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mundo
Todas as coisas têm o seu mistério
e a poesia
é o mistério de todas as coisas

Federico García Lorca

Sendo este um BLOG DE MARÉS, a inconstância delas reflectirá a intranquilidade do mundo.
Ficar-nos-á este imperativo de respirar o ar em grandes golfadas.
fevereiro 29, 2008

Hoje, ainda...

... dia 29 de Fevereiro, Pedro Mota, no Padrão dos Descobrimentos, pelas 18h30, contar-nos-á as histórias de povos, culturas e rituais, vistos pelos olhos do viajante que ele é.

Num cenário de espectáculo, onde antecipo um fulgurante pôr-do-sol, aqui fica o desafio para um bom início de fim de semana.

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 00:14


fevereiro 25, 2008

Reflexão... ele há coisas...

Assim como quem não quer a coisa, a mensagem desaguou, insidiosa, na minha caixa de correio e dei por mim a pensar que as evidências por vezes são tão evidentes que nem damos por elas...

"Estas contas são muito difíceis de entender:

Se em 2002 um barril de petróleo custava 70 dólares, o que equivalia grosso modo a 77 Euros e hoje ele custa 100 dólares, o que equivale sensivelmente a 70 Euros, como é que se pode dizer que o petróleo subiu de preço?"

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 22:42


fevereiro 23, 2008

fotografando o dia (102)


entre as grades passa o teatro da vida

em planos feitos de acaso sem tempo

para alguns um momento que se olvida

outros sendo manequins em contratempo


- foto e poema de Jorge Castro



Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 13:47


fevereiro 21, 2008

4Kids dos TunaLightZone

Hoje convidam-se todos a visitar o síto da TunalightZone, para apreciarem a animação dos 4Kids, que já está a passar no canal Panda.

A animação também pode ser vista, ainda que com menor qualidade, em

http://www.youtube.com/tunalightzone

(genérico da TunaLightZone - procue-se o video dos 4Kids)

Traz água no bico, o convite. São orgulhos, senhores. Mas, que fazer? Se há obra feita, sentimos com maior intensidade que o testemunho está bem entregue... e não há maneira de dar a volta a isso!

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 10:14


fevereiro 19, 2008

noites com poemas

as palavras

são palavras que nos guardam
que resguardam o passado
nos caminhos que trilhamos

são palavras do presente
que se lavram ternamente
no futuro que fizermos

mas há palavras dementes
que ferem gritam trucidam
o dia mal resguardado

há gemidos nas palavras
lágrimas risos e as lavras
da sementeira do acaso

palavras não valem nada
mas são o gume da espada
e do berço o acalanto

eu às palavras pertenço
e subo ao rés do universo
se me perco ou se me venço

às palavras me abandono
que não sou dono de nada
para além de uma alvorada

trago as palavras comigo
levo-as ao porto de abrigo
nos caminhos que cruzamos

há palavras para os ais
para o sempre e nunca mais
elas sobram se as calamos.

- poema de Jorge Castro

20 de Fevereiro, na Biblioteca Municipal de Cascais, em São Domingos de Rana, pelas 22 horas, prontos para mais uma sessão. Procurando pistas para a arte sublime do encontro "quando há tanto desencontro nessa vida".

Desta vez, voluntariamente sem convidado especial, que o havemos de ser nós todos, os que por lá aparecermos.

Se vieres, traz um poema. Se quiseres, traz mais do que um. E encontra um amigo para trazer, também.

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 00:23


fevereiro 17, 2008

Reflexão em domingo matinal

Para além do acervo ideológico que a cada um enforma - algo que comporta tanto de consciente como de inconsciente, enformando-nos mesmo assim - dois pilares sustentam, no concerto do mundo, a arte superior de vivermos em comum: o respeito pela individualidade do outro e o depósito de confiança, ainda que circunstancial e limitado, nesse outro.

Se o respeito pode ir tão longe em perversidade que se confunde com o medo, a confiança pode ser tão limitada em si mesma que se confunde com a hipocrisia. Cada um que fale por si sobre a matéria, sendo certo que, nos limites, os conceitos se distorcem...

Para mim, tenho que um justo equilíbrio é que nos sustenta e, sem ele a relação entre as partes não tem condições de subsistir. Por vezes, mesmo naquele limiar que se chama o benefício da dúvida... Mas de precipitação dramática quanto baste quando essa dúvida deixa de existir.

Ora, em Portugal, a relação entre governantes e governados parece-me ferida de morte nesta relação bilateral: porque os governantes não respeitam os governados; porque os governados não confiam nos governantes. E nenhuma das partes tem dúvidas de tal.

Curiosa e perturbantemente, a relação poderia inverter-se nos seus termos que não corresponderia a uma menor verdade. Aqui chegados, a resultante é a inoperância total.

Os termos da maioria absoluta a que se alcandorou José Sócrates por voto popular estão, pois, subvertidos, por quebra sistemática dos compromissos eleitorais - esses, sim, que lhe deram a maioria dos votos.

Assim sendo, aqui se declara que, na minha muito humilde opinião, Sócrates não nos levará a lado nenhum e cada dia que passe presidindo aos destinos do país se revelará como pura perda.

Lamentando, assim o penso. E mal se entende que os poderes estabelecidos, com base nesta mesma fundamentação, lhe amparem o poleiro.

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 09:58


fevereiro 14, 2008

de mal dizer, claro...

ó tu
que turbas o conceito democrático
em pantanal de iniquidades
tão errático
que te escachas ao lombo da maioria
sobre caixas e outros bancos
de alquimia
e se ao longe divisares duas verdades
dás à sola num restolho
de tamancos

ó tu
que te dizes
contradizes
e desdizes
num espanto de fazer crescer narizes
que chegaste ao topete
tão idiota
de pintares de Alcochete as cores da Ota

que percorres bailarino em corridinhas
um país
desfazendo-o em mezinhas
que cozinhas
a recato
e com batota
com a seita que se ajeita em louvaminhas

bem me lembras o pior que já se viu
e que a avozinha tanto me repetiu:
"- querido neto,
não sirvas a quem serviu!..."

quanto ao mais
na escassez do fino trato
tal qual Botas 'inda que posto a contrato
lá vais dando futebol
ao desbarato
feito rol
de país caca de gato
que se faz todo de mar
todo de sol
onde tudo já deu o que tinha a dar
e baixamos sem querer o colesterol
em dietas de sopinha e um rissol...

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 18:32


fevereiro 11, 2008

2 convites para Cascais

Dia 13 de Fevereiro, 21 horas, na FNAC de Cascais

CRAMOL - Um grupo de mulheres canta, num cordão de vozes e postura, polifonias tradicionais do nosso país. Vozes da terra, uterinas, timbres de arrepio e folgança, de lamento e regozijo, que nos enchem a alma.

O CRAMOL, formado em 1979, encontra-se ligado a uma associação cultural - a Biblioteca Operária Oeirense - e desenvolve o seu repertório em peças musicais de tradição popular, de grande fidelidade a essa tradição, transportando-nos, pelo seu canto, para além do tempo.

Acabaram de lançar um duplo cd - Vozes de Nós - que poderá ser adquirido pelos interessados através de pedido dirigido à Biblioteca Operária Oeirense (Rua Cândido dos Reis, 109, 2780-214 Oeiras) - telefone 214426691 ou pelo e-mail

biblio-op-oeirense@mail.telepac.pt

CRAMOL, corruptela do termo "clamor", é grito a não perder por quem se ganha em conhecer a cultura que nos distingue. Quem nunca as tiver ouvido, prepare-se para uma experiência única, que a nenhum deixará indiferente.

*

No próximo sábado, dia 16 de Fevereiro, pelas 16 horas, a Junta de Freguesia de Carcavelos convida todas aqueles que tenham uma história para contar sobre Carcavelos, suas gentes e seus lugares, para tomarem conhecimento de um projecto de recolha desses testemunhos. A riqueza do projecto dependerá exclusivamente da participação de todos os interessados, combatendo a displicência dos dias e o esquecimento do tempo.


Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 20:26


fevereiro 07, 2008

Referendo? Jamé, jamé!...

Há momentos em que a minha tacanhez de espírito até a mim próprio me surpreende e incomoda!...

Isto, claro, a propósito da votação que hoje teve lugar na Assembleia da República quanto ao fazer-se ou não um referendo ao Tratado da União Europeia, que já não é Constituição, mas também não é bem tratado e, se há poucas dúvidas quanto a ser Europeia, há algumas certezas quanto a não ser União...

Para além dos malabarismos socráticos para dar o dito (na campanha eleitoral) pelo não-dito (aquando da recente presidência da União), a verdade é que havia, em tempos que já lá vão, coisas que se chamavam honestidade, seriedade, honra à palavra dada e outras minudências, de que os políticos trampolineiros que nos calham em sorte (e em quem alguns votam, valha a verdade) nem querem ouvir falar.

Daí decorre que não referendar o que, por promessa eleitoral, era altamente referendável, para além da quebra à palavra dada, é uma ostensiva prova de que Sócrates - e Meneses, é bom que se diga! - não estão nada seguros do chão que pisam, nem do povo que, em alternância, (des)governam. Não estão seguros, deve ler-se receiam profunda e fundadamente que o Zé-votante, farto da barriga vazia e das manobras atribiliárias da pandilha que cerca o Estado, fizesse, pelo referendo, pagar o eventual justo - a Europa - pelo descarado pecador - o nosso querido bloco central.

Ora, se entre partes que haviam de estar tão chegadas, como um governo e os seus governados, há esta desconfiança patológica, a questão que se me impõe é esta: urgindo alterar este estado de coisas, quem deverá, então, ser mudado: o governo ou o povo?

Eu cá acho que devia ser o povo, habituado que já está por centenas de anos de diáspora. Nem havia de lhe causar grande transtorno. Ala, tudo daqui para fora e estes mafarricos que se engalfinhem uns com os outros, mas que nos larguem da mão e vão cobrar impostos ao Camões!

Eu, até que se me dava em ir para o Canadá... Não me perguntem porquê, mas talvez porque lá ainda há ursos a sério.

Quando a saudade apertasse muito, haveríamos de regressar, como de costume. Aí veríamos, sem surpresa, a descendência de Sócrates povoando os campos de golfe como transportadores de tacos e a de Meneses frequentando restaurantes finaços como empregados de mesa. Mas tudo já licenciado, claro!!!...
*
A propósito da necessidade de denunciar tantas trapalhices, trapalhadas e trampolineiros, convido-vos a uma visita a Crítica de Música/Crítica Musical, de Álvaro Sílvio Teixeira. Que a voz não nos esmoreça!


Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 22:25


fevereiro 05, 2008

fotografando o dia (101)


serás tu

ó máscara

dupla-face em que me faço

de façanhudo farsante

a riso alvar de palhaço?

e passo

saltimbanco

cabeçudo

pelo Terreiro do Paço

aos terreiros do Entrudo

que vale tudo

seja por bem ou por mal

tanta vez assim-assim

outras vezes Carnaval

sem fim


- foto e poema de Jorge Castro



Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 10:12


fevereiro 02, 2008

ah, grande Lisboa!... (12)


Não sei se do frio das pedras. Não sei se do tom do boneco. Não sei se das mantas ao monte. Não sei se do cordão das peúgas. Não sei se da fronte caída. Não sei se das mãos sem carícia. Não sei se da nossa indiferença. Não sei se da aragem do dia. Não sei se de tal desperdício. Não sei se de impostos perdidos. Não sei se das marés da vida. Não sei se de cair no vício. Não sei se respira por hábito. Não sei se cão ao abandono. Não sei se destino traído.

Não sei porque não pede esmola. Não sei porque a terá pedido.

Não sei o que teria sido. Não sei até onde iria. Não sei porque em toda a cidade há assim tanto corpo caído.

Não sei.
*

Ontem, dia 01 de Fevereiro de 2008, uma querida amiga foi avó, pela primeira vez, o que faz dela mãe duas vezes. No brilho do olhar transborda o orgulho e a alegria.

Nasceu um Guilherme. A ele o futuro.

Não sendo muito auspicioso o mundo que lhe estamos a construir, havemos de tentar emendar a nossa mão, de forma a que o Guilherme receba um mundo inteiro onde valha a pena ser humano.

À Rita e ao Pedro um grande abraço. Um filho é o melhor que fazemos na Vida. Façam sempre porque a Vida o mereça, merecendo ele a Vida.

*

Professores de todo o país, uni-vos! Por estranho que soe, talvez faça mais sentido do que possa parecer à primeira vista. Apontem ao Anomalias e tomem alento.

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 08:45


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noites com poemas 2


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