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mundo
Todas as coisas têm o seu mistério
e a poesia
é o mistério de todas as coisas

Federico García Lorca

Sendo este um BLOG DE MARÉS, a inconstância delas reflectirá a intranquilidade do mundo.
Ficar-nos-á este imperativo de respirar o ar em grandes golfadas.
abril 29, 2010

outras aventuras...


No passado dia 24 de Abril, teve lugar o lançamento, na Fortaleza de São Julião da Barra, em Oeiras, o livro Encontros de História e Património 1 - Diálogos em Noites de Verão, da Associação Espaço e Memória, de Oeiras, a que muito me honra pertencer.

Oportunidade rara, também, para visitar o interessante interior da Fortaleza, bem como excelente pretexto para reencontrar amigos... mesmo a ver navios, em fundo... (A propósito, Francisco, desta vez não deixo aqui o teu «boneco» com a Estefânia, pois uma passante interpôs-se no exacto momento da captação da imagem... Alguma alma invejosa, se calhar...)
 

Depois, por razões de saúde que privaram, episodicamente, os jograis Oeiras Verde da sua voz masculina, acedi ao amável e simpático convite da Ana Patacho para «fazer uma perninha», contribuindo assim para que não falhassem espectáculos já programados.




Como estas companheiras de enredos não fazem a coisa por menos, logo um dos primeiros calhou a ter lugar no Paláco das Galveias, em Lisboa, integrado na comemoração dos 25 anos da Associação dos Poetas Portugueses, com uma sala onde não couberam todos os interessados.

Uma experiência muito interessante e que, tanto quanto chegou ao nosso conhecimento, foi de grande agrado por parte da assistência, até pela óptima selecção de poemas interpretados.

A tempo, para quem possa e queira, teremos uma sessão no dia 29 de Abril, no Santiago Alquimista (à Sé), em Lisboa, pelas 18 horas.

E cá me vai ficando mais uma aventura para o currículo mas, principalmente, para a arte de viver que, como fica uma vez mais provado, não tem limite de idade. É só Vida, mesmo! E talvez passe por estas alquimias o elixir da longa vida, já que pedras filosofais abundam.

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 00:23


abril 25, 2010

Abril sempre
com saudades do futuro


ABRIL - HOJE

Abril
é hoje
esta sombra que nos foge
por trás de foscas vidraças
algo em nós que se descobre
mas que é manto que nos cobre
num espanto
de mordaças

Abril
é hoje
esse jeito de trazer preso no peito
desencantos sem esperança
algo em nós que abandonámos
sob um manto de promessa
entre mágoas desenganos
e canções
feitas à pressa

mas Abril
é hoje
sim
porque Abril te quero assim
sempre num cravo a florir

num peito aberto à loucura
num grito feito aventura
esse o Abril
da lonjura
futuro mais que perfeito
esse o Abril
hoje feito
Abril que se há-de cumprir.


- poema e composição fotográfica de Jorge Castro


Porque Abril se confunde, nas minhas memórias, com as canções do Zeca, constituindo um todo indissociável e simbiótico, aqui fica o fundo musical necessário... e urgente.

Ver/ouvir AQUI

*
Vejam, também, AQUI o artigo de Pedro Laranjeira, na FreeZone, com fotografias minhas, inéditas, de 25 de Abril de 1974. 

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 01:31


abril 24, 2010

no Dia Mundial do Livro
V aniversário da
Biblioteca Municipal de Cascais
de São Domingos de Rana

Nascemos quase em simultâneo, a Biblioteca Municipal de Cascais, de São Domingos de Rana, o grupo das Noites com Poemas e a Comunidade de Leitores.

Cultivando, desde o primeiro momento, o fértil terreno da comunhão de interesses, estabeleceram-se os pólos de profícuas sementeiras e de colheitas em redor da arte das palavras e dos afectos.

Cinco anos estão já cumpridos. Comemorados no Dia Mundial do Livro, como se de propósito fora. De parabéns estamos todos pela fruição de um espaço que é mantido com desvelo e com o mesmo desvelo nos acolhe, sem peias nem conhecidas dificuldades inventadas.

Assim é que vamos todos crescendo em torno da arte, também, de nos procurarmos e, depois, descobrirmos e sabermos próximos.


Prova do que fica dito, a presença da senhora vereadora da Cultura da Câmara de Cascais, Dra. Ana Clara Justino, que fez questão de estar presente na efeméride, bem como os demais responsáveis da Biblioteca.  Houve bolo e velas, claro. E cantaram-se os parabéns, obviamente. E as prendas foram os livros gratuitamente distribuídos, alimento dos espíritos mas também da materialidade que nos enforma.

E parece que estamos todos dispostos a enfrentar os anos vindouros. 

Quanto aos livros e à sua leitura, os livros trazem-nos, vida fora, quase tudo o que somos sob a nossa pele. Muita da cor da vida e a arte de descobrirmos os caminhos a trilhar, se nos perdermos nalgum ermo dos dias. E mesmo quando os amigos nos falham por algum destempero de circunstância, os livros ali estão, prontos para nos acompanharem na nova jornada. Terapia, acompanhamento e bússola: isso são os livros. Bem aventurados os que lêem.  

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 11:38


abril 22, 2010

comemorações do dia mundial do livro

Recomendo vivamente:

PESSOAS COM ESTÓRIAS

Serão especial de poemas e outras leituras
integrado no
5º Aniversário
da Biblioteca Municipal de Cascais
- São Domingos de Rana,
no dia 23 de Abril, pelas 21 horas.

Um ponto de encontro para o desencontro desta vida!


Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 23:21


abril 21, 2010

o mentiroso, o coxo e o Zé Povinho...
- novo artigo na FreeZone



Da minha colaboração com a revista on line FreeZone - informação alternativa, estou a dar-vos conhecimento do meu mais recente artigo de opinião.

Por lá se fala de preçários de gasolinas, espantos de ministros e outras coisas bárbaras que por aí pululam...

Para aceder, basta clicar AQUI. Obrigado.

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 18:34


abril 19, 2010

há semanas assim...

Pois é, ele há semanas assim...

Primeiro, as nossas Noites Com Poemas, no dia 15, com dois grupos de jovens jograis, os Kábulas e Us Malvados, apoiado pela Edite Gil e pela professora Manuela Ribeiro...


... que decorreu às mil maravilhas, tanto mais gratificante quanto mais valeu a participação de gente mais nova já com muita arte para manter a chama viva.

Um sublinhado muito especial para o cuidado havido em homenagear vários dos poetas presentes...  


Onde, se podemos imaginar mãozinha de quem organizou, não é de deixar de realçar o empenhamento patenteado pelos mais novos, nas referências feitas aos mais velhos.




Por meio de outras cábulas e malvadezas lá fomos passando a noite, em tom de festa entre poemas, e houve momentos de espanto pela mestria na difícil arte de «jogralar»...  


Os «residentes» não quiseram deixar créditos por mãos alheias e uma vez mais fomos surpreendidos... e gostámos de o ter sido. 


Depois, comemorando o Dia Mundial da Voz, no dia 16, o rumo foi Setúbal e a Escola Secundária Dom Manuel Martins, pela mão de um velho amigo de muitas andanças, que organizou um excelente sarau, perante uma sala que mostrava uma inusitada mobilização da comunidade envolvente: pais, alunos e professores. Para cima de umas 300 pessoas, a premiar e dar créditos àqueles que, como o Rui Malheiros, ainda consideram que baixar os braços não é solução...  



Depressa, alguém que me faça chegar o nome desta senhora professora, que nos ofereceu um magistral espectáculo de representação!


Dia 17, exposição da exposição de escultura de Alberto Simões de Almeida, no seu Eden (atelier/galeria), à Rua do Giestal, em Lisboa. Coisa fina de ver e uma afabilidade, por parte do autor, não muito usual, a colocar as suas amizades no centro de um mundo que é feito para pensar.


O seu diálogo com materiais reaproveitados intriga-nos e estimula outros enlaces com os objectos que nos rodeiam.


E, no mesmo dia, melhor dizendo, noite fora, agora na colectividade Os Leões de Porto Salvo, a convite dos Jograis do Atlântico, vi-me ensarilhado com o grupo de jograis Oeiras Verde, a quem faltou o elemento masculino à última hora, por motivos de força maior. Havia um Jorge Castro à mão, que não desdenhou mais esta experiência pelos caminhos da poesia, dizendo poemas de Abril, que acompanharam canções, e lá fui...


E como a coisa correu de feição, palavras não eram ditas, mas logo foram logo repetidas no Palácio das Galveias, no dia 18, de novo integrando os jograis Oeiras Verde, na comemoração do 25º Aniversário da Associação de Poetas Portugueses  


(Ufff... Ocorreu-me uma laracha que um amigo costumava soltar em momento oportuno: - Ainda bem que amanhã é dia de trabalho... - amanhã, não. Já daqui a pouquinho.

Boa noite, sim?  E façam o grande favor de ser felizes...


Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 00:36


abril 14, 2010

noites com poemas - jogralitando...


No próximo dia 15 de Abril, quinta-feira, pelas 21h30, na Biblioteca Municipal de Cascais- São Domingos de Rana teremos mais uma Noite Com Poemas.

Desta feita contando, como convidados, com dois grupos de jovens jograis cuja génese e orientação ficam a dever-se a Edite Gil e a Manuela Ribeiro. São eles:

Us Kábulas": Guilherme Pinto Duarte - 13 anos; Lukénia Amália de Carvalho Alexandrino - 15 anos; Nuno Miguel Lucas Gonçalves - 15 anos; Rita de Carvalho Aguiã do Espirito Santo - 14 anos

"Us Malvados": Ana Rita Augusto Silva -16 anos; Davide Baptista Menezes - 15 anos; Pedro Taylor Pegado de Almeida -15 anos; Rita Isabel Vassalo dos Santos - 16 anos

Mantendo a tradição destes encontros, jograis seremos também todos os demais presentes... mesmo que o sejamos a solo.

Já sabes, contas sempre com um lugar reservado. Mas se trouxeres um amigo, verás que nunca somos demais.

Além disso, é Abril. Tempo de tornar mais vivas as cores das nossas vidas... e cada momento que se perde, é momento desperdiçado.

Abraços e até lá.
 
Jorge Castro

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 10:36


abril 09, 2010

fotografando o dia (143)


era um gato preto e branco
na parede branca e azul
que tinha o banco por perto
e morava mais a sul

mas o gato que é esperto
saltou do sul para o banco
ficou mais certo do azul
ficou mais perto do branco

- foto e quadras de Jorge Castro
*

A tempo, amanhã, dia 11, pelas 16 horas, na Igreja Matriz de Oeiras, a não perder: 



Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 23:26


abril 07, 2010

WikiLeaks
- lembrei-me, de súbito, da canção «Universal Soldier» do Donovan...

Sem desculpa, nem perdão.

Talvez corra, no nosso património genético, esta sede de sangue relativamente ao nosso irmão. E com tanta virulência que o verniz do suposto avanço civilizacional não apenas não a erradica, como parece, até, requintá-la.

Vem isto a propósito das imagens que têm provocado algum alvoroço nas consciências ocidentais (acidentais...?), que nos chegam do sítio WikiLeaks e que documentam um ataque perpetrado por helicópteros americanos sobre alegados «terroristas» iraquianos.

No fundo, aparentemente apenas um «pequeno» equívoco de soldados - leia-se aqui gente anormalmente perturbada - do qual resultaram doze mortes entre vulgares cidadãos que transportavam, alguns deles, máquinas fotográficas - seriam repórteres da Reuters - as quais foram confundidas com metralhadoras AK-47...


Tudo lamentável, como, logo de seguida, as mortes de outros seres viventes que, numa carrinha, tentaram prestar auxílio aos feridos e que foram, por sua vez, sequencialmente abatidos.

E damos por nós a discutir o sexo dos anjos quanto à «naturalidade» de uma situação destas ocorrer, em cenário de guerra, e, tanto quanto se vai dizendo, poder ser admissível que 2 helicópteros fortemente armados abatam a sangue frio um grupo de PESSOAS que lhes surgiu na mira, numa terra chamada Iraque.


Poder-se-iam inventariar mil argumentos que «justifiquem» uma tal ocorrência.

Poder-se-ia, até, levar à conta do desiquilíbrio psicológico motivado pelo quadro de guerra em que se encontram envolvidos os soldados americanos (e os outros), aqueles comentários imbecis mas chocantes que ouvimos ao longo da filmagem.

Mas - vendo bem - nada, nada pode dar cobertura ao acto de matança a sangue frio que as imagens documentam. Seja qual for a razão que invoquem esses envolvidos e seja qual for o seu quadrante político.

Este despojamento com que se trata a vida humana - que sabemos bem tão precioso - assumido por um qualquer mandante num qualquer conflito mundial; esta bestialidade que nos envergonha a todos e nos retira, afinal, a legitimidade de permanecermos, sequer, à face da Terra, trouxe-me à memória a velha canção do Donovan de que falo, em título...

Não por uma crise serôdia de pacifismo exacerbado, mas pela consciência profunda desta vergonha irracional que nos inunda ao assumirmos a nossa quota-parte de carne para canhão, em troca de miseráveis argumentos defendidos por miseráveis tratantes.

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 14:24


abril 06, 2010

Calçada Portuguesa de Macau


No próximo dia 6 de Abril, pelas 18 horas, o meu amigo Ernesto Matos - grande conhecedor da calçada portuguesa espalhada pelo mundo - irá fazer uma apresentação do seu mais recente trabalho, Calçada Portuguesa de Macau, na Casa de Macau, na Avenida 5 de Outubro, em Lisboa.


Habituado como estou à qualidade da sua obra, não tenho dúvidas em assegurar-vos de que não dareis o tempo por mal empregue.

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 00:19


abril 02, 2010

28 de Março - exposição de pintura
na Sociedade Recreativa Musical de Carcavelos

Carlos Peres Feio é uma personalidade-ilha de outro tipo; está rodeado de amigos por todos os lados.


Ao descobrir que muitos deles andavam por aí a entreter o tempo, preenchendo telas atrás de telas, assim como quem convida amigos para um econtro de afectos, ele lançou-lhes o desafio de lhe trazerem umas quantas delas (das telas, bem entendido...), e foi assim que 20 artistas se encontraram na Sociedade Recreativa Musical de Carcavelos, no passado dia 28 de Março.

Aqui ficam alguma imagens, para memória futura, daquilo que foi (e ainda está a ser) uma excelente alternativa - a todos os níveis - ao cinzentismo dos dias formatados pelo não-ser. Aqui todos se inscreveram (ver José Gil), de alma e sorriso abertos.


Se quiserem, um cordão humano, de gente que sabe ou procura intensamente um sentido para a Vida.

Para além dos particpantes, não faltaram as amizades que compõem esse bouquet de que a Vida é feita.

A Professora Odete Morgado, personagem incontornável da História recente de Carcavelos, também enquanto Presidente da colectividade, deu-nos as boas-vindas.

Um grupo de promissoras jovens formadas na Escola de Música da Sociedade Recreativa Musical de Carcavelos, ensaiadas pelo Maestro Nogueira, abriu oficialmente a exposição.

O professor José d'Encarnação interpretou o sentido profundo da iniciativa numa emotiva alocução.

Depois, os poemas que a pintura inspira...

... rematados pelo nosso anfitrião e mentor da iniciativa.

Os artistas expostos:

Alberto Almeida (escultura)
Amílcar Silva
Ana Cassiano
Ana Freitas
A. Loureiro
Bárbara Costa
Carlos Figueira
Carlos Peres Feio
Didi Silva
Edith Lopes
Francisco Rousseau
Helena Monteiro
Joaquina Martins
Jorge Castro
Lourdes Calmeiro
Maria da Fé
Rosa Maria
Virgínia
Vítor Miranda
Vítor Paz
(Ao Vítor Paz, os melhores votos de pronto restabelecimento).


Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 08:23


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noites com poemas 2


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