junto ao qual se lançam as flores do adeus, com angústia, remorso e muita pena por nós próprios, à altura do ombro, descobri, inusitado, um ninho de verdelhão.


Insólito lugar para se construir ninho, tão ao alcance do homem e tão perto do local onde a morte dorme... E, ainda assim, a mãe verdelhão achou ser aquele o local certo para a Vida que, indómita ou invencível, não abandonou nem quando a minha curiosidade o devassou.



Ali pelos Olivais, aquela mãe recordou-nos o ciclo da Vida. E lágrimas houve que se transformaram em sorrisos.


Fotos de Jorge Castro

Afixado por: OrCa / 19:42


Abril 16, 2005

Cântico em Branco ou o Monólogo do Santeiro

- litania inspirada por personalidade política acima de qualquer suspeita...

então
é assim
pronto...
e por fim
de mim
já não sei por onde vou
e pior
onde é que eu estou
mas vou andar por aí
isso é que vou
isso é que eu sei
isso é que eu sou
nem sei se estou
ou se não
se sou
se sim ou se não
se talvez
ou talvez não
se sou isso
ou nem por isso
não sei se era uma vez
não sei se sou quem tu vês
senão um outro
talvez
nem sei se és
o que eu sou
o que eu fui
o que serei
não sei por onde andarei
sei apenas que não sei
vou
sem saber porque vou
por me dizerem de lá
que lá estou
e não cá
onde me parece estar
mas vejo que já não estou
sei tanto que já nem sei
por onde ir
ou se irei
se ficar
ou se partir
se me quedar
ou fugir
talvez partir
talvez não
e
pronto
é assim
então
fico p’r’àqui
junto ao chão
a querer voar
ou então não
porque fui um dia rei
e no outro sou plebeu
amanhã sábio serei
ou serei talvez sandeu
e sem saber aonde ir
apenas sei que irei
passar a vida a andar
a cirandar por aí
e pelo sim
pelo não
um dia logo verei
aonde este ir me levou
ou se de tanto rodar
sem deste lugar sair
não acabei por ficar
sem saber onde é que estou.


- Jorge Castro

Afixado por: OrCa / 17:22


Abril 12, 2005

CONVITE - Poesia Vadia


No próximo dia 15 (sexta-feira), pelas 18h30,

na Sociedade Portuguesa de Autores
(Rua Duque de Loulé, em Lisboa),

terá lugar uma sessão de
Poesia Vadia.

Este vosso amigo lá estará, a par com uma mão cheia de companheiros que,
há cerca de quatro anos, mantêm acesa uma chama poética
na Livraria Ler Devagar, no Bairro Alto,
quinzenalmente, às quartas-feiras.

Dir-se-á poesia e nada mais.

Trata-se de um caso de teimosia por amor, sem “camisolas”, sem regras e sem outro valor envolvido que não seja o da partilha.

Desta actividade pequena, mas constante e determinada,
vão-se ouvindo ecos no burgo...
Parece chegada a hora de exportarmos o modelo.

Conto convosco para testemunharem o evento e, até, participarem, se algum
bichinho álacre e sedento de focinho ponteagudo
vos estimular com mais intensidade.


Afixado por: OrCa / 22:41


Abril 11, 2005

Ex-Libris da Tugosfera

O Amigo Finúrias do Blog do Cagalhoum achou por bem implicar-me nesta corrente de divulgação de opções literárias pelo mundo lusitano dos blogs. Porque não se deve defraudar quem assim nos estima, cá estou a corresponder:

Não podendo sair do Fahrenheit 451, que livro quererias ser?
Talvez “Um Estranho Numa Terra Estranha”, de Robert A. Einlein. Com tanta coisa esquisita à minha volta, estou inclinado a sentir-me extraterrestre...

Já alguma vez ficaste apanhadinha(o) por um personagem de ficção?
Não. Já simpatizei com muitos e descobri cumplicidades noutros tantos. Mas apanhadinho, nem por isso.

Qual foi o último livro que compraste?
Foram três, de uma assentada: “Memórias Das Minhas Putas Tristes”, de Gabriel Garcia Marquez (Ed. Dom Quixote); “De Palavra Em Punho – Antologia Poética da Resistência”, organização e apresentação de José Fanha (Ed. Campo das Letras); “B.I. da Criação do Mundo”, de Natália Constâncio (Ed. Apenas Livros).

Qual o último livro que leste?
"Guia Para Os Perplexos", de Gilad Atzmon. “Uma história obscuramente cómica sobre a Israel contemporânea e o colapso do ideal democrático ocidental”, como se pode ler na apresentação do mesmo.

Que livros estás a ler?
"Memórias Das Minhas Putas Tristes", já referido; “No Interior Da Tua Ausência”, de Baptista-Bastos... e para aí uns cinquenta e tal livros de poesia portuguesa, que seria fastidioso enumerar.

Que livros (5) levarias para uma ilha deserta?
1- O Dicionário Houaiss, porque teria tempo para o ler e poderia ser útil, na circunstância
2- “Os Lusíadas”, de Luís de Camões, para praticar rimas, ritmos e conceitos
3- A obra completa de Eça de Queirós, para não me esquecer da riqueza complexa e bela do português
4- “O Livro Em Branco”, para poder escrever nele
5- A lista das Páginas Amarelas, utilíssimas para fazer fogo e outras miudezas quotidianas.

A quem vais passar este testemunho (três pessoas) e porquê?
1 - À Lique, porque sim,
2 – Ao ZecaTelhado, porque também,
3 – À São Rosas, para a desgraça...

e os vencedores são:
Todos e nenhum, que a vida vence-se todos os dias e por todos nós, assim a gente queira.


Obrigado, Finúrias! Já passei a bola...

Afixado por: OrCa / 23:54


Abril 10, 2005

Determinismos


- fotografia de Jorge Castro


Nasço sem saber de horas
E no entanto construo-me no saber do tempo

Choro quase sem ter lágrimas
E no entanto há um mar que habita no meu corpo

Luto quase sem ter forças
E no entanto o mundo todo revigora este meu braço

Amo quase sem saber de amar
E no entanto amo pois de amar me faço

Nasço
Choro
Luto
Amo
Sou feito de assim crescer
Mas ao chegar a derradeira hora
Só morrerei mesmo se tiver de ser.


- Jorge Castro


Afixado por: OrCa / 16:50


Abril 06, 2005

Inquantidade

E destes tantos
Quantos
Se fizeram todos
Que sendo poucos
Cedo
Se fizeram muitos
Porque se uns poucos
Soltos
Se afoitaram tanto
De tão poucos serem
Certo foi
Portanto
Chegarem a tanto
Quanto mais puderam
E dos poucos que eram
De tanto
Fazerem
Pouco a pouco
Os poucos
Muitos
Se tornaram.


- Jorge Castro

Afixado por: OrCa / 19:45




Beati pauperes...

Um homem morreu. Apenas um homem. Chamava-se, como outros homens, Karol Wojtyla.

Talvez seja um Homem, com dimensão maior que tantos outros. Quem sou eu para o avaliar...

E morreu, cumprindo-se um ciclo, tal como acontece com tantos outros homens, seus iguais. Seus iguais e seus irmãos.

Assumiu notáveis e especiais responsabilidades no mundo. A História (dos homens) apurará a valia do seu desempenho.

De tudo o que se possa dizer, uma coisa tenho como certa: o dispêndio nas exéquias fúnebres, para além de uma imensa operação de "marketing" da Igreja Católica, delapidará, por si só, recursos que ajudariam de forma substantiva a combater, por exemplo, o flagelo da fome no mundo. Não?...

Afixado por: OrCa / 16:07


Abril 03, 2005

Efeméride: A Caixa de Pandora - aniversário



Pelo 2 de Abril, rumaram à Floresta
Celebrando de Pandora o aniversário
Quarenta e quatro que fizeram uma festa
Neste tempo que é de festas tão contrário

Dos quarenta e quatro eu era só um
Se eu não fosse seriam quarenta e três
No entanto, como na pesca ao atum
Pouco pesa um, o cardume é que tu vês

E o cardume assentou os arraiais
Em afectos tão suaves qual camurça
E até eu no meio dos comensais
Encontrei uma outra OrCa, esta de Murça!...



Afixado por: OrCa / 14:03


Abril 02, 2005

Mais um motivo de vergonha para a (des)Humanidade

A estilista (?) Fátima Lopes é um animal e como tal não deve ser esfolada, para que a sua pele venha a ornamentar, por exemplo, algum camelo .

Mas merecia porque, ao contrário de outros animais, é um animal estúpido e os animais estúpidos não sobrevivem ao seu desajustamento natural e extinguem-se.

Para se perceber melhor o que fica dito, dêem uma volta, se fazem favor, pelo blog VOZ OBLÍQUA, que se insurge, de uma forma determinada, contra o negócio abjecto das peles de animais... e, pelo caminho, pensem em formas ACTIVAS de contrariar este estado de coisas.

Afixado por: OrCa / 03:06


Abril 01, 2005

Espaço placentário

"Aquela idade em que não tinha o coração magoado..." - Eugénio de Andrade

A dor
Como o amor
Nem lá cabiam
Nem havia ali espaço para a mágoa

O que eu era estava em mim
Porque sim
Porque era assim
E a vida corria, corria

(Nada em mim se encurralava
Em camião militar
Ou esmagado
Por gritos medonhos
Por névoas de fumo sem sonhos
Em manhãs acres de neblinas
Quase roxas de cinzentas)

Não, ali nem nasciam dias
Ou, então, se os havia
Eram dias tão redondos
Aqueles
Como a barriga das minhas pernas
Rechonchudas, esféricas
Pindéricas
Que nem me levavam
Nem se deixavam levar
Aqueles dias
E as pernas e o coração e as mãos
Todos redondos
Rechonchudos, esféricos
Pindéricos
Todo eu dentro de mim
Porque sim
Porque era assim
Que em mim a vida corria

Não se me dava o azul
Nem o verde, o amarelo
E se de súbito acordava
Algum som de consciência
Febril, atenta
Em meu redor só existia
Placenta

Por instante fugaz, quase sem tempo
Eu vivi tão intenso aquele momento
Só meu
Era só eu que ali estava

E era eu
E bastava.

- Jorge Castro

Afixado por: OrCa / 09:00


Arquivo:
Janeiro 2004 Fevereiro 2004 Março 2004 Abril 2004 Maio 2004 Junho 2004 Julho 2004 Agosto 2004 Setembro 2004 Outubro 2004 Novembro 2004 Dezembro 2004 Janeiro 2005 Fevereiro 2005 Março 2005 Abril 2005 Maio 2005 Junho 2005 Julho 2005 Agosto 2005 Setembro 2005 Outubro 2005 Novembro 2005 Dezembro 2005 Janeiro 2006 Fevereiro 2006 Março 2006 Abril 2006 Maio 2006 Junho 2006 Julho 2006 Agosto 2006 Setembro 2006 Outubro 2006 Novembro 2006 Dezembro 2006 Janeiro 2007 Fevereiro 2007 Março 2007 Abril 2007 Maio 2007 Junho 2007 Julho 2007 Agosto 2007 Setembro 2007 Outubro 2007 Novembro 2007 Dezembro 2007 Janeiro 2008 Fevereiro 2008 Março 2008 Abril 2008 Maio 2008 Junho 2008 Julho 2008 Agosto 2008 Setembro 2008 Outubro 2008 Novembro 2008 Dezembro 2008 Janeiro 2009 Fevereiro 2009 Março 2009 Abril 2009 Maio 2009 Junho 2009 Julho 2009 Agosto 2009 Setembro 2009 Outubro 2009 Novembro 2009

This page is powered by Blogger. Isn't yours?Weblog Commenting by HaloScan.com


capa do livro Farândola do Solstício
Obras publicadas
por Jorge Castro

contacto: jc.orca@gmail.com

Colaborador de
logo IELT

Autor em
logo Apenas

Colaborador de
logo Ler Devagar

Correntes de referência:
80 Anos de Zeca
... Até ao fim do mundo!
Aventar
Conversas do Café Grilo
Espaço e Memória - Associação Cultural de Oeiras
Final Cut - o blogue de cinema da Visão
Oeiras Local
Poema Dia

Correntes de proximidade:
A Funda São
Amorizade (Jacky)
A Música das Palavras (Jaime Latino Ferreira)
Anomalias (Morfeu)
Ars Integrata
Ars Litteraria
Ars Poetica 2U
As Causas da Júlia (Júlia Coutinho)
As Minhas Romãs(Paula Raposo)
Belgavista (Pessoana)
Blogimmas
Blogotinha
Bloguices
Câimbras Mentais (AnAndrade)
Carlos Peres Feio
chez maria (maria árvore)
Coisas do Gui
deevaagaar
Fotos de Dionísio Leitão
Garganta do Silêncio (Tiago Moita)
Histórias do mundo (Clara e Miguel)
Isabel Gouveia
Metamorfases
Mudança de Ventos (Márcia Maia)
Mystic's
Nau Catrineta
Pedro Laranjeira
o estado das artes
Parágrafos Inacabados (Raquel Vasconcelos)
O meu sofá amarelo (Alex Gandum)
Persuacção - o blog (Paulo Moura)
Queridas Bibliotecas (José Fanha)
Raims's blog
Relógio de Pêndulo (Herético)
Risocordeluz (Risoleta)
Rui Zink versos livros
Repensando (sei lá...)
sombrasdemim (Clarinda Galante)
Tábua de Marés (Márcia Maia)
Valquírias (Francília Pinheiro)
Vida de Vidro
WebClub (Wind)

Correntes de Ver:
desenhos do dia (João Catarino)
Esboço a Vários Traços

Correntes Auspiciosas:
ABC dos Miúdos
Manifesto-me
Netescrita
Provérbios

Correntes Favoráveis
A P(h)oda das Árvores Ornamentais
Atento (Manuel Gomes)
A Paixão do Cinema
A Razão Tem Sempre Cliente
A Verdade da Mentira
Bettips
Blog do Cagalhoum
Cadeira do Poder
CoeXist (Golfinho)
Congeminações
Crónica De Uma Boa Malandra
Desabafos - Casos Reais
Diário De Um Pintelho
Editorial
Escape da vida...
Espectacológica
Eu e os outros...
Eu sei que vou te amar
Fundação ACPPD
Grilinha
Há vida em Markl
Hammer, SA
Horas Negras
Intervalos (sei lá...)
João Tilly
Lobices
Luminescências
Murcon (de JMVaz)
Nada Ao Acaso
NimbyPolis (Nilson)
O Blog do Alex
O Bosque da Robina
O Jumento
(O Vento Lá Fora)
Outsider (Annie Hall)
Prozacland
O Souselense
O Vizinho
Palavras em Férias
Pastel de Nata (Nuno)
Peciscas
Pelos olhos de Caterina
Primeira Experiência
Publicus
Puta De Vida... Ou Nem Tanto
Santa Cita
The Braganzzzza Mothers
Titas on line
Titas on line 3
Senda Doce
TheOldMan
Traduzir-se... Será Arte?
Um pouco de tudo (Claudia)
Ventosga (João Veiga)
Voz Oblíqua (Rakel)
Zero de Conduta
Zurugoa (bandido original)

Corrente de Escritas:
A Arquitectura das Palavras (Lupus Signatus)
Além de mim (Dulce)
Ana Luar
Anukis
Arde o Azul (Maat)
Ao Longe Os Barcos De Flores (Amélia Pais)
Babushka (Friedrich)
baby lónia
Branco e Preto II (Amita)
Biscates (Circe)
blue shell
Cartas Perdidas (Alexandre Sousa)
Chez Maria (Maria Árvore)
Claque Quente
2 Dedos de Prosa e Poesia
Escarpado (Eagle)
Erotismo na Cidade
Fôlego de um homem (Fernando Tavares)
Há mais marés
Humores (Daniel Aladiah)
Insónia (Henrique Fialho)
Klepsidra (Augusto Dias)
Letras por Letras
Lua de Lobos
Lus@arte (Luí­sa)
Mandalas Poemas
Menina Marota
Novos Voos (Yardbird)
O Eco Das Palavras (Paula Raposo)
Porosidade Etérea (Inês Ramos)
O Sí­tio Do Poema (Licínia Quitério)
Odisseus
Paixão pelo Mar (Sailor Girl)
Palavras de Ursa (Margarida V.)
Palavrejando (M.P.)
Poemas E Estórias De Querer Sonhar
Poesia Portuguesa
Poetizar3 (Alexandre Beanes)
Serena Lua (Aziluth)
Sombrasdemim (Maria Clarinda)
Sopa de Nabos (Firmino Mendes)
T. 4 You (Afrodite)
Uma Cigarra Na Paisagem (Gisela Cañamero)
Xanax (Susanagar)

A Poesia Nos Blogs - equipagem:
A luz do voo (Maria do Céu Costa)
A Páginas Tantas (Raquel)
ante & post
As Causas da Júlia
Cí­rculo de Poesia
Confessionário do Dilbert
Desfolhada (Betty)
Estranhos Dias e Corpo do Delito (TMara)
Extranumerário (GNM)
Fantasias (Teresa David)
Fata Morgana... ou o claro obscuro
Jorge Moreira
MisteriousSpirit (Sofia)
Passionatta (Sandra Feliciano)
Peças soltas de um puzzle
Poemas de Trazer por Casa e Outras Estórias - Parte III
Poesia Viva (Isabel e José António)
Poeta Salutor (J.T. Parreira)
Que bem cheira a maresia (Mar Revolto-Lina)
Sais Minerais (Alexandre)
Silver Soul
Sombra do Deserto (Rui)

Navegações com olhos de ver:
Em linha recta (lmatta)
Fotoescrita
gang00's PhotoBlog
Nitrogénio
Objectiva 3
Pontos-de-Vista
Rain-Maker
O blog da Pimentinha (M.P.)
Passo a Passo
Portfólio Fotográfico (Lia)
Words (Wind)

Já navegámos juntos...
Aliciante (Mad)
A Rádio em Portugal (Jorge G. Silva)
Atalhos e Atilhos
Cu bem bom
Encandescente
Geosapiens
Incomensurável
Isso Agora...
Letras com Garfos (Orlando)
Luz & Sombra
Pandora's Box
Pés Quentinhos
Praça da República em Beja (nikonman)
SirHaiva
Testar a vida
Tuna Meliches

Correntes de Consulta:
Abrupto
A Lâmpada Mágica
Aviz
Blogopédia...
Bloguítica
Contra a Corrente
Contra a Corrente
Conversas de Merda
Cravo e Canela
Do Portugal Profundo
Inépcia
Médico explica medicina a intelectuais
Oficina das Ideias
Portugal No Seu Pior
Professorices
República Digital
Retórica e Persuasão
Ser Português (Ter Que)
You've Got Mail

Correntes interrompidas:
A Nau Catrineta (zecadanau)
Aroma de Mulher (Analluar)
A Voz do Fado!
blog d'apontamentos (Luí­s Ene)
Catedral (ognid)
Cidadão do Mundo
Conversas de Xaxa 2
Cumplicidades (Maria Branco)
Flecha
Fraternidades (Fernando B.)
Ilha dos Mutuns(Batista Filho)
Lazuli (Fernanda Guadalupe)
luz.de.tecto (o5elemento)
Letras ao Acaso
Madrigal - blog de poesia
Mulher dos 50 aos 60 (Lique)
O Mirmidão
O soldadinho de chumbo
Palavras de Algodão (Cris)
podiamsermais (Carlos Feio)
Poemas de Manuel Filipe
Porquinho da Índia (Bertus)
Um Conto à Quinta
Xis Temas (António San)