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mundo
Todas as coisas têm o seu mistério
e a poesia
é o mistério de todas as coisas

Federico García Lorca

Sendo este um BLOG DE MARÉS, a inconstância delas reflectirá a intranquilidade do mundo.
Ficar-nos-á este imperativo de respirar o ar em grandes golfadas.
junho 30, 2009

fotografando o dia (131)


sem rumo
aponto ao infinito o acerto incerto
e sinto o duro chão
de mim mais perto
sem voo ainda
ou mão
onde me aprumo

melhor se não houvera
tanto muro
ali onde devia haver caminho

e saber-me futuro
é impreciso
num presente sem ninho
onde agonizo

- fotografia e poema de Jorge Castro

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 21:16


junho 29, 2009

Cânticos... e o coro, em 27 de Junho

Pela gentileza do Sofá Amarelo e, também, do Mário e da Clarinda Galante, há reportagem do evento, que aqui fica para memória futura.

Logo à abertura, a alegria de ver os amigos que, vindos de longe, responderam presente ao convite para as Caldas da Rainha: a Paula Raposo, a Clarinda e o Mário Galante, o Carlos Peres Feio, o Paulo Moura e família, a Nanda e o Rui Malheiros, etc., etc., etc. e este senhor, aqui abaixo, que, ainda por cima, vinha disposto a dizer um poema meu...

A mesa, da esquerda para a direita: Pedro Laranjeira, Fernanda Frazão, Gabriela Morais, Palmira Gaspar e o autor...

A sala, bem compostinha, da Biblioteca Municipal das Caldas da Rainha - bem haja, Aida Reis, por toda a sua disponibilidade. Em primeiro plano, na foto, o pintor Carlos Mascarenhas a quem fico devedor do empenho na criação graciosa do cartaz para a divulgação do evento...


A violinista Beatriz Lourenço Morais, emprestando a sua música à sessão das palavras, com o apoio da pianista Liliana Lucas...


O Pedro Laranjeira que trouxe um sorriso, sob a forma de um poema, e assoberbou o autor com responsabilidades de altíssima fasquia...



Carlos Gaspar, da Comunidade de Leitores das Caldas da Rainha, responsável pela organização do evento...



O autor, já numa fase onde o exagero dos encómios o desvanecia, com vontades de dar um abraço ao mundo...



E não é que o Manuel Freire veio, mesmo, a dizer o poema? Excelente remate para uma tarde feliz: amigos a toda a volta e a poesia pairando em redor. Segue-se o próximo...



Por fim, autógrafos, com mimos... Definitivamente, muitas vezes, viver não custa!





Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 02:01


junho 23, 2009

o meu próximo livro

dia 27 de Junho de 2009 (sábado), pelas 15h30,

na Biblioteca Municipal das Caldas da Rainha

- edição da Apenas Livros, Lda. -

- capa da autoria de Alexandre Castro

Com organização da Comunidade de Leitores das Caldas da Rainha

Coligidas entre 2003 e 2009, situações diversas que foram contribuindo para o estado em que estamos, sugeriram-me olhares críticos, sobre aspectos da vida política e social, que agrupei nesta obra a que chamei Cânticos de Zomba e Zurzimento, óbvio arremedo das nossas queridas cantigas de escárnio e maldizer, onde fui colher o espírito e a ousadia.

Tentei não olhar a gregos nem a troianos nas alfinetadas desferidas, mas tão-só reservar-me o direito inalienável do cidadão atento quanto baste no superior usufruto das suas liberdades de opinião e de expressão, que tenho exercido em cada fórum onde a oportunidade se me depare.

Preço de capa: € 10 (dez euros). Quem estiver interessado na sua aquisição, remeta-me, por favor, informação nesse sentido, com indicação de endereço para envio, para jc.orca@gmail.com. Os portes estão incluídos no preço e o pagamento será efectuado por transferência bancária. Como habitualmente, o meu livro não estará disponível nos circuitos comerciais habituais.


Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 23:54


junho 20, 2009

fotografando o dia (130)


quanto vale o efémero da flor
que se abre ao dia numa alvorada
e que vive
no mais intenso fulgor
e fenece
mal acaba essa jornada?

teve um dia de glória
um apenas
duras penas que passou
p’ra ser mostrada
mas teve ela de pungente uma vitória
a de ser flor de um dia
e desvendada

- fotografia e poema de Jorge Castro

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 17:00


junho 18, 2009

diciOrdinário ilusTarado

Sem tabus, nem preconceitos, com as teias de aranha varridinhas para debaixo do tapete da sala e com os cortinados da mesma imaculados, um grupo de seres pensantes, com destaque para a São, a Gotinha e o Raim, coligiram, organizaram, ilustraram e deram, agora, à luz esta obra que subverte lugares comuns instalados... dando nova cor à vida.

Manifesto-me, sem pudor, colaborador deste desvario às letras e aos costumes e, ainda para mais, honrado com isso.

Como nos diz (e alerta) a profundíssima São, ser-se ordinário não significa ser-se inculto e pornográfico, mesmo, é uma criança morrer de fome. Ou o tráfico sexual, as catástrofes humanitárias - Sri Lanka, Darfur (Sudão), Somália, Congo,... - a mudança de hora, as ofensas pessoais, o primeiro prémio do Euromilhões, a destruição da auto-estima, corrupção, intolerância, violência, hipocrisia, guerra, terrorismo, injustiça, racismo, banha da cobra... Enfim, acrescentaria eu, os valores da transferência de tantos jogadores de futebol e outros «desportos»

Tudo o resto, não passa de outro modo de ver ou de alguém se exprimir. Isso que é componente essencial dessa coisa extraordinária que se chama liberdade.

Aqui fica, pois, o desafio ou sugestão de leitura para algo inusitado, mas inspirador.

À venda nas livrarias a partir de 3 de Julho, podem, entretanto, fazer a vossa encomenda aqui.

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 08:54


junho 16, 2009

noites com poemas - com Eduardo Mendes

Chegados que somos à 43ª sessão, consideramos ser esta uma boa altura de tomar o pulso, medir tensão, apurar colesterol e outras minudências às nossas Noites Com Poemas...

... Assim sendo, nada melhor do que fazê-lo mediante a avaliação qualificada de um Técnico de Saúde e, no caso, de um Médico - Eduardo Mendes - que nos trará Um Poema, Pela Nossa Saúde.

Não haverá filas de espera e alguma especial palpitação que ocorra há-de prender-se mais com a intensidade dos afectos do que por algum aperto, mitral ou outro.

A consulta, marcada para a próxima 5ª feira, dia 18, pelas 21h30, na Biblioteca Municipal de Cascais, em São Domingos de Rana, será aberta, e queixas, se as houver, apenas poderão ser apresentadas sob a forma de poema.

Veremos qual a prescrição...

A sala é grande. Desta vez, como sempre, também podes vir, fazendo companhia aos que sempre estão. Traz um poema e um amigo, também.


E cá deixo um poema, ao jeito de tisana caseira:

Uma dor, à espera de atendimento nalgum centro de saúde

quando me chega o ardor
de sentir alguma dor
nalgum cavado de mágoa
daquelas quase estertor
socorro, senhor doutor
sinto os olhos rasos de água

que fazer?
que acontecer?
o que me irão prescrever?
qual o livro que hei-de ler
qual o destino a abraçar
p’ra depois não soçobrar
no insensível da fraga?

como saber escolher
entre o sorriso da flor
e o improviso do mar?
ter do céu esse requinte?
- haja então alguém que o pinte –

e no inconstante fulgor
da permanência da dor
que não tem como passar
ouvir dizer ao doutor:
«- entre o doente seguinte!»


Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 00:43


junho 14, 2009

1 - espírito da poesia
2 - estórias do amanhecer


Já em 2008 tive oportunidade de assistir a este evento. No Parque dos Poetas, em Oeiras, o Espírito da Poesia, pela Companhia de Actores.

Como se anuncia no folheto de divulgação «folha a folha, poeta a poeta, parque afora. A poesia vai guiando o público numa irreverência surpreendente, em cada quadro apresentado. A música, a cor, o som ou a sua ausência, o inesperado, o escuro da noite e a imaginação fazem o resto. A alma eleva-se e o sublime acontece...».

Imperdível.

*

Estórias do Amanhecer conheceram a sua alvorada ontem, dia 13, na Junta de Freguesia de Carcavelos. Última aventura do projecto Escrever É Um Lugar Tão Perto, - Café Grilo, Alto dos Lombos, Carcavelos - o quinto volume agora lançado, integra 71 textos de autores dos sete aos dezassete anos, concluindo um ciclo iniciado com o apelo a uma pequena comunidade que habita entre Carcavelos e Oeiras e a respectiva resposta dada por essa comunidade, em forma de contos, memórias, poemas...
Uma edição mais da Apenas Livros que, com coragem e empenho, assume estes desafios. Porventura, de reduzida relevância para a História da Literatura Portuguesa. Mas indubitavelmente um passo de gigante no que representa de participação e assunção de cidadania.
E quem daí nos dirá onde nos vai levar o que para muitos foi um primeiro passo e que para tantos é impensável ou de quase impossível concretização...

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 10:47


junho 12, 2009

convite - Estórias do Amanhecer


No dia 13 de Junho (sábado), pelas 16 horas, no Salão Nobre da Junta de Freguesia de Carcavelos, verá a luz do dia o V Volume do projecto Escrever É Um Lugar Tão Perto (Café Grilo, no Alto dos Lombos, em Carcavelos), cujo título é Estórias do Amanhecer.

Compõem-no 71 textos de autores cujas idades vão dos 7 aos 17 anos e, do seu preâmbulo, destaca-se a seguinte apresentação: «Escrita do amanhecer, outra forma de dizermos que é de pequenino que se molda o destino...».

Uma nova edição de cordel da Editora Apenas Livros, que conta, desta feita, com o envolvimento da Junta de Freguesia de Carcavelos, da Câmara Municipal de Cascais, através da sua Biblioteca Municipal (São Domingos de Rana) e da organização Rumo ao Centenário, da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Carcavelos e São Domingos de Rana.

Os autores e o grupo coordenador (Ana Bela Duarte, Alexandre Conceição, Luís Roxo e Jorge Castro) contam com a vossa presença.

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 07:56


junho 11, 2009

mérito cultural

Pensei, para cima de duas vezes e meia, se haveria de dar conta, no Sete Mares, desta distinção...

A meio caminho entre a vaidade, o orgulho e a vontade de partilhar esta exaltação do ego, a par de sentir, desleixando modéstias, a satisfação pelo reconhecimento de quase uma cruzada que venho travando contra a indiferença e a pasmaceira, em favor da participação e da cidadania, decidi-me, então, por dar conhecimento pessoal do evento.


Assim, ontem, dia 10 de Junho de 2009, fui agraciado pelo Município de Cascais, pelas mãos do Presidente da Câmara, António Capucho, juntamente com os demais munícipes e instituições que se considerou serem dignos de destaque nas diversas áreas de actividade, com a Medalha de Mérito Cultural - 2009.

Um abraço forte, também, àqueles que, na Junta de Freguesia de Carcavelos, se interessaram, empenhadamente, na atribuição desta distinção: Zilda Costa da Silva e Manuel Machado.



Como tive oportunidade de transmitir, pessoalmente, a muitos e como, também, deixei simbolizado no momento da entrega do galardão, partilho-o com todos aqueles com quem tenho tido o prazer de contar em cada iniciativa, em cada actividade... em cada poema, afinal.

Também aqui, neste espaço que cultivo com o desvelo de um canteiro florido, o saber que conto convosco, me traz, para além de uma indizível satisfação, a noção clara da responsabilidade que advém desta partilha.

Assim, de galardão ao peito, ergo a minha taça: - À vossa!


Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 11:02


junho 08, 2009

as eleições

A alguém que me perguntou se o Sete Mares se distanciava do momento político, por lhe parecer que havia, neste espaço, algum alheamento à coisa eleitoral, respondo:

Claro que não. Mas o meu conceito de cidadania, considerando o acto de votar determinante, não se esgota, bem longe disso, num episódico acto eleitoral. A nossa caminhada é feita em cada dia e, felizmente, os meus dias têm andado bem recheados.

Mas, a esse propósito, diria que se me fosse dado alterar alguma coisa neste concerto de partitura viciada, uma coisa seria prioritária: acabar com a divulgação pública das sondagens.

Na verdade, considero esta uma das mais flagrantes distorções e preversões da vida democrática e de uma inutilidade que brada aos céus... Ainda assim, não há bicho-careto que não nos massacre a paciência, em termos dos media, com os «resultados das sondagens».

Sondagens que invariavelmente favorecem quem as paga e que também invariavelmente estão conotadas com o poder vigente; que patenteiam sempre erros grosseiros exactamente nos pontos onde, em cada eleição, se faz a diferença.

Subjacente fica o quê, a cada sondagem? Indução de comportamentos, por atestado de menoridade cívica aos eleitores? Promoção do absentismo por já estar tudo definido? Argumentação e munições para o circo eleitoral mediático?

Tudo isso, mas tudo não acrescentando nada à vivência democrática.

Para que servem, então, as sondagens senão como contributo para encarneirarem ainda mais o rebanho? Ah, o vizinho vota assim...? - Como se tal fosse necessário para eu definir a minha própria opinião.

E que nenhum desses gurus me incomode, em casa, com perguntas deste jaez. Garanto-lhe uma corrida em forma.

Quanto ao mais, o Sócrates estaria à espera doutra coisa? Se estava, ainda é pior do que se poderia imaginar, ao aliar a inconsciência à ineficácia obstinada.

Ah e um outro final apontamento: para aqueles profetas da desgraça que já predizem que se o equilíbrio eleitoral agora atingido se repetir nas legislativas tornará o País «ingovernável», direi tão-só o óbvio: mais ingovernável do que o tornou esta maioria absoluta será difícil.

Talvez seja esta a hora de se imaginarem, também na política, desenvolvimentos mais criativos e inovadores. E que passarão, inevitavelmente, pelo envolvimento, cada dia mais consciente, dos cidadãos. Valha-nos a Utopia!

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 09:26


junho 06, 2009

CRAMOL - reconhecimento de mérito


Hoje, foi atribuída pelo Município de Oeiras, o galardão de Mérito Municipal - Grau Ouro - ao CRAMOL, em cerimónia solene a que assisti.

Une-me a este grupo de vozes femininas algo assim que se define pelo indefenível. Gosto e é tudo. Ah, e devo acrescentar que gosto muito e de há longa data!

Para além do magnífico conjunto de vozes, admiro-lhes a atitude, definitiva na escolha de repertório. Algo assim que nos enaltece na portugalidade que vale a pena.

Serão meras palavras minhas, soltas no vento... Mas ouçam o CRAMOL e, depois, falaremos.

Entretanto, este reconhecimento por mérito, que só poderá pecar por tardio. Mas que vem sempre a tempo e até honra quem o atribui.

Os meus parabéns às gentilíssimas «cramolas», deste admirador que vos estima.

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Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 22:19


junho 03, 2009

então, as eleições...

... para o Parlamento Europeu estão aí.

O povo, descontente, continua ainda assim a ir em futebóis, tónis carreiras e muito grandes superfícies comerciais - muitas, cada vez mais. A praia é destino incerto, que uns dias chove, outros não e o povo está fartinho de saber - ainda que aos avós poucos dêem ouvidos - que, quem anda à chuva, se molha.

Da crise, em se dizendo que se alimenta da falta de confiança dos cidadãos, teremos por certo que irá ser mais longa e dura, em Portugal, tais são os níveis de desqualificação dos protagonistas principais do enredo político e financeiro.

Mas votemos, carais! Quem não votar não tem desculpa nem perdão, digo eu. O não-voto é o nada, a acomodação flagrante, que nenhuma lágrima de crocodilo, extemporânea, poderá resgatar ou redimir.

Votemos! Votemos contra qualquer coisa, ou a favor dela. Votemos contra alguém, ou a seu favor. Mas votemos!

A abstenção é a castração da cidadania. Votem, votem, pela vossa saudinha. E se não for pela vossa, que seja, então, pela minha.

Votemos, pois!

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 09:27


junho 01, 2009

Maio sem mãos a medir

O último terço de Maio foi um fartote: Noites com Poemas, tertúlia na Quinta dos Caniços - mil obrigados, Alba Simões -, poemas na Associação 25 de Abril (ainda que a 28 de Maio!), lançamento do livro de Pedro Laranjeira, nas Caldas da Rainha - um testemunho acusatório e uma via de redenção -, encontro de Bandas Filarmónicas, em Carcavelos... e ainda houve espaço e um tempo para um abraço a amigos que a geografia não permite estarem sempre mais perto.
Falando de amigos, uma constante: sempre me senti bem acompanhado em tantas lides, que, por isso mesmo, se tornaram ainda melhores e enriquecedoras.
Na verdade, o País é fértil em acontecimentos que os «media» mal divulgam ou, simplesmente, ignoram. Neste caso dir-se-ia que os cães nem ladram, ainda que a caravana continue a passar.
A mim, o tempo vai-me faltando para corresponder a tanta solicitação. Então, e tu?

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Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 22:41


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noites com poemas 2


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por Jorge Castro

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