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mundo
Todas as coisas têm o seu mistério
e a poesia
é o mistério de todas as coisas

Federico García Lorca

Sendo este um BLOG DE MARÉS, a inconstância delas reflectirá a intranquilidade do mundo.
Ficar-nos-á este imperativo de respirar o ar em grandes golfadas.
março 25, 2014

noites com poemas
com Regina Correia e amigos

Pois é... creio que nunca tal foi antes a extensão da reportagem fotográfica a lançar por estes Sete Mares, mas o facto é que fomos muitos a participar nesta sessão, assim a modos que um carrossel de afectos que evoluiu em espiral ascendente, mas carrossel onde os cavalinhos, as girafas, as cadeiras rodopiantes assumiram a forma e o modo de poemas, de música, de canto e de afectos.  


Tratava-se da apresentação do livro de poemas Sou Mercúrio, Já Fui Água, da autoria de Regina Correia, a nossa convidada, livro que me competiu apresentar, mas que trazia acoplado a Noite Andarilha, outra obra da mesma autora e cujo título foi premonitório em relação ao que esta noite nos trouxe.


Página a página, os livros foram saboreados e degustados, numa correria à flor da pele... e deles não mais se dirá, a não ser que se trata de uma edição da Alphabetum - Edições Literárias e, como em tantas outras circunstâncias, não incomodando os meus improváveis leitores com arrazoados  fastidiosos, se deixa lembrança das palavras de um poeta: «melhor é experimentá-lo...».


Disse, depois, a autora, Regina Correia, de sua justiça, com amáveis palavras e com o levantar do véu do que a noite tinha ainda para nos trazer...


Afinal, estávamos no Dia Mundial da Poesia, no Dia Mundial da Árvore e com a Primavera a entrar-nos portas adentro, sem pedir licença, mas de quem já todos vamos sentindo a falta... Recordemos e celebremos o Março que logo nos trará Abril, pois!


Após esta «primeira parte» em torno da apresentação das obras da autora convidada, chegou a vez dos poemas e dos poetas da casa de prestarem tributo ao dia, à convidada, à Lua, até, se o quisermos, que andava arredia, a garganeira, escondida por incansáveis bátegas de água que não conseguiram afugentar todos aqueles que vieram por bem.  


- Carlos Gaspar e Palmira Gaspar, acompanhados pela prima-neta, uma bela jovem, Emily de sua graça, que nos chega dos Estados Unidos para saber de Portugal e da língua portuguesa. Entretanto deixaram o anúncio do próximo evento, por eles organizado, no próximo 12 de Abril, pelas 15h, na Biblioteca Municipal das Caldas da Rainha e também comemorativo do Dia Mundial da Poesia. 


- Emily
(... e porque será que aqui me ocorreu o tema For Emily, Whenever I May Find Her,
de Simon and Garfunkel e de tão boa memória...)



- Ana Patacho, de quem ficou no ar anúncio de obra escrita para breve...


 - Francisco José Lampreia, que no seu afã de ilustrar Pessoa, nem deu tempo ao completo desenvolvimento do conspícuo bigode... mas valeu a intenção. 



- João Baptista Coelho, que dedicou à nossa convidada um seu poema, com o efeito... natural. 




- Emília Azevedo


- Eduardo Martins... com sobejas razões para este seu ar agastado.


- Luís Perdigão, homem que não deixa penas por mãos alheias...



- Humberto Seriz


- Jorge Castro


E fomos chegados à «terceira parte» e ao excelente naipe de amizades de Cabo Verde (e não apenas...) com que Regina Correia nos brindou. Tratava-se, agora, de dar voz a diversos poemas da autora, através de alguns dos seus afectos. Antes, porém, deixou-nos ela com uma muito personalizada versão da Canção com Lágrimas, do Adriano Correia de Oliveira, assim a modos de anúncio/abertura relativamente ao que se seguiria.


Uma menção muito para além de meramente honrosa ao acompanhamento cuidado, à guitarra clássica,  que António F. Lima (Tonecas) e Heloisa Monteiro fizeram ao longo de todo este espaço sem tempo...


E permitam-me lá a imodéstia: a sala, como sempre e contra as intempéries, cheia!


- Carlota de Barros


- Heloisa Monteiro


- Mário Piçarra, que nos trouxe dois temas compostos por si e sobre poemas meus: Um Mito Urbano e Os Artistas, mas também Carta ao Zeca, de José Mário Branco e, em parceria com Zenaida Chantre, as Ondas Sagradas do Tejo, de B. Leza. 


- Alexandre Conceição (Xan)


- Zenaida Chantre, com o Mal de Amor, de Eugénio Tavares, com um dulcíssimo regato na voz...


E, a cada passo, um coro, que música desta pede e aconselha cumplicidades.  


- Tonecas Lima


- Jorge Rodrigues


- Paula Martins


- Filomena Lubrano


- Luís Tomar


- Abílio Alves


- Teresa Noronha


- A parceria Zenaida Chantre e Mário Piçarra, acompanhados por Tonecas Lima e Heloisa Monteiro.



E sempre as vozes outras a enriquecerem mais o que já o era.


Regina Correia encerra o recital com a Trova do Vento que Passa, de Manuel Alegre, António Portugal e Adriano Correia de Oliveira, que estava mesmo, mesmo, a pedir que outras vozes se lhe juntassem...


... e vieram mais cinco e mais dez e, afinal, a sala toda!


Pois, pois... acabada a festa, a festa continuou, que nisto das músicas, em havendo Cabo Verde por perto, a navegação não pára.


Para cúmulo, uns docinhos de Cabo Verde, um ponche, um moscatel... e, afinal, uma Biblioteca com vida a extravasar por todos os poros.


Muito me pareceu que a autora não teve mãos a medir quando chegou a hora dos autógrafos...


... por entre o alegre vozear que persistia e não desarmava 


Talvez no dia se comemorasse a Poesia... Mas já era outro o dia e a Poesia continuava, uma hora mais, outra hora, comprovando que ela terá lugar sempre que um homem e/ou uma mulher assim o quiserem!

Outra mais, que ninguém nos tira. E já lá vão 96!

- Fotografias de Lourdes Calmeiro e de José Freitas

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Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 00:14


março 22, 2014

convite ainda a tempo

Hoje mesmo, pelas 22 horas, no Clube Desportivo do Arneiro (Carcavelos - Cascais), em sessão evocativa à Vida de António Feio, através da poesia de Carlos Feio, dita pelo próprio, acompanhado por José Proença de Carvalho (voz) e Hugo Sampaio (música). Também eu darei um ar da minha graça, em homenagem sempre merecida a António Feio e pelos caminhos dos afectos que me aproximam à família Feio...


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Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 13:45


março 16, 2014

convite - noite com poemas
com Regina Correia e amigos



Na nossa próxima sessão das Noites com Poemas - no próximo dia 21 de Março, também Dia da Poesia, pelas 21h30 - na Biblioteca Municipal de Cascais - São Domingos de Rana -, teremos, como convidada, Regina Correia, que nos trará, com edição da Editora Alphabetum, o(s) livro(s) de poemas, de sua autoria, Sou Mercúrio, Já Fui Água (e Noite Andarilha - reeditado). 

Como se respiga da obra em presença e sobre a autora: «Sua escrita é marcada pela experiência de vida pendular entre Portugal e Angola durante a infância e a juventude, sendo a prosa e a poesia exemplos de mestiçagem, a nível do imaginário, da linguagem, da sintaxe e do ritmo».

Para além da apresentação das obras, a sessão incluirá um recital poético-musical,contando com a participação especial de vozes cabo-verdianas: Abílio Alves, Adalberto Fonseca, Alexandre Conceição (Xan), Carlota de Barros, Filomena Lubrano, Heloisa Monteiro (violão), Luís Tomar, Jorge Rodrigues, Mário Piçarra (compositor/intérprete), Paula Martins,Teresa Noronha, Tonecas Lima (violão), Zenaida Chantre (mornas).

Um programa tão completo será, por si só, bastante para preenchimento dos espíritos. Ainda assim e como sempre, sou capaz de vos sugerir que surpreendam os circunstantes com algum poema... enfim, daqueles que vos estejam mesmo, mesmo a apetecer. Afinal, trata-se, também, de celebrar o Dia Mundial da Poesia, pelo que a noite se quer cheia de vozes. De acordo?

Lá vos esperamos. A presença de cada um, como sempre, será necessária e fará diferença.

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Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 10:41


março 12, 2014

é (será) dia de gerúndia poesia

Com que então, adeus e até 2035? Valha-nos a todos um gato esfolado, até ele miar... E o Dia Mundial da Poesia que já lá vem...

é dia da poesia
meus senhores quanta alegria
traz calor aos corações
e às unhas dos pés também
se chaminés de aflições
fumegam como convém

os dias são de maleitas
presentes mais que imperfeitas
e nós cá vamos ficando
mas as veredas estreitas
nem permitem que correndo
mas apenas vegetando

e assim lá vamos andando
sem sabermos os porquês
nem sabermos até quando
gratos a vossas mercês
se não morrermos de vez
no viver em lume brando

à proa – à proa gajeiro
vê lá se chegas primeiro
se te ajeitas em trepando
que nós voando baixinho
damos jeitos ao jeitinho
nos jeitos que vão calhando

é dia de poesia
meus senhores que bizarria
soltar o estro na praça
quanto menos se estremeça
menor será a desgraça
ou talvez nem aconteça

assim somos nós senhores
no mundo todo maiores
se menores não mais houvera
pioneiros seniores
damos ao mundo os melhores
e damos milho à quimera

esta quimera de pombos
que transportamos aos tombos
num pombal feito enxovia
onde se arvoram penachos
destinados aos borrachos
tendo cartas de alforria

houve uma ilha de amores
que premiou destemores
de quem ao mar fez caretas
hoje fazemos negaças
chiquelinas e umas tretas
em carnaval sem caraças

meu Portugal terra amada
sem saber porquê sem nada
que nos traga um acalanto
e eu pr’àqui sem saber
deste morrer-se a viver
o porquê de tanto pranto

é dia de poesia
meus senhores e esta azia
que não sai do meu caminho
neste meu país de espanto
p’ra ter por nação meu ninho
quanto eu dou… daria quanto…

- Jorge Castro

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Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 12:34


março 08, 2014

dar voz à poesia,
na Escola Secundária de Peniche

Dar Voz à Palavra, eis a fórmula escolhida para nomear uma iniciativa em curso na Escola Secundária de Peniche - um concurso de leitura e poesia - e que, conforme se anuncia nos seus objectivos, se destina a:

1. estimular o contacto dos jovens com o texto poético;
2. tornar o acto de proferir o texto poético num momento artístico;
3. dar voz interpretativa ao texto poético;
4. celebrar a língua portuguesa.

O convite chegou-me através da professora Noémia Machado, responsável pela Biblioteca Escolar, organizadora do evento, em parceria com o grupo de Portugês da Escola.

Esta sessão, como respigo do seu cartaz de anúncio, «com bons exemplos de diseurs, tem a finalidade de ajudar a preparar a prestação dos nossos alunos representantes das turmas para a final do concurso de leitura de poesia Dar Voz à Palavra que irá ocorrer no dia 21 de Março (Dia Mundial da Poesia)».

Contámos com a participação especial de alunos da Escola: Bruno Colaço (música), Joana Rosado e Mariana Rodrigues (dança).

- Bruno Colaço (piano)

- Os convidados: Rogério Cação, Ângela Malheiros e Jorge Castro
 

Após a apresentação do evento, a cargo da professora Noémia Machado - a quem devo manifestar o meu agradecimento pela cordialidade no acolhimento, tanto quanto pela  muito amável apresentação - cumpriu-me prosseguir a sessão dissertando sobre  o que tenho vindo a aprender, ao longo da vida, sobre a arte de divulgar poesia e comunicar com um público, exemplificando sob a forma de vários poemas de minha autoria e esperando que o que ficou dito e feito se venha a revelar útil  para os presentes que, já agora e a propósito, compunham em muito significativo número o grande auditório.

Grande, também, o prazer por mim sentido ao ser de imediato sequenciado por vibrantes e suculentos desempenhos por parte dos meus companheiros de painel: Ângela Malheiros e Rogério Cação, ambos provando serem senhores de muitos saberes nestas vidas de partilhar poemas.

Com eles contei para o desafio lançado aos assistentes e que consistiu em entoarmos em coro e animosamente a Procissão, de António Lopes Ribeiro, seguindo a conhecida versão de João Vilaret. 

- Ângela Malheiros

- Rogério Cação

- Joana Rosado e Mariana Rodrigues

Após um breve intervalo, com chá, bolos e convívio, avançámos para a segunda parte do evento que voltou a contar com os desempenhos dos alunos, já mencionados, e com um novo painel composto, agora, com elementos do corpo docente da Escola, a começar no seu Director, José Diniz, e as professoras Laura Diniz e Célia Pereira

- José Diniz

- Célia Pereira

- Laura Diniz

Uma excelente sessão de poemas, pois. Um exemplo mais e tão bem conseguido, dessa arte maior de se ser professor, militante pela causa do Ensino e da transmissão de conhecimentos, que se consubstancia no que chamamos preparação para a vida, mas uma vida recheada de humanidade.

Por mim, foi uma honra ter recebido tal convite e espero bem ter sido capaz de corresponder satisfatoriamente ao que me foi proposto.

Por tal noite... nem se deu pelo tempo passar.

- Fotografias de Carlos Peres Feio

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Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 17:15


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noites com poemas 2


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