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mundo
Todas as coisas têm o seu mistério
e a poesia
é o mistério de todas as coisas

Federico García Lorca

Sendo este um BLOG DE MARÉS, a inconstância delas reflectirá a intranquilidade do mundo.
Ficar-nos-á este imperativo de respirar o ar em grandes golfadas.
abril 29, 2012

a falta que um Miguel Portas pode fazer-nos


Uma persistente, incómoda e inabitual indisposição impediu-me, muito lamentavelmente, de me associar fisicamente às homenagens a Miguel Portas.

Aqui fica, então, um frágil apontamento que se pretende, ainda assim, apenas ser o testemunho solidário de um cidadão.

Miguel, um exemplo supremo de ser humano. Um exemplo a ter em conta, indubitavelmente. Uma referência diversa e sublinhada num panorama de figuras políticas sem graça e sem nexo.

Um daqueles homens que nos fazem sentir que a Vida vale a pena ser vivida e que nos lega a responsabilidade, não de o imitar, mas antes de erguer o estandarte por momentos caído e que nos cumpre erguer de novo e prosseguir na estrada larga da defesa das causas e da prossecução do objectivo de uma Humanidade mais justa, mais solidária, mais esclarecida, mais digna para todos.

Um Homem, enfim. E já lhe sentimos a falta.  


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Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 22:55




reflexões da gripe
- lemas...

Nos tempos salazarentos, lembram-se, decerto, do grande lema do regime:

Deus, Pátria e Família 

Agora que, como todos sabemos, as coisas estão muito mudadas - vá lá saber-se para onde... -  há um novo lema que nos anima:

Adeus, Pátria e Família 

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abril 24, 2012

25 de Abril sempre?
Claro! Cada vez mais...

Por nós, pela memória de José Afonso, estaremos no 25 de Abril com um cravo feito de poemas na Calçada do Combro, em Lisboa, pelas 19 horas, no Mini Teatro da Calçada.

Venham daí! E sigam o preceito solidário que a canção aconselha: tragam um amigo, também!




Foi em 25 de Abril de 1974. Lembram-se? Uma brisa só foi capaz de afastar a névoa mais densa. Mas uma brisa de vontade, de constância, de coragem. E todos os medos redescobriram que, afinal, em cada dia uma alvorada desponta e saíram, por fim, à rua numa ânsia imparável de Liberdade, solidários, numa corrente feita de seres humanos, maré alta na cidade.

Uma coragem nascida da ansiedade e receios mal contidos, mas de cravo ao peito e uma nova alma na voz, derramou na urbe um mar de gente vitoriando os «capitães de Abril» e, nesse inquantificável momento cósmico, Portugal renasceu... e todos nós com ele!    

E aos que criticam, hoje, os militares de Abril por não comparecerem nos «festejos oficiais» de um Abril espartilhado pelos interesses reinantes, a esses gostaria de lembrar que nem essa comparência terá estatuto obrigatório - pois seria inequívoco tique ditatorial - nem ninguém de coluna vertebral íntegra está impedido de manifestar a sua discordância pelo actual estado da nação do modo que tiver por mais adequado. Senão, cabe aqui questionar o que muitos vão questionando: então, que raio de liberdade é esta?

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abril 23, 2012

poesia com Maria Azenha

Trazer uma poetisa como convidada a uma sessão de Noites com Poemas, muito para além de aparente redundância, é uma afoiteza pouco comum na matriz que se desenvolveu ao longo de cada uma das nossas sessões...


... e vão contadas 74. Na verdade, as múltiplas facetas da vida e dos saberes que nos vão sendo trazidas por cada convidado, constituem elas outros tantos desafios à criatividade, na diversidade de olhares a que cada participante se sinta impelido. 


Assim, então, Maria Azenha. Afável, amena, incisiva e irónica, sofrida e. logo mais, contundente e afirmativa; lírica, sim, mas terrena e terreal; dona de uma bela voz e de correspondente arte de dizer...   


... coube-lhe a ela a missão de engrandecer esta sessão e a nós o privilégio de a termos connosco. Carlos Peres Feio sublinhou o acolhimento e a apresentação da autora, de quem acabámos por descobrir percursos próximos...  

... para além dos afectos comuns, circunstância sempre presente neste Portugal tão pequeno de geografia como imenso na arte dos afectos e das cumplicidades - e aqui se fala das boas cumplicidades, das que sabem e fazem bem a quantos queiram embarcar em navegações deste quilate.

Como sempre - ó vaidade das vaidades - a sala apresentou-se bem preenchida e palpitante de vida...


... dispensando farto aplauso a Maria Azenha, realçado por espontâneas declarações de gratidão e apreço de muitos dos presentes. 

Dir-me-ão que tudo isso não irá além da palavra de circunstância, do afago que pouco custa e cai sempre bem... Será. Ou talvez não. Talvez seja, isso sim, o reconhecimento por mérito assumido publicamente, onde a exposição de cada um vale como assinatura lavrada em testemunho.  



E foram, na verdade, muitos a assumi-lo. Porque ali estamos, reunidos e encontrados uns com os outros por acto voluntário e determinado, sacudindo grilhetas de comodismo e conformismo, dando e recebendo o que de melhor cada um traz para partilhar.

E não sendo isso o bastante para mudar o mundo, certo é ser  isso mesmo o bastante para o manter a rodar.

A entrega da certidão com que a Vereação da Cultura da Câmara Municipal de Cascais, solidária com esta iniciativa de munícipes, sempre faz questão de agraciar cada um dos nossos convidados e que tem, obviamente, sempre o melhor acolhimento.

Depois, como sempre, a hora de dar voz a quem esteve a ouvir. E, uma vez mais, foram muitos a dar o passo:


- Maris Francília Pinheiro

- Hélio Proença

- Ana Teixeira Freitas

- João Baptista Coelho

- Rosário Freitas 

- Eduardo Martins

- Francisco José Lampreia

- Miguel Partidário

- Emília Azevedo

- Luís Perdigão

- Tina

- Fotografias de Lídia Castro e de Lourdes Calmeiro

E deixo-vos com um poema de Maria Azenha que me caiu especialmente no goto:
Para o primeiro dia do ano

a tarde não está para versos e a noite
irá varrer todos os passos do primeiro dia do ano.
é no hall de entrada das ruas, junto aos caixotes de lixo,
que lisboa desaba.

há quem diga que as plantas não passam fome,
nem sofrem de solidão.

vendo bem ou vendo mal qualquer verso magoa

- Maria Azenha

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Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 10:07


abril 19, 2012


- cartaz de Alexandre Castro

Contamos convosco para o próximo dia 20 de Abril, pelas 21h30, na Biblioteca Municipal de Cascais, em São Domingos de Rana (Bairro Massapés, Tires).

Connosco teremos Maria Azenha que nos trará a sua poesia. Dos diversos sítios desta complexa rede que abrange o mundo à distância de um teclado, respigo:

Maria Azenha nasceu em Coimbra. Licenciou-se em Ciências Matemáticas pela Universidade de Coimbra. Exerceu funções docentes nas Universidades de Coimbra, Évora e Lisboa. Exerceu actividade docente no Quadro de Nomeação Definitiva na Escola de Ensino Artístico António Arroio.

Mas encontro-lhe outros encantos se vos falar, por exemplo e assim ao correr da pena - que por vezes se quer da leveza da espada... - num muito breve extracto da sua Carta ao Ano Novo (em Dezembro de 2011):

Senhor Futuro!
É com grande preocupação que lhe escrevo.
Minha tristeza é de marca e tem pedigree.
Vem do Passado com longas árvores
E palavras maduras nos frutos.
Como toda a gente nasci num quarto.
Conheci a ditadura entre os dentes .
Os livros, entendi como pude. (...)

Cultiva, ainda, a arte de dar a própria voz aos seus poemas, semeando-os assim pelo fértil, ainda que áspero, terreno arável em que vivemos.

Cá a teremos connosco. O vosso lugar, como sempre, está reservado.

Abraços.

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Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 00:16


abril 16, 2012

a Dimitris Christoulas, em Atenas, Abril de 2012

de súbito
insustentável
na praça Syntagma a relva surgiu vermelha
junto do tronco impassível da árvore abandonada

e toda a Grécia estremece com o espanto de um grito
um grito só e aflito que cruzou a Terra toda
como se fora pequena
como se valesse a pena despertar ainda a aurora
e jaz num corpo vazio que nos perturba a cidade

foi cada passo contado que o levou ao destino
foi a certeza da Vida que lhe aconselhou a morte
e um tiro redentor que suas mãos libertaram
agitaram o torpor das consciências paradas

ali foi digno
Dimitris
contra os tiranos da vida
a provar-nos às mãos-cheias que somos senhores de tudo
e só nós somos os donos da hora da liberdade
quando a centelha da honra se acende dentro de um peito
vestido de humanidade

legou uma nota breve bordada a sangue e a revolta
por não mais o merecerem os tiranos que nomeia
mas o olhar derradeiro abrange este mundo inteiro
adivinha-se fraterno
militante
solidário
numa paz feita na guerra que vestiu de dignidade
como a marca do trabalho na camisa de operário

há-de ter nome de rua
há-de erguer-se em monumento
e ser contado na lenda
se o soubermos merecer
se o sentirmos irmão ao alcance de um abraço
sem fronteiras de lamento
sem o esquecimento eterno
há-de ser céu e inferno
há-de ser a voz do vento
sempre que alguém se levante
num grito só e aflito que estremeça o universo

Dimitris não morreu só
pois com ele morremos nós
cada um para o seu lado
e todos morrendo sós

Dimitris
Dimitris
porque nos abandonaste?
qual o apelo sentido?
qual o rumo que traçaste?
porque nos ecoa ainda
esse grito que legaste?


- Jorge Castro

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abril 13, 2012

quotidiano delirante (12)
- à consideração de todos

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abril 12, 2012

uma sugestão de navegações


Amanhã, sexta-feira, dia 13, pelas 19 horas teremos a sorte de ouvir estas duas excelentes oradoras: Gabriela Morais e Fernanda Frazão. Imperdível... pelo menos para quem possa.

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Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 20:14


abril 09, 2012

4 Estações sobre Monsanto, de Sérgio Guerreiro

É de ver, absolutamente. E de colher inspiração. Tranquilamente. Sem espaço de crise. Poeticamente.


Aqui

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abril 07, 2012

não consegui resistir... ;-)»

Direitinhas da minha caixa de correio para aqui:

*

Como querem que me porte bem depois dos 40...???
Se em criança via oTarzan que andava nú,
A Gata Borralheira que chegava a casa à meia noite,
O Pinóquio que mentia a cada instante,
O Batman que conduzia a 320 km/h,
A Bela Adormecida que era uma grande preguiçosa,
ABranca de Neve que vivia com 7 anões,
O Capuchinho Vermelho que não ligava nenhuma ao que lhe dizia a mãe,
A Betty Boop que andava vestida como uma prostituta,
O Polegarzinho que espalhava migalhas por todos os lados,
e ...
O Popeye que fumava erva !!!!!!

Vá lá... não me lixem... muito bons saímos nós!!!

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 08:55


abril 01, 2012

dia mundial da poesia
na Escola Secundária de Coruche

Não que o tempo recue e menos ainda por eventual falta de assunto - que, felizmente, disso por cá não há carência - mas porque o realce faz sentido, hoje e sempre, aqui fica, documentado em forma de imagens, o evento que teve lugar em 21 de Março de 2012, integrado em actividade da rede de Bibliotecas Escolares, na Biblioteca da Escola Secundária de Coruche, englobando vários graus de ensino (do 2º ano ao 12º), e aberta à comunidade local.      


Um grupo de poetas convidados, rumando de longe, ajudou à festa, que interessava ser composta essencialmente pela fina prata da casa. O convite chegou-nos pela professora e poetisa Ana Freitas, que acumulou funções com parte significativa, também, na organização do evento. 



















Da troca de poemas, que saltaram de mão em mão, surpresas foram mais do que muitas, quer da parte de quem estava como de quem chegou de fora. 

Por razões de costumeiras cautelas e precavendo-nos de sensibilidades mais... sensíveis, escusámo-nos à publicação de imagens dos participantes mais novos, que os houve, com empenhamento e em significativo número, em sala que se revelou pequena para tamanha afluência.

Poesia para todos, enfim, no ninho de saberes que há-de ser uma escola e, nela, nessa janela para o mundo e para a vida que deve ser uma biblioteca       

- Fotografias de Lourdes Calmeiro e de Jorge Castro

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noites com poemas 2


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