<$BlogRSDUrl$>

mundo
Todas as coisas têm o seu mistério
e a poesia
é o mistério de todas as coisas

Federico García Lorca

Sendo este um BLOG DE MARÉS, a inconstância delas reflectirá a intranquilidade do mundo.
Ficar-nos-á este imperativo de respirar o ar em grandes golfadas.
agosto 07, 2017

sugestão... hoje, em Oeiras


Etiquetas: , ,


Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 09:07


julho 24, 2017

sugestão - hoje, em Oeiras... e demais palestras



Segundas-feiras, 21H00 - Palácio Marquês de Pombal - Salão Nobre
 
24.07.2017 - Jamor - o rio das lavadeiras - Jorge Miranda
 
31.07.2017 - A água nos engenhos primitivos da Fábrica de Barcarena - João Luís Cardoso
 
07.08.2017 - O tema da água na azulejaria de Oeiras - José Meco
 
21.08.2017 - O fornecimento de água a Oeiras no século XX – Ana Gaspar
 
28.08.2017 - A água no Foral e nas primeiras posturas municipais de Oeiras - Luís Alves da Silva
 
04.09.2017 - As cascatas da Quinta do Marquês de Pombal - Fátima Rombouts de Barros
 
11.09.2017 - Caminhos da água, ontem e hoje. Os casos dos aquedutos do Paço dos Arcos, da Quinta da Terrugem e de Queijas (real Quinta de Caxias) - Fernando Lopes
 
18.09.2017 - Paisagens históricas: ribeiras e sapais do litoral de Oeiras (sécs. XVI-XX) - Joaquim Boiça

Etiquetas: ,


Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 11:24


julho 17, 2017

ainda Tancos e... outro modo de ver

Do coronel Sousa e Castro sobre "E SE EM TANCOS NÃO TIVESSE HAVIDO, NEM ASSALTO, NEM ROUBO NEM FURTO." (divagações de um cidadão, num domingo invernoso em pleno verão)
 
Deixemos o pequeno buraco na rede da cerca do quartel e o arrombamento sem violência da porta do paiol como peças para finalizarmos o puzzle que nos “atormenta”.
1 – Todo o material em falta é material perecível, isto é, não existe uma única espingarda, metralhadora, revólver canhão ou lança mísseis no rol das faltas. Nem sequer um cinturão ou qualquer outra peça do fardamento e equipamento.
 Por outras palavras, e clarificando, perecível quer dizer que todo este material em falta, era e sempre foi usado em exercícios militares de rotina ou imprevistos e gasto ali mesmo devendo em bom rigor ser abatido à carga, do paiol ou armazém onde foi requisitado logo após cada exercício.
Era esta prática corrente e usual na tropa do meu tempo. Mas também havia graduados , oficiais, que muitas vezes passavam por cima das dotações estipuladas para cada exercício e descartavam os “ resmungos” dos subordinados responsáveis pelo municiamento abusivo extra,  com dichotes e palavrões. O resultado era, quem tinha requisitado o material excedido no  exercício não o abater e depois, raciocínio comum à época, “logo se veria”.
2 – Para esclarecer cabalmente a natureza  “perecível”  do material em falta é necessário desmitificar a forma ignorante com que muitos, e até alguns experts, quer em jornais quer nas TVs, induziram na população, a ideia  que o material em falta incluía armamento e mais grave mísseis. 
Desmontemos pois esta cabala para podermos prosseguir.
 
a )  Da lista oficial de faltas consta uma munição, impropriamente chamada pelos tais experts, de lança míssil ou míssil, mas que se resume a uma granada anti tanque, lançada de um tubo articulado que após o lançamento é descartável e não reutilizável , tal como acontece com o cartucho que contém a pólvora que provoca a saída duma bala. 
Tão simples como isto.
Na verdade é uma arma que só pode ser utilizada uma vez , tal como qualquer granada.
 Para quem se interessa por estas coisas trata-se de um filhote dos panzerfaust nazis, que até uma criança podia lançar.
 Acresce que esta arma, cuja sigla é LAW (Lhigt anti-armor weapon) foi retirada do serviço em 1983, portanto há TRINTA E QUATRO ANOS e o seu fabrico descontinuado como agora se diz. Com o ridículo alcance de 200 metros e sem sistemas de guiamento autónomos foi naturalmente substituída por misseis de muito maior alcance , guiados por fio ou wireless através de lançadores esses sim, sistemas não descartáveis e de grande valor bélico e financeiro , como o míssil TOW ou o MILAN.
Presumo até que se alguém quisesse negociar no mercado internacional esta arma, não só não teria êxito, como  seria alvo de chacota, incluindo dos rapazes do DAESH que estão armados até aos dentes com o armamento mais moderno que há.
Estando em uso no Exército anos e anos a fio fácil é admitir que toda a gente se estaria ca….. como se diz na gíria militar para o seu consumo excessivo e para o acerto das cargas.
 
b)  Todos os outros materiais em falta eram e são  obviamente utilizados e consumidos integralmente em exercícios  de treino.
 
3 – Antes de fechar o puzzle uma pergunta que julgo ser a pertinente face ao acontecimento:
- Se havia paióis na zona, vizinhos do “violado”, com certeza com armas sofisticadas, incluindo os tais misseis TOW e MILAN, além de armamento de infantaria pelo menos com valor militar actual, porque foram os hipotéticos assaltantes abrir a porta do paiol com fraco valor.
Não é por acaso que o comentário do secretário geral da NATO a este desaparecimento de material foi a consideração da sua irrelevância.
 
4 – Acabemos agora o puzzle juntando as ridículas circunstância do pseudo roubo. O buraco na rede e o arrombamento discreto.
Coisa fácil de fazer para quem, acossado pela iminência da  entrega do espólio e da prestação de contas das existências tenha sido impelido  a optar pela diversão naif.
 
Boa sorte aos investigadores da PJ e PJM.

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 11:22


junho 28, 2017

O meu voto, outra vez, em favor do Salvador

A verdade é que vou tendendo a gostar, cada vez mais, do Salvador Sobral.
 
O comentário por ele produzido no concerto de ontem Juntos Por Todos e que - como tanto gosta de se dizer - está a «inflamar as redes sociais», reza mais ou menos assim: «Eu sempre que faço qualquer coisa vocês aplaudem. Vou mandar um peido para ver o que é que acontece», logo a seguir a um curtíssimo improviso que nem lhe saiu muito bem, denota tão-só que estamos em presença de alguém que aparenta ter os seus atributos no sítio e sabe - pasmem, ó gentes! - pensar com a própria cabeça.
 
Daí, a minha chapelada. 
 
E o Salvador Sobral não fez, como se apregoa, um «comentário humorístico». Fez, sim, um comentário crítico, de inegável frontalidade e muito a-propósito. Para além do foguetório acrítico institucionalizado, é bom ouvir uma voz com alguma lucidez que apele, pelo contrário, a um saudável espírito crítico e, já agora, fundamentado, em vez do aplauso imbecilóide ou apatetado a que estamos tão (mal) habituados.
 
Os espíritos tão cordatos e politicamente correctos que se indignam ou exasperam com esta atitude corajosa não passam disso mesmo: tão cordatos e politicamente correctos, que enjoam. 
 
Nada será definitivo, mas este Salvador, não o sendo da pátria, pelo menos ajuda-nos a preservar alguma racionalidade, no meio de tanta patetice, tanta louridão e tanta lantejoula mediática. 
 
Bem haja.

Pós-de-escrita - Talvez se o Salvador se tivesse referido a um sonoro traque, a uma conspícua ventosidade, a uma inocente flatulência ou, até, a um imponderável pum, as hordas censórias se mantivessem mais apaziguadas. Agora, um peido, na presença de tão eméritos representantes da nação?!... Enfim, não sei se gostaria de lhe estar na pele, ao longo dos próximos dias...

E é vê-los, a todos e a todas, tão puros quão linguisticamente bem comportados, e que nem soltam nem largam, fisicamente, ventosidades que tais, os pobres, tão aprumados. No limite, exalam tão-só algum suspiro deliquescente... Sendo que neles o suspiro terá orifício alternativo.   
 
 

Etiquetas: , ,


Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 12:07


junho 27, 2017

quotidiano delirante (4)

Para nos aligeirar o espírito de tanto fogo, tanta demagogia e tanto desespero, aqui fica um ligeiríssimo apontamento que não tem nada a ver com o fogo, a demagogia inerente e o desespero consequente:

Proponho-vos um exercício curioso: experimentem articular, na presença de petizes ou projectos de jovens - o que eu situaria num escalão etário que vai dos 8 aos 12 anos - expressões idiomáticas que nos estão entranhadas na pele e saltitam quais pipocas no discurso mais informal, do tipo:

- deitar os bofes pela boca

- ser-se mais papista do que o Papa

- ter mais olhos do que barriga

três meros exemplos que me ocorreram, ao correr da pena e em leve conversa com tenra gente. 

Este exercício tem especial impacto nos meios urbanos, claro. O ar de estranheza patenteado pelo nosso interlocutor de tenra idade, que vai da mera incredulidade à ignorância abissal, percorrendo desvairados patamares de não-sabedoria deixar-nos-á com o constrangimento profundo de que não estamos a ser capazes de transmitir o testemunho cultural que nos compete.

E, claro, a culpa não é deles.

Etiquetas:


Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 10:47


junho 20, 2017

sugestão/convite

Na Associação 25 de Abril, no próximo dia 23 de Junho (sexta-feira), pelas 18h00,
Manuel Veiga irá apresentar-nos o seu mais recente livro de poemas, 
Caligrafia Íntima (com edição da Poética Edições).

A apresentação estará a cargo do coronel Nuno Santos Silva e eu participarei, também, com o conforto e o estímulo que advêm de uma amizade, no que se refere ao autor, e na qualidade certa e segura, no que toca à obra em presença.

Apareçam, pois, que a graça de tudo isto está muito ligada à vossa presença!


Etiquetas: , ,


Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 22:42


junho 18, 2017

100 Noites com Poemas
com um poema na vila, em Coruche

Antecedido por um belo repasto, como habitualmente, no Restaurante Aliança, em Coruche, onde sempre somos condignamente recebidos pelos amigos Idália e Zé, aprontámo-nos para mais uma apresentação do livro-álbum Cem Noites com Poemas...


...  que, desta feita, teve lugar no dia 11 de Junho, no Auditório José Labaredas, no Museu Municipal de Coruche, à Direcção do qual deixo, desde já, os nossos agradecimentos pela cedência de tão agradável espaço, bem como a solicitude e amabilidade com que corresponderam aos nossos no âmbito da logística da sala.



Como ingrediente de animação, contámos com a participação, em vários momentos da sessão, do Grupo de Cantares da Assecor  - Associação Sénior de Coruche...


... dirigidos por Laura Macedo, a quem lavro aqui o meu testemunho de gratidão e admiração pelo empenho.




- Ana Freitas inicia a apresentação, em seu nome, em nome do projecto Um Poema na Vila, que orienta há já mais de cinco anos, em nome do grupo das Noites com Poemas, em que participa de longa data, em nome das cumplicidades e dos afectos que temos sabido, mutuamente - como bem se quer - a cultivar desde a primeira hora


- Jorge Castro

Depois, cumpriu-me fazer sucinta apresentação de um projecto que, hoje, é já impossível de descrever em poucas palavras, tal a densidade de gente, de temas, de percursos que o enformam.

Passei, assim, de pronto, a palavra a quantos, ombreando neste projecto, me acompanharam a Coruche e a quem gabo e enalteço a disponibilidade, o companheirismo e o espírito solidário:


- David Silva


- Eduardo Martins


- Francisco José Lampreia


- João Baptista Coelho

... que, pelos vistos, tiveram, connosco, artes de criar um óptimo espírito na audiência.


- Fernanda Frazão, da editora Apenas Livros, amiga, companheira, cúmplice e editora a quem tanto devemos no apoio e entusiasmo proporcionados a quantos autores emergiram desta iniciativa.

Após um breve intervalo a sessão foi reiniciada pelo Grupo de Cantares da Assecor, logo seguida pela participação do grupo de Um Poema na Vila, cada vez mais alargada e claro indício da adesão da comunidade a esta iniciativa cultural, sessão em que os participantes das Noites com Poemas, como habitualmente também se integraram sem ter longes nem distâncias...  


- Rosário Freitas, com cujo acróstico dedicado às Noites com Poemas, eu abrira já a minha apresentação

Caras amigas na audiência.

- Heraldo Bento

- Maria Diniz

- Gabriela Rangel

- Maria Mestre

- João Freitas Mendes

- Maria Augusta Ambrósio

- Idália Silva

- Alzira Carrilho

- Florbela Machado

- Idalina Caçador

- Lucília Meleiro

- Manuel Coelho

 - Gisela Bruno

- Ana Flausino

- Branquinho

Encerramento a cargo do Grupo de Cantares da Assecor...

Em pós-encerramento e «a pedido de árias famílias» solicitei à senhora maestrina Laura Macedo que nos propusesse, assim a modos como que um coro colectivo, tendo como primeira voz a amiga Maria Mestre, entoando a modinha alentejano do Limoeiro, qual refrigério agradável em fim de tarde caloroso, o que foi acolhido com toda a simpatia e colaboração geral. 

Ao longo da sessão esteve patente, também, uma projecção de imagens, da autoria de Lourdes Calmeiro, que documenta e condensa toda a actividade decorrida nas Noites com Poemas, desde 2005 e até à data.

- Fotografias de Lídia Castro e de Lourdes Calmeiro.

Etiquetas: ,


Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 12:30


junho 12, 2017

101ª sessão das Noites com Poemas
com a EMACO, no Templo da Poesia do Parque dos Poetas, em Oeiras

E foi já em 26 de Maio - que o tempo voa!...

Talvez a sua denominação traga em si alguma pompa, mas a circunstância relevou o facto de estarmos no Templo da Poesia, ainda que sem adequados paramentos que não fossem os dos afectos e da partilha, expressões recorrentes nesta nossa iniciativa em prol da Poesia.

- fotografia  obtida em www.elevogroup.comptportfoliotemplo-da-poesia
 Templo da Poesia Parque dos Poetas - Oeiras - visão nocturna


Em actividade agora integrada nas iniciativas da 
EMACO - Espaço e Memória - Associação Cultural de Oeiras
propomo-nos dar continuidade às Noites com Poemas, usando para esta 101ª sessão, como pretexto - se tal fosse necessário - uma nova apresentação do livro-álbum 100 Noites com Poemas.  




Em belíssimas e confortáveis instalações e agora sob a égide da Câmara Municipal de Oeiras...



... nesta nossa sessão muito condignamente representada por Eduarda Oliveira, responsável pela Divisão de Cultura e Turismo e nossa anfitriã, ensaiámos, pois, esta acção que se quer projectada para o futuro.  



Joaquim Boiça, enquanto presidente da EMACO deu as boas-vindas aos presentes, anunciando sucintamente os objectivos  da Associação e várias das iniciativas que levamos em curso. 





- De seguida, o Professor José d'Encarnação, de algum modo já considerado o afectuoso padrinho desta iniciativa, brindou-nos com uma muito original e pessoalíssima abordagem às nossas sessões, que, para nosso gáudio, vem acompanhando desde a primeira hora, o que lhe confere autoridade para a ela se referir de cátedra e, como ficou bem patente para todos, com um cunho de originalidade, até, que nos emocionou.   




Depois, o anúncio - que a mim me competiu - das duas rondas de poemas com que o «núcleo duro» brindaria os presentes, referindo, de passagem, alguns aspectos mais relevantes deste encontro de amizades que conta já com mais de dez anos de idade e sem esmorecimentos.

Talvez tão-só por recear que algum futuro (previsível) possa desvirtuar-nos o passado, neste mundo de fogos fátuos e do culto «assanhado» de irrelevâncias e de foguetório, onde nos cumpre afirmar, no presente e na primeira pessoa, que - como sempre nos diz José Fanha -  somos portugueses aqui, sem delegar em mandantes das tais irrelevâncias um testemunho que a nós nos compete.



- Ana T. Freitas


- Carlos Peres Feio


- David Silva


- Eduardo Martins


- Francisco José Lampreia




- João Baptista Coelho


- Luís Perdigão



- Fernanda Frazão, figura tutelar das Noites com Poemas, que sempre acompanhou e apoiou, das mais variadas formas e modos, que a fazem transcender, para cada um de nós, o mero estatuto de editora, para aquele outro de amiga, companheira, conselheira e cúmplice, ajudando a compor este ramalhete de navegações que, de outro modo, muito difícil seria de conduzir a bom porto.


E, por fim, Jorge Castro - o próprio... - cumprindo a sua parte na ronda de poemas e anunciando o encerramento da sessão...

... não sem que antes desse a voz a Idália Silva, elemento integrante do grupo congénere ao nosso - um poema na vila - especialista em nos brindar com «poemas de circunstância» que têm invariavelmente o condão de constituírem um momento de bom humor e disposição, ditos com uma graça... enfim, que é muito dela e que muito nos apraz, para além de nos ter composto, ainda, o «primeiro poema de Oeiras» para esta sessão! 

O público, numa sala muito bem composta desde a primeira hora, e sem o qual grande parte da relevância do que escrevemos e dizemos se desvanece, esvaziado de interesse maior, pois nesta arte de promover mensagens, se o e o emissor não contar com o destinatário... estamos conversados.

Em nome da única integrante destas 100 sessões que constituíram o nosso livro-álbum, Maria Francília Pinheiro, que não mais nos acompanhará em próximas sessões mas cuja memória não deixará de nos acompanhar sempre, foi dito um seu poema, constante do livro e que por ela nos foi legado:

Maria Francília Pinheiro
(30/01/1934 - 20/04/2013)

Faz-te ao largo

Depois da ventania me levanto
Como o bambu em pleno canavial.
O choro aprendi a afogar e o pranto,
Lembrando dizeres de velho ancestral:

É tempo de arribar do teu quebranto.
Vê como é belo o espaço sideral!
Cuida a ternura, a graça e o encanto
Dos pombos que namoram no pombal...

O medo de ter medo é que destrói.
Lava as feridas. Não te importes se dói.
E faz-te ao largo em estrada não andada...

Procura a força. Está dentro de ti.
Mas nada importa. Olha o mundo e ri, 
Que o Sol traz amanhã outra alvorada!...

 Maria Francília Pinheiro,
in Poesia Que a Mágoa Tece, Lisboa, 2007)

- fotografias de Lourdes Calmeiro e de Lídia Castro

Etiquetas: , , ,


Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 17:27


Arquivo:
Janeiro 2004 Fevereiro 2004 Março 2004 Abril 2004 Maio 2004 Junho 2004 Julho 2004 Agosto 2004 Setembro 2004 Outubro 2004 Novembro 2004 Dezembro 2004 Janeiro 2005 Fevereiro 2005 Março 2005 Abril 2005 Maio 2005 Junho 2005 Julho 2005 Agosto 2005 Setembro 2005 Outubro 2005 Novembro 2005 Dezembro 2005 Janeiro 2006 Fevereiro 2006 Março 2006 Abril 2006 Maio 2006 Junho 2006 Julho 2006 Agosto 2006 Setembro 2006 Outubro 2006 Novembro 2006 Dezembro 2006 Janeiro 2007 Fevereiro 2007 Março 2007 Abril 2007 Maio 2007 Junho 2007 Julho 2007 Agosto 2007 Setembro 2007 Outubro 2007 Novembro 2007 Dezembro 2007 Janeiro 2008 Fevereiro 2008 Março 2008 Abril 2008 Maio 2008 Junho 2008 Julho 2008 Agosto 2008 Setembro 2008 Outubro 2008 Novembro 2008 Dezembro 2008 Janeiro 2009 Fevereiro 2009 Março 2009 Abril 2009 Maio 2009 Junho 2009 Julho 2009 Agosto 2009 Setembro 2009 Outubro 2009 Novembro 2009 Dezembro 2009 Janeiro 2010 Fevereiro 2010 Março 2010 Abril 2010 Maio 2010 Junho 2010 Julho 2010 Agosto 2010 Setembro 2010 Outubro 2010 Novembro 2010 Dezembro 2010 Janeiro 2011 Fevereiro 2011 Março 2011 Abril 2011 Maio 2011 Junho 2011 Julho 2011 Agosto 2011 Setembro 2011 Outubro 2011 Novembro 2011 Dezembro 2011 Janeiro 2012 Fevereiro 2012 Março 2012 Abril 2012 Maio 2012 Junho 2012 Julho 2012 Agosto 2012 Setembro 2012 Outubro 2012 Novembro 2012 Dezembro 2012 Janeiro 2013 Fevereiro 2013 Março 2013 Abril 2013 Maio 2013 Junho 2013 Julho 2013 Agosto 2013 Setembro 2013 Outubro 2013 Novembro 2013 Dezembro 2013 Janeiro 2014 Fevereiro 2014 Março 2014 Abril 2014 Maio 2014 Junho 2014 Julho 2014 Agosto 2014 Setembro 2014 Outubro 2014 Novembro 2014 Dezembro 2014 Janeiro 2015 Fevereiro 2015 Março 2015 Abril 2015 Maio 2015 Junho 2015 Julho 2015 Agosto 2015 Setembro 2015 Outubro 2015 Novembro 2015 Dezembro 2015 Janeiro 2016 Fevereiro 2016 Março 2016 Abril 2016 Maio 2016 Junho 2016 Julho 2016 Agosto 2016 Setembro 2016 Outubro 2016 Novembro 2016 Dezembro 2016 Janeiro 2017 Fevereiro 2017 Março 2017 Abril 2017 Maio 2017 Junho 2017 Julho 2017 Agosto 2017

This page is powered by Blogger. Isn't yours?Weblog Commenting by HaloScan.com



noites com poemas 2


capa do livro Farândola do Solstício
Obras publicadas
por Jorge Castro

contacto: jc.orca@gmail.com

Autor em

logo Apenas

Colaborador de

logo IELT

Freezone

logo Ler Devagar


Correntes de referência:
80 Anos de Zeca
... Até ao fim do mundo!
Aventar
Encontro de Gerações (Rafael)
É sobre o Fado (João Vasco)
Conversas do Café Grilo
Espaço e Memória - Associação Cultural de Oeiras
Final Cut - o blogue de cinema da Visão
Oeiras Local
O MOSCARDO
Poema Dia
Profundezas

Correntes de proximidade:
A Funda São
Amorizade (Jacky)
A Música das Palavras (Jaime Latino Ferreira)
Anomalias (Morfeu)
Ars Integrata
Ars Litteraria
Ars Poetica 2U
As Causas da Júlia (Júlia Coutinho)
As Minhas Romãs(Paula Raposo)
Belgavista (Pessoana)
Blogimmas
Blogotinha
Bloguices
Câimbras Mentais (AnAndrade)
Carlos Peres Feio
chez maria (maria árvore)
Coisas do Gui
deevaagaar
Divulgar Oeiras Verde (Ana Patacho)
e dixit (Edite Gil)
Fotos de Dionísio Leitão
Garganta do Silêncio (Tiago Moita)
Isabel Gouveia
Itinerário (Márcia Maia)
Metamorfases
Mudança de Ventos (Márcia Maia)
Mystic's
Nau Catrineta
Notas e Comentários (José d'Encarnação)
Novelos de Silêncio (Eli)
Pedro Laranjeira
o estado das artes
Palavras como cerejas (Eduardo Martins)
Parágrafos Inacabados (Raquel Vasconcelos)
O meu sofá amarelo (Alex Gandum)
Persuacção - o blog (Paulo Moura)
Queridas Bibliotecas (José Fanha)
Raims's blog
Relógio de Pêndulo (Herético)
Risocordeluz (Risoleta)
Rui Zink versos livros
Repensando (sei lá...)
sombrasdemim (Clarinda Galante)
Tábua de Marés (Márcia Maia)
Valquírias (Francília Pinheiro)
Vida de Vidro
WebClub (Wind)

Correntes de Ver:
desenhos do dia (João Catarino)
Esboço a Vários Traços

Correntes Auspiciosas:
ABC dos Miúdos
Manifesto-me
Netescrita
Provérbios

Correntes Favoráveis
A P(h)oda das Árvores Ornamentais
Atento (Manuel Gomes)
A Paixão do Cinema
A Razão Tem Sempre Cliente
A Verdade da Mentira
Bettips
Blog do Cagalhoum
Cadeira do Poder
CoeXist (Golfinho)
Congeminações
Crónica De Uma Boa Malandra
Desabafos - Casos Reais
Diário De Um Pintelho
Editorial
Escape da vida...
Espectacológica
Eu e os outros...
Eu sei que vou te amar
Fundação ACPPD
Grilinha
Há vida em Markl
Hammer, SA
Horas Negras
Intervalos (sei lá...)
João Tilly
Lobices
Luminescências
Murcon (de JMVaz)
Nada Ao Acaso
NimbyPolis (Nilson)
O Blog do Alex
O Bosque da Robina
O Jumento
(O Vento Lá Fora)
Outsider (Annie Hall)
Prozacland
O Souselense
O Vizinho
Palavras em Férias
Pastel de Nata (Nuno)
Peciscas
Pelos olhos de Caterina
Primeira Experiência
Publicus
Puta De Vida... Ou Nem Tanto
Santa Cita
The Braganzzzza Mothers
Titas on line
Titas on line 3
Senda Doce
TheOldMan
Traduzir-se... Será Arte?
Um pouco de tudo (Claudia)
Ventosga (João Veiga)
Voz Oblíqua (Rakel)
Zero de Conduta
Zurugoa (bandido original)

Corrente de Escritas:
A Arquitectura das Palavras (Lupus Signatus)
Além de mim (Dulce)
Ana Luar
Anukis
Arde o Azul (Maat)
Ao Longe Os Barcos De Flores (Amélia Pais)
Babushka (Friedrich)
baby lónia
Branco e Preto II (Amita)
Biscates (Circe)
blue shell
Cartas Perdidas (Alexandre Sousa)
Chez Maria (Maria Árvore)
Claque Quente
2 Dedos de Prosa e Poesia
Escarpado (Eagle)
Erotismo na Cidade
Fôlego de um homem (Fernando Tavares)
Há mais marés
Humores (Daniel Aladiah)
Insónia (Henrique Fialho)
Klepsidra (Augusto Dias)
Letras por Letras
Lua de Lobos
Lus@arte (Luí­sa)
Mandalas Poemas
Menina Marota
Novos Voos (Yardbird)
O Eco Das Palavras (Paula Raposo)
Porosidade Etérea (Inês Ramos)
O Sí­tio Do Poema (Licínia Quitério)
Odisseus
Paixão pelo Mar (Sailor Girl)
Palavras de Ursa (Margarida V.)
Palavrejando (M.P.)
Poemas E Estórias De Querer Sonhar
Poesia Portuguesa
Poetizar3 (Alexandre Beanes)
Serena Lua (Aziluth)
Sombrasdemim (Maria Clarinda)
Sopa de Nabos (Firmino Mendes)
T. 4 You (Afrodite)
Uma Cigarra Na Paisagem (Gisela Cañamero)
Xanax (Susanagar)

A Poesia Nos Blogs - equipagem:
A luz do voo (Maria do Céu Costa)
A Páginas Tantas (Raquel)
ante & post
As Causas da Júlia
Cí­rculo de Poesia
Confessionário do Dilbert
Desfolhada (Betty)
Estranhos Dias e Corpo do Delito (TMara)
Extranumerário (GNM)
Fantasias (Teresa David)
Fata Morgana... ou o claro obscuro
Jorge Moreira
MisteriousSpirit (Sofia)
Passionatta (Sandra Feliciano)
Peças soltas de um puzzle
Poemas de Trazer por Casa e Outras Estórias - Parte III
Poesia Viva (Isabel e José António)
Poeta Salutor (J.T. Parreira)
Que bem cheira a maresia (Mar Revolto-Lina)
Sais Minerais (Alexandre)
Silver Soul
Sombra do Deserto (Rui)

Navegações com olhos de ver:
Em linha recta (lmatta)
Fotoescrita
gang00's PhotoBlog
Nitrogénio
Objectiva 3
Pontos-de-Vista
Rain-Maker
O blog da Pimentinha (M.P.)
Passo a Passo
Portfólio Fotográfico (Lia)
Words (Wind)

Já navegámos juntos...
Aliciante (Mad)
A Rádio em Portugal (Jorge G. Silva)
Atalhos e Atilhos
Cu bem bom
Encandescente
Geosapiens
Incomensurável
Isso Agora...
Letras com Garfos (Orlando)
Luz & Sombra
Pandora's Box
Pés Quentinhos
Praça da República em Beja (nikonman)
SirHaiva
Testar a vida
Tuna Meliches

Correntes de Consulta:
Abrupto
A Lâmpada Mágica
Aviz
Blogopédia...
Bloguítica
Contra a Corrente
Contra a Corrente
Conversas de Merda
Cravo e Canela
Do Portugal Profundo
Inépcia
Médico explica medicina a intelectuais
Oficina das Ideias
Portugal No Seu Pior
Professorices
República Digital
Retórica e Persuasão
Ser Português (Ter Que)
You've Got Mail

Correntes interrompidas:
A Nau Catrineta (zecadanau)
Aroma de Mulher (Analluar)
A Voz do Fado!
blog d'apontamentos (Luí­s Ene)
Catedral (ognid)
Cidadão do Mundo
Conversas de Xaxa 2
CORART - Associação de Artesanato de Coruche
Cumplicidades (Maria Branco)
Flecha
Fraternidades (Fernando B.)
Ilha dos Mutuns(Batista Filho)
Histórias do mundo (Clara e Miguel)
Lazuli (Fernanda Guadalupe)
luz.de.tecto (o5elemento)
Letras ao Acaso
Madrigal - blog de poesia
Mulher dos 50 aos 60 (Lique)
O Mirmidão
O soldadinho de chumbo
Palavras de Algodão (Cris)
podiamsermais (Carlos Feio)
Poemas de Manuel Filipe
Porquinho da Índia (Bertus)
Um Conto à Quinta
Xis Temas (António San)

noites com poemas