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mundo
Todas as coisas têm o seu mistério
e a poesia
é o mistério de todas as coisas

Federico García Lorca

Sendo este um BLOG DE MARÉS, a inconstância delas reflectirá a intranquilidade do mundo.
Ficar-nos-á este imperativo de respirar o ar em grandes golfadas.
novembro 27, 2010

jantar de outono
ou de como, entre várias e desvairadas outras coisas, somos os maiores à mesa

Sábado, dia 26 de Novembro de 2010. Local, Caldas da Rainha - Restaurante Maratona...


Do folheto de apresentação, respigo: «Um jantar que reaviva a memória colectiva, da reunião em torno da fogueira, do cheiro do alecrim, do fumo e da erva doce.

Uma farândola de sabores onde de mãos dadas bailam o tradicional e o sofisticado, valorizando o que de melhor nos dá a terra nesta época de Outono

Um projecto de Inês Milagres, licenciada em design industrial, tendo desenvolvido o seu trabalho em Food Design - ver em www.moscardo.org.


Na recepção, jeropiga e cartucho com castanhas assadas


Um Vale Zias, da Estremadura, para nos acompanhar noite dentro...


Nas entradas, da direita para a esquerda, creme de abóbora e pevides, batata assada com alecrim e bacon, morcela com marmelada e rodela de batata doce assada


Como prato principal, também da direita para a esquerda, batata doce e roxa fritas, rolo de carne com cogumelos portobello e bacon crocante, rolo de carne com puré de castanha confitado em azeite de alecrim e pimenta rosa com cama de azeitonas de Elvas, rolo de carne com espargo e redução de figos secos, e grelos salteados com pérolas de romã...


No ar, produzindo ambiências outonais, imagens dos bons sabores dos velhos tempos... 


À sobremesa, mesmo antes do café, coisa sublime como um fondant de chocolate com gelado de castanhas e tangerina.


Se vos dissesse o preço corria o risco de estragar a poesia do momento, mas sempre vou avançando que foi coisa muito em conta pois que, em se privilegiando a razão, há razões que a tudo se impõem. 

Aqui fica o testemunho, com farto aplauso, de uma noite bem passada, capaz de suscitar inveja - estou certo - a quem não pôde lá estar... Mas, como dizia o poeta, julgue-a quem não pôde experimentá-la! 

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Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 23:04


novembro 25, 2010

o lado inaudível das coisas
de Edite Gil

No passado dia 20 de Novembro - ainda fresquinho, portanto - Edite Gil publicou o seu livro de poemas O Lado Inaudível das Coisas, todo ele feito, muito contrariamente ao título, de coisas muito audíveis.


Aqui se recomenda a sua leitura, cuidada e atenta, como nos cumpre em se tratando de poesia 


E, para tanto e outro mais, nada como lhe falar, para aceder a este seu livro. Aqui fica o endereço: edite.gil@gmail.com

Quero regressar
àquela idade em que acreditava
que as ondas beijavam a areia
e que mar bramia
por não poder brincar comigo...

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Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 20:15


novembro 23, 2010

eu adiro à greve geral!


Pelo nosso futuro, por mim, pelo meu filho, por um País e um povo a perder a sua identidade e a sua independência, em cada dia, às mãos de uma corja infame que mascara o desgoverno em que lança esta nação, sob o manto enganador e pulha de alegadas «preocupações sociais», enquanto promove e protege sem barreiras de qualquer ordem, éticas e quantitativas, uma escassa minoria.

Contra a hipocrisia vigente de uma cáfila de verdadeiros traidores à pátria que se governam à custa da expansão da miséria e do sofrimento alheios, de onde colhem proventos, com o beneplácito dos sucessivos governos do «centrão».  

A favor da criação de uma Associação de Luta Contra a Riqueza - já que em luta contra a pobreza parece haver instituições que avonde... -, quando aquela se encontra desmesurada, oculta, opaca. E que os seus fautores sejam remetidos para o único alojamento que lhes é condigno: a cadeia.

Pela reabilitação urgente do tecido produtivo de Portugal, da indústria à agricultura, passando pelas pescas. Pela reabilitação, também urgente, do nosso património edificado, da malha urbana habitacional aos monumentos de que se fez a nossa História. Contra os ditames de Bruxelas, da Alemanha, dos Estados Unidos, da China, dos «mercados» ou do Diabo a sete, que transformam os nossos políticos em simples marionetas de interesses que nos são alheios. 

Amanhã, dia 24 de Novembro, é o dia e a oportunidade rara de voltarmos a encontrar-nos com o nosso destino. E isso pelas nossas mãos. 

Contra aqueles que dizem que a greve para nada servirá, pois tudo ficará na mesma, lembremos-lhes Abril de 1974. O dia em que o nada nos serviu para tudo!

Não hesites! É dia de se ouvir a tua voz da forma mais clara: em actos!

A greve é um direito que cabe aos descontentes. Não é uma obrigação porque há-de ser apenas a tua consciência a comandá-la. O seu contrário, por muita justificação que aparente ter, assume apenas um nome: medo.  

E o teu medo não fará História. Nem a falta de solidariedade que manifestes, sustentada em razões menores, dará as bases a um mundo melhor.

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Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 23:02


novembro 21, 2010

os Poetas Portugueses na Voz de Amália
com Rui Ferreira
e outros amigos...

«Amália foi a última caravela portuguesa», esta a afirmação de Rui Ferreira, sob a égide da qual decorreu uma excelentíssima  e concorridíssima sessão das nossas Noites Com Poemas, como habitualmente na Biblioteca Municipal de Cascais, em São Domingos de Rana.



Como habitualmente, também, coube-me dar as boas-vindas e fazer a apresentação dos convidados e a proposta de desenvolvimento da sessão - nada mais do que a proposta, pois a adaptação a cada circunstância dá sempre prioridade a um grande espaço de liberdade para todos os participantes...


Em jeito de homenagem ao nosso convidado, Rui Ferreira, a ronda prosseguiu com os jograis Oeiras Verde, através da interpretação de três poemas de grandes poetas, cantados por Amália - da esquerda para a direita, Estefânia Estevens, Helena Xavier, Jorge Castro, Ana Patacho (a maestrina do grupo), Magnólia Filipe e Lurdes Pereira.

Uma especial menção para a voz avassaladora - é o melhor termo que me ocorre - de Estefânia Estevens, nas partes cantadas e o espanto patente nas caras dos circunstantes...


De seguida, João Baptista Coelho com a atenção e o cuidado a que associa a mestria no uso da palavra em forma de poema...



... Maria Francília Pinheiro e a intensidade inusitada da sua poesia...



... os Jograis do Atlântico (Edite Gil e Francisco Félix Machado), singrando marés com leme firme...



... Joaquim Costa, a emocionar-se em afectos sem nome mas com uma temporalidade urgente e necessária...


... Francisco José Lampreia e os seus contos exemplares...


... David José Silva com a sua aguda ironia...


... e Clementina, que no deve-haver dos afectos nunca deixa de nos surpreender.


Chegada a altura do convidado, Rui Ferreira brindou-nos com um excelente texto apologético sobre Amália Rodrigues, dito todo ele com uma rara capacidade de comunicação e sapiência muito para além dos lugares comuns consabidos sobre a cantora-embaixatriz de Portugal.



Acompanhado à guitarra por Manuel Gomes...


... e à viola de fado por Fernando Gomes...


... passou Rui Ferreira a uma sessão de fados de Amália, onde os poemas de tantos poetas portugueses maiores se entreteceram na guitarra e na viola para se transformarem em hinos onde tantos de nós se reconhecem e se encontram...


Senhor de um poder de comunicação, de uma originalidade interpretativa e de uma entrega e empenhamento notáveis, o nosso convidado «agarrou» a assistência da primeira à última nota, sem remissão ou pecado!





Também Rogério do Carmo, poeta convidado do nosso convidado, o acompanhou brindando-nos com duas superiores interpretações poéticas: Foi Por Vontade de Deus e O Grito, introduzindo ambos os fados, logo depois interpretados por Rui Ferreira, numa interessante conjugação de modelos.


Por fim, a indispensável sessão de autógrafos, pois o livro de Rui Ferreira - Amália - A divina voz dos poetas de Portugal - apareceu logo nas mãos da grande maioria dos presentes, por todas as razões e mais alguma... e tenho para mim que com plena justificação. 


- fotografias de Lourdes Calmeiro

NOTA - Uma menção final de reconhecimento pela sugestão e envolvimento de Júlia Franco, graças à qual foi possível conjugar vontades para que esta sessão se realizasse.  

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Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 17:27


novembro 17, 2010

noites com poemas
os poetas portugueses na voz de Amália
com Rui Ferreira


- cartaz de Alexandre Castro

Eis a próxima sessão das Noites com Poemas, na Biblioteca Municipal de Cascais - São Domingos de Rana, no dia 19 de Novembro (sexta-feira), pelas 21h30.

Com Rui Ferreira, nosso convidado, autor do livro - também disponível nesta nossa próxima noite, com sessão de autógrafos - Amália, A Divina Voz dos Poetas de Portugal, autor que irá ilustrar-nos acerca dessa ousadia de Amália de trazer grandes nomes da nossa poesia ao fado, transformada em arte maior através de uma voz que se arvorou em identidade nacional.

União fecunda, que percorre Camões, Alexandre O'Neil, David Mourão-Ferreira, Ary dos Santos, Alberto Janes e tantos outros, de que resultaram benefícios para o próprio fado, para a poesia e, afinal, para nós todos.

Rui Ferreira vai trazer-nos, então, Amália e os nossos poetas, falando e cantando, no que será acompanhado por Manuel Gomes (guitarra portuguesa) e Fernando Gomes (viola de fado).

Entretanto, várias outras surpresas são esperadas para esta sessão. Bem como algumas certezas.

Como sempre, nós lá estaremos a contar com quantos queiram juntar à nossa a sua voz... ou, tão simplesmente, com a sua importante presença, que nos garante o quanto estas acções fazem sentido.

Entretanto. algum trabalho de casa...

E SE TUDO NÃO FOR SÓ UM FADO?

e se tudo o quanto nos sucede não for só um fado?
e se tudo for só o acaso de algum breve olhar?
e se tudo pelas nossas mãos é quase pecado?
e se tudo que é feito de nada for só quase mar?

e se tudo tiver essa graça de estar sempre em festa?
e se tudo traz um fado em si mas já livre voa?
e se tudo é brisa que passa e assim nos refresca?
e se tudo em alto mar da vida alteia a sua proa?

e se tudo o quanto diverge integra uma rota?
e se tudo como algum sem-fim se faz recomeço?
e se tudo ao passar por mim é fado ou gaivota?
e se tudo é feito de tudo e do seu avesso ?

e se tudo for o quase nada que dizem ser fado?
e se tudo for o lado a lado de algum breve olhar?
e se tudo no fim não passar de assim ser pecado?
e se tudo por fim for assim por ser quase mar?

- poema de Jorge Castro

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Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 10:06


novembro 15, 2010

publicidade gratuita e com gosto à DELTA

Por uma ocorrência fortuita - avaria insanável da minha máquina de café - vi-me compelido a adquirir uma nova, que o cafezinho caseiro, principalmente de fim de semana, é coisa sem a qual não é bom viver.

Dirigi-me à grande superfície mais à mão, destinado à aquisição de produto nacional - porque cá em casa somos desses, dos que dão primazia à produção nacional... desde sempre.

E porque a vida não é feita - muito pelo contrário - de tudo quanto nos corre mal, aqui fica uma referência elogiosa: tropecei numa campanha da marca Delta... e acabei por aderir ao café em cápsulas. E porquê? Porque fui cativado pelo empenho simpático, eficiente e eficaz de três jovens que, sem me imporem nada - eu falei mais do que eles... - me convenceram  irremediavelmente de que estava a dar um bom passo na minha vida.

O meu chapéu a eles: Filipa Nunes, António Segurado e Gonçalo Fonseca Lopes. Caro amigo Nabeiro, o meu cumprimento pelos seus excelentes colaboradores.  

Pelo caminho, a circunstância de adquirir uma máquina de café (de fabrico inteiramente nacional), ainda para mais personalizada:    


Desenho ou tema à escolha. Pois logo ali improvisei uma quadrazinha a preceito que o artista de serviço pintou (!) no corpo do aparelho, tornando-o modelo único, em três penadas.



No lado oposto, a par de um grãozinho de café, alusivo, a caricatura e o autógrafo do autor.

De mestre, amigo Nabeiro! Vendeu-me uma máquina de café especial e personalizada, assegura a minha aquisição do seu produto preferencial e, pelo caminho, cria três postos de trabalho chamemos-lhes colaterais, que porventura outro empresário consideraria supérfluos... Consigo sinto-me bem a preferir marca nacional!  

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Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 00:25


novembro 12, 2010

um aceno ao homem do Saldanha

- Preenchia o nosso dia com um sorriso e uma saudação nas ruas de Lisboa. Creio que se chamava João. Alto, braço no ar, com o seu sobretudo e o seu cachecol, nem na intempérie dava tréguas à sua missão. Na berma de um passeio qualquer da cidade, amiúde deparava eu com ele, com o seu sorriso e o seu adeus, inusitada ocorrência urbana mas simpática, que nos recordava ser a cidade um agrupamento de seres humanos, coisa de que andamos tão arredios... Conforme notícia dos jornais, parece que faleceu ontem. Mas muitos continuarão à espera de deparar com ele nalgum dos seus poisos habituais, sorrindo a quem passa...

Veja o João Manuel Serra AQUI.


quando os dias vão passando a acenar
a quem passa junto dele
só por passar
no presente que se escoa na cidade
lança ao ar como que um ar da sua graça
que não custa
nada mais por ser de graça
no sorriso que nos lança sem idade

junto à berma do passeio a mão no ar
ele entrega sem receio e sem pensar
o melhor que de si tem para nos dar

e o trânsito atrapalha-se ao aceno
daquele sinaleiro velho e seu ar terno
que sorri para nós por ali estar

pelo ar em voo solta a sua mão
aliado a um sorriso que é eterno
a afastar de si um mar de solidão

hoje foi notícia breve a tua morte
num jornal onde caiu o meu olhar
e a cidade parou
perdeu o norte
e ficou mais outonal
crepuscular

mas em cada esquina viva de Lisboa
onde o dia se atrofia e é mais pequeno
naquele bando de pardais que a sobrevoa
ali está – caro João – o teu aceno.

- poema de Jorge Castro

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novembro 10, 2010

em cada passo...

(... antecipando já a próxima sessão das Noites Com Poemas, com Rui Ferreira e os poetas portugueses na voz de Amália, talvez alguém faça um fado disto...)

quando canto
eu trago nas palavras o destino
e pelas minhas mãos construo o hino
de levar comigo o dia em cada passo

e esse canto
é que me traz da escuridão a um mar de estrelas
e que me enche o olhar por entendê-las
e me faz sentir maior em cada passo

e se eu canto
é por ter em mim a alma portuguesa
por trazer na minha voz essa certeza
deste povo a erguer-se em cada passo

e eu canto
contra o fado – se calhar contra o quebranto
contra algum desviver e o desencanto
mas eu canto p’ra viver em cada passo.

- poema de Jorge Castro

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novembro 08, 2010

A minha adesão à greve no dia 24 de Novembro

Conforme publicado na FREEZONE -

Porque considero que todos os republicanos e democratas, laicos ou não, devem aderir à greve do dia 24 de Novembro:

Porque esta é uma greve política. E – não devendo recear a força e dimensão das palavras – é política porque é dirigida contra o paradigma governamental que está estabelecido em Portugal, onde cada governo instalado no poder não serve o País, nem a Nação, nem o Povo que supostamente representa na sua acção como mediador dos interesses públicos e privados, mas sim como parte interessada em favor dos interesses privados, em absoluto desprezo do interesse público.

Não se trata, pois, de uma pequena greve contra uma entidade patronal, determinada e circunscrita – bem pelo contrário, se formos ver muita entidade patronal haverá que está solidária com as reivindicações e palavras de ordem dos grevistas – mas sim uma acção de perspectiva bem mais alargada, muito mais abrangente, bem mais objectiva, cujos imperativos não têm sequer circunscrição temporal, antes se projectando no futuro.

Leia o meu artigo completo AQUI.

E, se tiver paciência, ou interesse, ou disponibilidade ou, de preferência, tudo isso conjugado, pode ainda ler mais sobre o assunto AQUI.

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Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 22:31




Josezito pós-orçamental

Josezito já te tinha dito
Que não é bonito
O povo enganar

Chora agora Josezito chora
Que é chegada a hora
De te pores a andar


Andam por aí diversas versões desta cantiguinha tradicional infantil. Aqui fica a minha versão, cantável em manifestações de rua... e não só, como se dizia muito em sessões de esclarecimento aqui há uns anitos... 

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Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 09:21


novembro 07, 2010

fotografando o dia (161)


lotarias são enfim
uns em busca dos seus dias
outros mais assim-assim

e se a uns vem algum dia
que traz sol em demasia
outros há cujo outrossim
vai do banco do jardim
ao chão de calçada fria
e não passam desse assim

destino
fatalidade
e as ruas da cidade
fazem da pobreza um hino
e da riqueza vontade

mas sabemos todos bem
que nem tudo é bem assim…

- Fotografia e poema de Jorge Castro
 
- fotografia obtida em Lisboa, na Avenida da República

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Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 10:37


novembro 03, 2010

fotografando o dia (160)


se ao Outono segue o Inverno
havendo este cair eterno
de cada folha  no chão
algumas há que ao voar
sem pressa haver em chegar
ao destino dizem não

não perderão p'la demora
mas 'inda assim - 'inda agora
hora a hora longe vão
e de quanto houver a ver
hão-de ver e acontecer
o mundo de outra feição.

- fotografia e poema de Jorge Castro

(Fotografia obtida no Jardim das Caldas da Rainha)

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Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 23:41


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noites com poemas 2


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