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mundo
Todas as coisas têm o seu mistério
e a poesia
é o mistério de todas as coisas

Federico García Lorca

Sendo este um BLOG DE MARÉS, a inconstância delas reflectirá a intranquilidade do mundo.
Ficar-nos-á este imperativo de respirar o ar em grandes golfadas.
fevereiro 28, 2010

Myriam Fialho
pintando sem idade

Irá, talvez, já longe 1930. Ou talvez não, consoante o afastamento que quisermos dar às coisas e ao seu tempo.

Certo é que, por essa altura, Myriam Fialho entrou neste mundo com olhos para ver e, como tenho tido oportunidade de confirmar, atenta aos outros sentidos que as coisas podem ter.

Rodeada pelos seus amigos e pela suas obras mais recentes, Myriam recebeu-nos na Livraria Barata, em Lisboa, no passado dia 25 de Fevereiro.

A Minha Alma de Criança - porque a vida é uma história de encantar, tal a sua proposta de breve percurso e encontro de afectos. E nela está contida a alma da exposição.

Tomás Cabral e José Neto abordaram essa intemporalidade dos afectos através de desassombradas perspectivas, também elas predominantes no que a vida ensina, mormente através da partilha de vivências.
Coube, depois, um espaço com poemas, que reflectiram o olhar que sabe ver a paleta infinita da Vida, numa fusão de pintura e poesia que faz sempre todo o sentido, quando queremos dar-nos as mãos.

Francisco José Lampreia, ilustrando com a elegância do capote alentejano a poética popular que recria...

... e a que Estefânia Estevens dá voz (en)cantada, transformaram a exposição num corpo ainda mais vivo, onde as almas de criança encontraram, porventura, outros caminhos de sonho.

Po fim, a boa disposição que as coisas boas da vida nos trazem...

... tão somente porque a vida é uma história de encantar.

A exposição estará patente, na Livraria Barata (Avenida de Roma, em Lisboa) até 16 de Março de 2010.



Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 11:44


fevereiro 26, 2010

quotidiano delirante (3)
- a Madeira sem jardins

Talvez não valha de muito chorar sobre leites derramados. Mas interessa, com certeza, denunciar a mentira e a hipocrisia dos mandantes, a que se alia o carneirismo dos mandados - este sustentado pela ignorância ou pelo «deixa-andar» de inconscientes comodismos, ingredientes do caldo de cultura em que andamos todos atolados. E nem se me dá de laranjas ou de rosas.

Se não for pela memória dos mortos, que seja pela dignificação dos vivos.

Jardim sairá vencedor de mais esta jogada, como sempre, agora ajudado pela complacência criada face ao horror do desastre. Mas interessa saber que o anúncio da desgraça estava feito pelos tais académicos que ele tanto rebaixa, sem aparente contradição, pois que a esta gentinha - fala-se de Jardins e quejandos, claro - o saber sempre incomoda e sempre, também, arranjam artes e manhas de criar convenientes acólitos, especializados em anestesias de opinião.

Como primeiro responsável por aquela região de Portugal, sobre ele recaem as responsabilidades todas de ter sabido e ter ignorado os avisos com aquela sobranceria bacoca e aldrabona que lhe é conhecida e que, agora, após os factos consumados, quer fazer reverter sobre tudo e sobre todos - quem sabe sobre as próprias divindades que regulam as tormentas...

De resto, tudo é óbvio e cristalino. Lá, como cá, não se trata daquilo que está à frente dos olhos, mas apenas de quanto esteja por baixo dos interesses.

Vemos, ouvimos e lemos. Não podemos ignorar. Vejam os vídeos:

http://www.youtube.com/watch?v=aTf0h3nobAs

http://www.youtube.com/watch?v=2EXk-mQQEtY&feature=PlayList&p=046CBAF9547D754A&index=0&playnext=1

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 10:08


fevereiro 24, 2010

epitáfio

adeus Mãe nós cá ficamos
entre a mágoa e o desengano
longe de ti perto estamos
no legado quase insano
de ser em frente que vamos
do teu sangue transmontano

tivemos pressa à chegada
entre as dores de algum gemido
corremos à desfilada
tanta vez sem ter vivido
numa pressa dando em nada
de quanto se houvera querido

e um dia chegada a hora
que se entenda de partida
deixaremos quanto agora
nos parece sem medida
peito aberto estrada fora
percorrida a nossa Vida

vamos então que ao ficar
de nada serve consolo
da vida fique o amar
mesmo o amar como um tolo
mas ter – Mãe – sentido estar
no conforto do teu colo.


- Jorge Castro

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 15:54


fevereiro 20, 2010

A Terra Fria
e o calor humano
- 50 noites com poemas

O autor, David José Silva, tem o primeiro contacto com a obra concluída. Com os seus dezasseis anos, poderemos assumir uma paternidade precoce...

... à qual, uma vez mais e sempre, a Apenas Livros não hesitou em apoiar, dando forma à substância.


No espaço Memória dos Exílios, no Estoril, decorreu - de forma integrada com o lançamento deste primeiro livro de um nóvel poeta - a 50ª sessão das nossas Noites com Poemas, consubstanciadas nas tais 125 horas em redor da poesia, sempre anunciadas em cartazes criados, sessão a sessão, por Alexandre Castro.


Helena Xavier, a nossa anfitriã, a par com Ana Margarida Antunes, deram guarida com as costumeiras cordialidade e cortesia, a esta invasão de heterogéneas personagens...


... ao mesmo tempo que se congratulava, também ela, com um percurso onde convergentes vontades têm originado momentos tão especiais como o foi o lançamento desta primeira obra de David José Silva.


Fernanda Frazão, pela editora Apenas Livros,


O autor, com a intranquilidade do momento sujeitada pelo calor dos afectos, deu de si na sua alocução o que dele conhecemos e que não deixa, por isso de nos surpreender: uma esclarecida e lúcida maturidade.

De seguida, um colar de companheiros de jornada deram a conhecer, de viva voz, a obra em presença, começando pela Maria Francília Pinheiro...

... passando pelos Jograis do Atlântico - Edite Gil e Francisco Félix Machado -... cujo gosto na selecção feita foi idêntico ao meu, conforme me disse o David, mas tiveram a amabilidade de efectuar nova escolha, em meu benefício.

A constância solidária e, também, esclarecida a que o João Baptista Coelho nos habituou, desde os primeiros passos das Noites com Poemas, manifesta pela sua poesia como pela sua atitude, através deste seu abraço ao David... nas tais pontes com que se constrói o futuro.

Até chegar a minha vez, com o apadrinhamento assumido deste autor, David José Silva, e do seu primeiro trabalho. Apadrinhamento que me honra muito mais do que me envaidece. Mas que me traz novos alentos, também.

Puxando a brasa à minha sardinha, tentei estabecer um paralelo por determinações e persistências entre a nossa realidade e a daquele recanto de Portugal onde mergulham as minhas raízes, as terras de Miranda do Douro, reflectidas na preservação de uma língua - o Mirandês - peça cimeira de uma identidade cultural que, diversa embora, contribui decisivamente para o enriquecimento do património nacional.

Não haveria momento mais oportuno para fazer a sua entrada em cena o som da gaita de foles de Miguel Galante, sempre arrebatador, obrigando-nos a esforços de contenção para não saltarmos das cadeiras em celebração...

Clarinda Galante abriu a segunda parte das participações, dando relevo, uma vez mais, à poesia de David...

... seguida por Francisco José Lampreia, com poema de sua autoria, mas com dedicatória ao novo autor e companheiro já de diversas jornadas.

Estefânia Estevens cantou-nos o Sul, como sempre, surpreendendo-nos e encantando, apesar de enormes condicionalismos vocais, ela como o Francisco, frutos da época invernosa que vamos passando. Mas se os houve, não se notaram, tal o empenho...

E, também ela, criou as pontes que uniram o País nesta espécie de abraço.

A sala - e permitam-me o registo em tom maior de orgulho e gratidão - cheia! O David o mereceu e quer os seus colegas de escola, como os seus professores, de mãos dadas com os companheiros dos poemas, responderam presente, contribuindo para que o dia de grande se fizesse maior, sinal que perdurará, decerto, nas boas memórias do jovem autor.


Houve tempo, ainda, e como sempre é nosso apanágio, para dar voz a quem se afoitasse a partilhar a sessão, com o contributo enriquecedor de uma outra visão, de uma outra abordagem, que diversifica, enriquecendo-o, o património genético deste espaço.


Eloisa e Mário Piçarra uniram, uma outra vez, a poesia à música. Mas com o enlevo todo especial de nos terem oferecido inéditos, com que também brindaram o novo autor...


Vindos de um tempo em que a música e as palavras desenvolviam uma cumplicidade criadora, os sons trazidos mostraram que esse tempo é, ainda, hoje.


Depois, num impulso intempestivo, um acto de amizade e muitas emoções, trazido por um colega de escola e da espiral da vida, que trouxe um arrepio à sala tal a dimensão humana do improviso. Só (ou)visto!

E a cúpula, o remate que se quer ponto de partida para novos voos, a sessão de autógrafos. Não teve aí, o autor mãos a medir, que bem lhe avisaram os mais «experientes» que se preparasse para a tendinite...

E aqui eu testemunho, por tantos lançamentos assistidos, que tomara muitos consagrados um tal sucesso de lançamento. Larguíssimas dezenas de autógrafos, a fazerem entrar a sessão pela noite dentro e pelo dia seguinte e promovendo, assim, um intenso convívio entre os circunstantes, definitivo culminar do objectivo a que todos nos propusemos.

A Terra Fria, a que David José Silva soube emprestar calor, envolvendo-nos pelo exemplo.

D'A Terra Fria à Terra-Mãe, como diria Sebastião da Gama, pelo sonho é que vamos!

- fotografias de Lourdes Calmeiro


Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 11:57


fevereiro 16, 2010

50ª Sessão das Noites Com Poemas
125 horas de poesia

Cento e vinte e cinco horas em que nos encontrámos na fruição de um poema - nada mais a dizer para justificar uma sessão especial ou especialmente destacada.

Por razões, se quiserem, sentimentais, esta realizar-se-á no espaço Memória dos Exílios, no Estoril (antiga estação dos Correios, junto à estação de comboios), excepcionalmente. No próximo dia 18 de Fevereiro, pelas 21h30.

Nela podereis assistir:

1. Ao lançamento do primeiro livro de poemas de David José Silva, A Terra Fria (edição da Apenas Livros). A ponte que se estabelece com o futuro...

2. Ao som da gaita de foles de Miguel Galante;

3. Pelo meio e à nossa volta, aos poemas e ao canto de Francisco José Lampreia, Estefânia Estevens, João Baptista Coelho, David José Silva, Maria Francília Pinheiro, Mário Piçarra, Carlos Peres Feio, David Zink, Edite Gil e Francisco Félix Machado (os Jograis do Atlântico), eu próprio...

4. E a todos vós, todos quantos tornam possível e justificam o sonho e alicerçam a determinação, pelos quais e para os quais nos faz sentido perseverar. Nem sei se preciso dizer que conto convosco... Os lugares já estão marcados com o vosso nome. Mas há sempre um lugar mais para um amigo, como para um poema.

Localização do espaço Memória dos Exílios:


Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 12:23


fevereiro 13, 2010

quotidiano delirante (2)

Muito se especula sobre crises de valores da sociedade actual e algumas fortunas vão sendo criadas à custa de mezinhas milagrosas de combate às angústias existenciais de quem perde o rumo à vida, o que me faz pensar que montar um negócio de venda de bússolas como elementos imprescindíveis dos dias modernos poderá ser um nicho de mercado mal explorado, mas de assegurado sucesso.

Respigando, com a devida vénia, três notícias do jornal de distribuição gratuita DESTAK, de ontem, dia 12 de Fevereiro de 2010, partilho convosco estas curiosidades, em vésperas do dia em que, queiramos ou não, há que namorar, conforme a globalizada cartilha dos interesses:

Namorar é bom. É, mesmo, excelente. Pelo menos pelos padrões por que me tenho regido vai para uma pipa de anos. Como e com quem será, talvez, menos relevante, pois o acto em si, da sedução ao prazer físico, nos basta, se ousarmos desvirtuar o próprio acto - mais interessante a dois - com esta postura egotista.

Então, porque não com um substituto animal de estimação? Em vez de um inacessível e algo boçal Cristiano Ronaldo ou um velhíssimo ainda que charmoso Robert Redford, um gorila macho de dorso prateado dos montes da bruma? Ou, noutro registo, em vez de uma Nicole Kidman, alta por demais, ou uma Sophia Loren, cujas rotundidades povoarão ainda muitos imaginários, uma anaconda fêmea do pantanal brasileiro?

O drama terrível da dissolução da família tradicional atinge um museu de cera. Quem diria ter a matéria inerte uma tal propensão para assim seguir o mundo real... Pergunto-me quais os efeitos de uma paixão tórrida em tal estabelecimento. Porventura, no dia seguinte, os seguranças do museu deparassem, incrédulos, com uma mistura orgíaca, democrática e amalgamada de cera espalhada pelo chão...

De facto. Mas «mudar» de sexo para quê? Terá passado pela cabeça deste ser humano a eventualidade da autorreprodução, ultrapassando a fasquia dos caracóis que, sendo hermafroditas, ainda assim carecem de um parceiro sexual?

Ou tratar-se-á de um/a original que anseia por dar novos mundos ao mundo pela voz da sua descendência: «- A minha mãe é um homem de barba rija! Só era pena que, ao amamentar-me, a boca me ficasse cheia de pelos...»

Em qualquer caso, foi dada uma outra dimensão à quadra cantada pelo Zeca:

Já fui mar, já fui navio
fui chalupa e escaler
já fui moço, já sou homem
só me falta ser mulher...

Porque não é bastante a estas almas, irmãs nossas, realizarem um seu sonho sem que venham, em correria, dar conta dele ao mundo inteiro, e sem qualquer conotação retrógrada, mas pela ironia que tanta exposição me sugere, propalada aos quatro ventos, articulada com o próprio tempo invernoso, recordei uma exclamação que os nossos avós já diziam: está o mundo roto, chove nele como na rua.

E fazem-nos crer que o mundo vibra ao som cacofónico de dissonâncias, onde o sangue é capa de revista e o que ontem era número de circo, hoje, o nível civilizacional a que nos alcandoramos (?) já confere direitos de privilégio em notícia de tv ou de jornal.

Receio bem, em minha opinião, que apenas se tenha alterado a qualidade da tela do recinto circense.

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 10:20


fevereiro 11, 2010

quotidiano delirante (1)

Sou um leitor compulsivo da BD. Como forma de homenagear uma das obras que, neste domínio, mais me agradou em muitos anos que levo deste entusiasmo, ocorreu-me o título acima, peça que denuncia um empenhadíssimo e assaz crítico olhar social do seu autor, Miguelanxo Prado, e que com a devida vénia «usurpo» para inaugurar um capítulo mais nesta aventura comunicante.


Na praia invernosa, suja com o que as marés enjeitam, num recanto entre rochedos e lixo, uma metáfora de um Portugal que se lê nos jornais: um balão de ar, poisado no chão, anunciando que «as ofertas andam no ar»...

Talvez andem, na verdade, as valdevinas cabeças-de-vento das anunciadas ofertas. Mas o seu anúncio é rasteirinho e fica-se, impotente, entre a sujidade da areia.

Um pouco mais de hélio e seria asa. Assim, não, está quase a juntar-se ao lixo que o rodeia, esse balão de ar anunciante de quimeras...

(fotografia de Jorge Castro)


Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 22:57


fevereiro 09, 2010

um dia outro...

Não me foi fácil sair da entrada anterior... De algum modo, o objectivo de um blog pode esgotar-se quando se atinge uma etapa como essa. Ou, dito de outro modo, um pretexto tão bom como qualquer outro para encerrar algum livro de deve e haver da Vida, se ainda alguém usasse livros quejandos nessas contabilidades.

Mas tal é coisa caída em desuso e a Vida é animal que se quer tocado para a frente. De elefante, a memória; de mágoa, crocodilo... mas, de rancor, nem alforreca.

Há males destes que são por bem. Devo, seguramente, esta abordagem, que me salta pelos poros independente da minha vontade, aos encaminhamentos onde os meus pais foram guias. Ou não, talvez meros faróis.

Mas o que é certo é estarmos vivos, aqui e hoje, com um mundo pela frente e incontáveis motivações para se prosseguir viagem.

de onde vens eu intrépido pergunto
dando largas bem ousadas ao bestunto
e tu nada me dizes circunspecto
porque vais e não vens como eu projecto

chama-se isto desencontro eu presumo
este vir para um ser ir para o outro o rumo
e assumo pois ser coisa de elegância
desta coisa de ir e vir guardar distância

nunca fomos nem viemos pelos vistos
vamos indo e ficando como Cristos
transportando a nossa cruz a algum calvário
desde cedo – muito cedo – desde o ovário

e o rosário destas penas é por vezes
a penosa penitência dos fregueses
que nós somos cada um no ilusório
de um viver que é de ser ambulatório

cada um no entanto em circo infindo
vai chegando quando o outro vai partindo
e o encontro se é fugaz e reticente
que ele seja então audaz e mais urgente.

- poema de Jorge Castro

A tempo e muito a propósito, o meu reconhecimento, gratidão e apreço por todos quantos me contactaram ou a meus familiares, por meios diversos, a propósito da entrada anterior.

É minha intenção, obviamente, publicar a resposta que me chegue do Ministério da Saúde, se ela algum dia chegar...

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 14:22


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noites com poemas 2


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