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mundo
Todas as coisas têm o seu mistério
e a poesia
é o mistério de todas as coisas

Federico García Lorca

Sendo este um BLOG DE MARÉS, a inconstância delas reflectirá a intranquilidade do mundo.
Ficar-nos-á este imperativo de respirar o ar em grandes golfadas.
dezembro 30, 2010

nova colaboração em Persuacção - o blog


Ora, é com o maior prazer que vos anuncio que, a partir de hoje, o autor deste Sete Mares passa a colaborar também, por convite amável do excelso Paulo Moura, em Persuacção - o blog, onde já deu entrada o meu primeiro artigo de opinião, ó gente da minha terra... Convido-vos, então, a fazer-nos por lá uma visita.

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Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 11:52


dezembro 27, 2010

que 2011...

tenho o meu caminho aceso
entre margens de incerteza
entre ventos de passagem
entre véus de montes pardos

do norte não trago pressas
nem do sul o mar reclamo
de leste me prendem cravos
no sol poente enredados

seja de mãos o futuro
seja de sangue este grito
que do pouco se faz tudo
do nada que a vida leva

resta-me um canto de terra
debruçado sobre o mar
é neste chão que me atardo
é nele que vou semear

- Jorge Castro

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Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 14:24


dezembro 24, 2010

festas e festinhas das boas, para quantos por aqui passem,
são os votos do OrCa

NATAL 2010 – SE EU FIZESSE DO NATAL...

se eu fizesse do Natal o que apetece fazer
teria de viajar ao mais longe que souber
comeria a aletria com desenhos de canela
rapava com alegria o fundo de uma panela
onde sobrara a doçura dos doces da consoada
e correria a provar a primeira rabanada
a saber a leite doce e àquele vinho do Porto
que enchia a casa toda de calor e de conforto

se eu fizesse do Natal o que apetece saber
chamaria alguns amigos aos lugares a preencher
de quantos lugares vazios em redor da nossa mesa
pudesse eu encher de afectos para guardar a certeza
de que ausência nenhuma se revelasse maior
mas brilhasse na memória e nos trouxesse o melhor
que a vida toda nos trouxe do amor ou da amizade
se eu fizesse do Natal um Natal com mais verdade

se eu fizesse do Natal um Natal com estas mãos
em redor daquela mesa seriam todos irmãos
presépio onde os saberes de mãos dadas com sabores
fariam saber ao mundo de que há mundos bem melhores…


- Jorge Castro
Dezembro de 2010

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Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 10:04


dezembro 20, 2010

noites com poemas
a poesia na ESQM
a ponte construída para o presente!


Jovens da Escola Secundária Quinta do Marquês tiveram a cargo a condução da última sessão das Noites com Poemas. Boas vindas e apresentação sumária em forma de poema e, prontamente, se passou a batuta...  


... para quem estava lá com incumbências de direcção dos acontecimentos. David José Silva apresentou-nos os seus colegas e amigos, informando-nos ao que vinham, e propôs-nos uma abordagem à poesia através de mescla de sentires, de personalidades, que se enformam em díspares manifestações poéticas, tanto quanto à forma como ao conteúdo. Coube-lhe dar início prático a essa proposta... 




Carlota Pignatelli, Tomás Neves e Castro, Marina Durante (da esquerda para a direita), mostram uma maturidade, mesmo quando construída sobre as inquietações - ou também por isso mesmo -, que nos trazem vestidas sob a forma de poemas e que desvendam - para todos aqueles que dúvidas tivessem - quão próximos, afinal, todos estamos...     


...  esbatendo-se de forma clara divergências costumeiras do «fosso de gerações», porventura alimentadas preversamente por «elementos de aceleração» da sociedade consumista que nos cerca.

Pessoalmente, senti-me transportado para recônditos lugares da minha juventude onde, apesar da distância temporal e do aparente avanço desaustinado do «progresso», me encontrei perfeitamente identificado com as palavras dos nossos convidados. 



João Mateus (canto) e o Maestro Pedro Miguel (piano) foram pontuando os poemas com interpretações de temas diversos... ainda que o sintetizador, gentilmente cedido por um bom amigo,  nos deixasse a todos com uma  oitava a menos relativamente ao esperado piano - único elemento que a propagandeada «crise» impediu de estar presente, como seria de desejar. Mas João Mateus soube, desembaraçadamente, caçar com o gato, à falta do cão.  











E assim foi que a todos nos agradou sermos espectadores por longos e bons momentos, ouvindo falar de cátedra a quem se afoitou ao desafio. Uma timidez aqui ou uma insegurança além - que não é impunemente que se desvenda a nossa alma em forma de poesia... - não fizeram mais do que contribuir para o ambiente descontraído que se gerou. E que é apanágio destas nossas sessões.


A primeira voz que se fez ouvir do «outro lado» da sala exaltou o desempenho dos nossos jovens convidados, parabenizando também, comovidamente, os pais que tal testemunho souberam transmitir, nesta corrente contínua de que é feita a Humanidade.

 João Baptista Coelho


Oeiras Verde (Estefânia, Helena, Irene, Jorge, Ana, Magnólia)

Eduardo Mendes, que em boa hora se lembrou de se fazer acompanhar por um excelente texto do Carlos Pedro

Francisco José Lampreia

Pedro Tavares

Maria Francília Pinheiro

Tina, em desempenhos de Mãe Natal

Limão

Feliz Soares

Jorge Castro

...e os amigos constantes, com os nossos convidados e quantos arrostaram a noite de intempérie para se nos juntarem, criámos não o Natal possível, mas o Natal urgente e necessário, solidário e presente, provando à saciedade que essa coisa da «crise» talvez tenha muito a ver com economias (da treta) e economistas (da treta, também), mas nada tem a ver com os seres humanos e os seus afectos.    

- Fotografias de Lídia Castro e de Lourdes Calmeiro

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Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 09:38


dezembro 16, 2010

convite
noites com poemas
A Poesia na ESQM - Escola Secundária Quinta do Marquês (Oeiras)


Excepcionalmente no sábado, dia 18 de Dezembro de 2010, mas como sempre na Biblioteca Municipal de Cascais - Sâo Domingos de Rana (Bairro Massapés - Tires) e também com início às 21h30, teremos a próxima sessão das Noites com Poemas, desta vez contando, como convidados especiais, com a presença de vários estudantes da Escola Secundária Quinta do Marquês (Oeiras).

Haverá música e canto, acompanhando os poemas que sempre preenchem aquele espaço. Eis as personalidades que nos darão a honra e o gosto de o enriquecer:

- David José Silva
- Tomás Neves e Castro
- Marina Durante
- Carlota Pignatelli
- João Mateus
- Maestro Pedro Miguel

Constou-me que, entre outras coisas, haverá referências à Belle Époque... e é quanto me apraz desvendar, que mais não sei e dizem-me que é surpresa.

Haverá, também como sempre, lugar à participação de quantos muito bem entendam trazer-nos um, ou dois, ou três poemas... E apesar de sabermos que o Natal é sempre que um homem quiser, a partilha que ali ocorre durante todo o ano tenderá certamente a acentuar-se.

A entrada é livre, tal como a participação. A verificar-se qualquer prisão, ela será necessáriamente pessoal, virtual e voluntária e passará sempre pelos afectos - modo e condição de nos descobrirmos mais livres.

Um grande abraço e... votos de Festas Felizes, que é tempo delas, como das castanhas - tanto mais que elas vão escasseando (tanto as reais como as metafóricas...).

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Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 23:57


dezembro 14, 2010

convite
dia 16 de Dezembro, pelas 16 horas
na Livraria-Galeria Verney, em Oeiras


Eu sei que a oferta cultural, neste mês de Dezembro, é de grande intensidade... Mas para quem tenha interesse/disponibilidade e possa deslocar-se a Oeiras, teremos uma sessão de poemas com o tema Histórias Com Versos, na quinta-feira, dia 16 de Dezembro, pelas 16 horas, na Livraria-Galeria Municipal Verney, mesmo ali no centro histórico de Oeiras - não tem que enganar.

Fartinhos das histórias que nos vêm sendo contadas, acrisoladas e terríficas, contaremos por aí as de nossa lavra, naquilo que mais nos apraz chamar um círculo de amigos que entre si descobriram na poesia um modo de estarem próximos, desfrutando essa partilha com quantos queiram estar, também, connosco.

Para além de mim, o NÓS será constituído pelo Carlos Peres Feio, o David José Silva, a Estefânia Estevens, o Francisco José Lampreia, o João Baptista Coelho, a Maria Francília Pinheiro e o Oeiras Verde.

Venham, venham... E tragam um amigo, também!
 

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Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 09:30


dezembro 10, 2010

o português Cristóvão Colon


Dia 11 de Dezembro, a partir das 15 horas, inauguração da Casa Museu Dr. Manuel Luciano da Silva, em reconhecimento ao notável investigador do «processo Colombo» com créditos internos e externos, inauguração que terá lugar em Cavião, Vale de Cambra.

Sucessivas e credibilizadas investigações - a que valores bem instalados se obstinam a não querer dar eco, nem sequer na lusa pátria... - apontam para a inevitabilidade de Cristóvão Colon (vulgo Colombo) ser portuguesíssimo, oriundo de Cuba, no Alentejo e da família dos Zarcos navegantes, em demanda do Novo Mundo a soldo dos reis de Castela mas, na realidade, ao serviço de D. João II, desviando atenções da descoberta da rota marítima das Índias, de capital importância para a coroa portuguesa.

Na Casa Museu Dr. Manuel Luciano da Silva ficará disponível o acervo literário coligido pelo investigador ao longo de 50 anos de actividade empenhada. Por lá estarei, de atenção bem desperta, e por lá direi o meu poema inédito numa linha indecisa do horizonte, dedicado ao navegador que a História «oficial» tão mal parece avaliar... por enquanto.
  
A CRISTÓVÃO COLÓN (SALVADOR GONÇALVES ZARCO?), ALENTEJANO DE CUBA, QUE TERÁ DEMANDADO AO NOVO MUNDO POR ORDENS DE EL-REI D. JOÃO II


numa linha indecisa do horizonte
navegante sob as cores da solidão
estremece e uma ruga cruza a fronte
de Cristóvão ido em ventos de feição

o madeiro feito nau vela por ele
o cordame geme breve quase embalo
o velame enfunado o mar impele
tal as ondas que parecem escutá-lo

nada mais o contém e lá navega
à procura de um destino ao rés do amargo
porque o sonho nem é seu nem o sossega
a quietude em que singra no mar largo

ter de si por missão destino incerto
o futuro iludindo no presente
que lhe traz a sua pátria bem mais perto
da lonjura em que vai ficando ausente

um futuro desenhado acidental
que cumpriu por julgar valer a pena
e se vai por Castela é Portugal
a guiá-lo pois el-rei assim ordena

e lobriga muito além junto ao sol posto
por acaso ou talvez saber profundo
em trejeito que é sorriso a contragosto
essa linha que anuncia o novo mundo

são também de marés tão ondeantes
as passagens de que se faz uma vida
e Cristóvão foi assim dos mareantes
navegantes da Utopia sem medida

se ao longe lhe avistamos esse jeito
que o mar dá que é faceiro e que é gingão
sendo Zarco é Cristóvão imperfeito
mas - que importa? – se é nascido neste chão.
- Jorge Castro
1 de Novembro de 2010

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Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 21:14


dezembro 09, 2010

em jeito de homenagem, Thita, por teres dado origem a esta prolongada aventura...

15.12.2003

Uma prendinha de Natal para a OrCa. Oferecida por quem gosta de mim.


Depois, o Atlântico, de Sophia de Mello Breyner Andresen:

Mar
Metade da minha alma é feita de maresia

postado por: OrCa 12:15 PM Comments: 7

Pois foi assim... Exactamente assim! Em 15 de Dezembro de 2003, depois de uma intensa e diária participação em comentários no desafiante blog Provérbios, de uma muito jovem Inês e de seu pai - obviamente o Pai da Inês -, uma das regulares comentadoras, a Thita - outra muito promissora jovem -, achou por bem que eu também deveria ter um blog meu onde assumisse responsabilidades para além dos meros comentários em blogues alheios. E assim nasceu o SETE MARES, uma notável prenda de Natal, e com denominação sugerida pela Thita, que acabara de ver o filme com esse título e porque um OrCa é condigno que cruze mares. 

No Provérbios congregou-se uma comunidade que se me revelou de uma consistência pelo caminho dos afectos que eu estaria longe de imaginar nesses primeiros passos da blogosfera. E deles muito me apraz registar que ainda andam por aqui, com «personalidades bloguísticas» sobejamente conhecidas: a Gotinha, o Santa Cita, o Morfeu, para além das já invocadas... e eu próprio.

Depois, em 1 de Janeiro de 2004, o Sete Mares assumiu o aspecto que, genericamente, ainda hoje mantém, oficial, portanto, com criação integral do meu filho Alexandre, rapaz já então muito dado a estas vidas informáticas e que me dá preciosas ajudas em momentos de desvarios diversos nestes caminhos de escolhos e melindres técnicos.

Três jovens estiveram, então, na génese desta aventura para a qual me impeliram e que, também por eles, venho mantendo. A minha gratidão pelo incentivo e para sempre. 

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Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 23:18


dezembro 04, 2010

fotografando o dia (162)


não há andorinhas verdes
nem céu azul sem senão
na fábula se és gato perdes
por seres barro... também não

elas voam bem maduras
mas não caem do beiral
e o gato vendo-as seguras
olha-as bem mas não faz mal


- fotografia e poema de Jorge Castro

- exposição sobre Bordalo Pinheiro de Joana Vaconcelos no Museu da Cidade, em Lisboa

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Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 09:10


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noites com poemas 2


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