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mundo
Todas as coisas têm o seu mistério
e a poesia
é o mistério de todas as coisas

Federico García Lorca

Sendo este um BLOG DE MARÉS, a inconstância delas reflectirá a intranquilidade do mundo.
Ficar-nos-á este imperativo de respirar o ar em grandes golfadas.
abril 27, 2007

(des)Aforismos

Reflexões da responsabilidade dos "órgãos noticiosos" que nos inundam com informações de transcendente relevância...

1.
Eusébio sempre deu à Luz alegrias: ontem, ao estádio, com o seu menisco; hoje, ao hospital, com a sua carótida.

Grande e altruista Eusébio, assim engrandecendo quem lhe trata da saúde!

2.
Será correcto e/ou adequado perguntar a José Sócrates: "- Senhor, porque de Morais tanto para ser engenheiro?"

3.
No 25 de Abril de 2007, Carmona Rodrigues meteu dezenas de milhares de cidadãos no buraco do Marquês, promovendo, assim, uma das maiores manifestações subterrâneas do mundo. Só não couberam lá os bombeiros.

Quantos virá a meter no buraco do Terreiro do Paço, ainda que os marinheiros lá não caibam?

4.
Algum ensino privado mais parece uma privada: acolhe os aflitos e recolhe o que de pior eles produzem.

5.
Das casas pias às universidades privadas em que estado é que está o estado? No sítio, de sítio ou fora do sítio?

6.
Cavaco Silva é um iconoclasta. Enquanto governo, quis perturbar o Carnaval; agora, na presidência do país, acha mal Abril. Pior: não gosta das comemorações... para as quais foi convidado pela Assembleia da República, desdenhando da festa em casa alheia e desfeiteando-a...

Porque aeitou, então, o convite? Porque não fez as suas exemplares comemorações no Palácio de Belém, com carapaus e arrozinho de tomate, bolo-rei e, ao peito, em vez do incómodo cravo, uma brochura de economia. Haveria, decerto, longa fila de reis magos em romagem à sagrada família.

Claro que se espera ser ele o primeiro defensor dos jovens presos nos confrontos no 25 de Abril, em Lisboa. Sempre se trata de juventude activamente empenhada na efeméride. Aquela a que ele se referiu no discurso do 25 de Abril... Ou talvez não.

NOTA IMPORTANTE -

Recomendo muito vivamente a quem por aqui passe que faça uma visita ao Relógio de Pêndulo e atente na sua evocação à Guernica e ao Iraque, através dos seus dois posts mais recentes.

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 10:35


abril 22, 2007

25 de Abril (quanto mais cedo, melhor)


- cartaz de Alexandre Castro,

integrado na Exposição Bom Povo das Caldas da Rainha,

na Galeria Zé dos Bois, em Lisboa (ao Bairro Alto)

- cartazes evocativos do 25 de Abril,

por alunos da ESAD.cr (Caldas da Rainha)

Quando vi nascer Abril

- cumprindo uma tradição a que me impus,

celebro cada Abril com um novo poema.

Desta feita dedicado a José Carlos Ary dos Santos

quando vi nascer Abril
na madrugada brumosa
renasceu nele um país
terra doce cravo e rosa

à rua saiu a gente
na festa do homem novo
riso aberto – alma ardente
de saber porque se é povo

Lisboa acordou madura
naquela manhã-voragem
no seu olhar aventura
ao peito uma flor-coragem

varreu em crua ousadia
toda a podridão sem nome
que vivia da agonia
e se nutria da fome

mãos abertas se encontraram
nau de novas descobertas
mais de mil cravos floriram
mil rosas foram libertas

mãos de moldarem o aço
ou braços que a foice enforma
malhando bravo compasso
da vida em dura bigorna

este país de degredos
o mar voltou a abraçar
contra fados – contra medos
berço de novo embalar

e o trigo sobre as papoilas
rubras dourando a campina
faces loiras de moçoilas
que o sol liberto ilumina

renasceu em cada olhar
perdido num tempo aflito
a vontade de pintar
da cor da esperança esse grito

*
tudo parece distante
um delírio – um desvario
na solidão desistente
perdido de Abril o rio

um rio só da vontade
que foi mar como se viu
em marés da liberdade
das portas que Abril abriu

de tanto quanto perdemos
de angústia e de amargura
crescem-nos caminhos ermos

mas seremos quanto queremos
se partirmos à procura
desse Abril feito aventura.

- poema de Jorge Castro


No Largo do Carmo, em Lisboa, o 25 de Abril também começa mais cedo.

Vejam o cartaz abaixo, apareçam e tragam um amigo, também.



Arraial do 25 de Abril 2007
Lisboa - Largo do Carmo - 24 de Abril - das 18h às 02h



O Arraial do 25 de Abril parte da iniciativa da Associação ABRIL, com a colaboração e participação de várias Associações e Grupos de carácter cívico e cultural e realiza-se na noite de 24 de Abril, no Largo do Carmo. Um programa rico e diversificado, com ênfase na homenagem a José Afonso e com participações ao nível da música, poesia, artesanato, dança e gastronomia. Esta Festa é também um apelo para que a chama dos ideais do 25 de Abril permaneça acesa no coração de todos.

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 23:22


abril 21, 2007

fotografando o dia (70)


a casa mal dava a sugestão
que a sua ausência nua nos sugere
a casa fez a rua e a ilusão
no acalanto de que alguém por lá vivera

a casa é um epitáfio de outra casa
cujo chão quis voar
em outro enlace
porque em vida não deixaram que voasse

- foto e poema de Jorge Castro

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 16:43


abril 20, 2007

dilema socrático e a tal virtude da "mulher de César"

A “direita” critica Sócrates por “falta de carácter” ao apresentar-se como engenheiro sem o ser por, assim, o próprio ter podido alcandorar-se a um lugar ao sol neste país de negociatas e balões de vento. Critica, afinal, com incomensurável hipocrisia, a própria lógica que é sustentação e argumento funcional de um regime, desde os tempos salazarentos, de que essa "direita" sempre foi beneficiária.

Não interessa ser-se bom na profissão; interessa mais ter-se “canudo” e padrinho. O segundo que funciona como motor de arranque do primeiro, sendo que este exerce funções de salvaguarda de aparências.

A “esquerda” defende Sócrates assegurando que o que interessa é o facto de ele estar a ser um bom político (?), sendo tudo o mais questões acessórias e desviantes, promovidas pela “reaccionarite aguda da direita”. Isto, apesar de ser consensual que, se o homem não apresentasse “canudo”, jamais chegaria a ministro e, menos ainda, a primeiro ministro.

E a “esquerda” está bem ciente disso, pois é com esses mesmos sustentação e argumento funcional que vem repartindo o poder com a “direita”.

Moral da história: como não me canso de repetir, original é este país em que a “mulher de César” nem se preocupa em ser nem em parecer séria . Não! Ela persiste mesmo e faz questão em nos mostrar que é puta!

E, pelos vistos, isso sabe-lhe bem e a vida corre-lhe de feição. Vá lá, nem todos saem a perder… apenas o cidadão contribuinte - e mormente o "por conta de outrém".
Nota fora de horas - Alerta-me alguém - e muito bem - para o facto de, pelo meio desta poeirada toda, ninguém se lembrar de questionar por onde têm andado os poderes públicos, no que respeita às suas óbvias responsabilidades de salvaguarda do ensino, permitindo que uma qualquer universidade mais ou menos independente funcione, reiteradamente, neste pântano de interesses e de falta de qualidade. Ora aí está uma boa pergunta...

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 14:58


abril 17, 2007

sugestões

Sugestão 1
- dia 18 de Abril, às 22horas

Noites Com Poemas


Biblioteca Municipal de Cascais - São Domingos de Rana


Tema: Arys de Revolução

- cartaz de Alexandre Castro
Sugestão 2

- dia 20 de Abril, jantar no Mercado da Ribeira, pelas 20 horas

"Em Abril de novo esperanças mil"

Para os interessados e para que Abril cresça,

contactem a Júlia Coutinho, através do tm 914 548 986,

para marcação de mesa.

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 14:46


abril 15, 2007

os convivas do costume - encontro de blogs

Amizades,

Há já fotografias disponíveis de mais um excelente encontro de bloggers e restante família.
Desta vez, na Parede (Cascais), cultivaram a superior arte do encontro para cima de oitenta companheiros. Tudo correu pelo melhor... Para saberem mais informações, o melhor é, no próximo encontro,
inscreverem-se...

Algumas das fotografias podem ser vistas aqui, ou no espaço lateral, à esquerda, junto dos demais álbuns fotográficos.

Abraços e até ao próximo.

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 09:35


abril 14, 2007

fotografando o dia (69)


nostálgico

o pão sabe melhor
servido de mão em mão
e o padeiro
é carteiro que traz notícias
do pão
levadas ao bairro inteiro

o pregão ficou nas casas
e o cesto
mesmo com asas
já não voa com o pão

a falta que faz o pão
ser trazido casa a casa
servido de mão em mão
- foto e poema de Jorge Castro


Hoje é dia de encontro de gente dos blogs. Desta vez, na Parede - Cascais, (re)veremos as caras que não se escondem no que se prevê mais um agradável convívio. Felizmente, desta vez posso estar fisicamente presente. Nestas coisas, a participação é determinante.

Mais pormenores n' Os Convivas do Costume - que, desta vez, já ultrapassam os oitenta!

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 08:53


abril 12, 2007

não estou a falar de José Sócrates... mas também

ou de como estou tentado a reconsiderar
a abordagem a um velho provérbio,
que nos dizia:
"o que a natureza não dá, a escola não empresta"

A reverência tacanha e imbecilóide que, em Portugal, se manifesta relativamente às licenciaturas ou a quem as arvore como condição existencial de prerrogativa e privilégio, é uma espécie de constrangimento nacional que sempre me causou grande espanto e perplexidade.

Tenho, pela parte que me toca, o maior dos respeitos – esse sim próximo do reverencial, que assumo - por quem exerce o seu mister apoiado numa formação académica superior, que usa e usufrui como apoio sustentado da sua actividade, assim partilhando o saber de que se muniu.

Agora, o “canudo”, aquela coisa que se obtém após uns anos de marranço, com mais ou menos dificuldades económicas e que se sedimenta num diploma, com maior ou menor moldura, pendurado na parede, e que apenas serve para se ser tratado por “dótor” quando se é servido da bica matinal, ou por “eingenheiro” em entrevista num estádio de futebol… meus caros amigos, isso é uma treta.

Uma treta que, de alguma forma, nos sai cara, se pensarmos que cada licenciatura é paga, também, pelo erário público.

E é, afinal, neste país de desajustes onde temos grande, enormíssima carência de profissionais qualificados… mas mantemos, com luxo e desperdício, cerca de 55.000 licenciados no desemprego. Licenciados que tantas vezes são empurrados para uma formação que não anseiam, mas com a inevitabilidade argumentativa de que "quem não tem canudo não singra" e há, pois, que arranjar algum a todo o custo.

Isto vem depois a agravar-se tão só – para além de outros atavismos sociológicos que não virão ao caso - porque não há, em grande número de casos, relação de causa e efeito entre a licenciatura (e o currículo) que cada um obtém e a sua aplicação prática no mercado do trabalho.

Apenas por isso, também, a questão de José Sócrates se coloque com acuidade, mas sem grande interesse futuro: aparentemente nem interessa tanto saber se o homem foi ou não um aluno com aproveitamento; interessa menos ainda avaliar se ele exerceu bem ou não a actividade para a qual obteve a licenciatura, mais ou menos limpamente.

Interessa apenas saber se os procedimentos administrativos que referenciam essa licenciatura estão correctos ou não. A obra do homem é despicienda. No caso em apreço, creio que a obra será mesmo inexistente, o que continua a ser irrelevante!... E talvez isso, de facto, não interesse a ninguém. Mas ele obteve o tal “canudo” e essa é que é a matéria a discutir, pois quando foi a votos uma certeza todos temos: o homem era "eingenheiro"!!!

Tinha de o ser porque, em caso contrário, nem teria ido a votos. Se, a partir daí, se vier a descobrir que nunca passou de sapateiro, por exemplo, isso também não será muito grave. O que lá vai, lá vai. Interessa, isso sim, que foi eleito um "eingenheiro" e ficou assim salvaguardado o prestígio e o bom nome nacional!
E essa é que é a verdade - como punhos!
E o homem deixou-se assim eleger, calado como rato, com mil diabos!

E assim perseveramos, parolos e convencidos.

pós-de-escrita: "dótor" pode escrever-se, também, "sótor"; assim como o outro pode ser "einginheiro". Ambos são títulos nobiliárquicos com alcance meramente lusófono e com especial predominância para utilização na oralidade.

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 11:31


abril 08, 2007

fotografando o dia (68)


em voo negro no azul
chegam em bandos do sul
como dádiva solar

trazem memórias nas asas
e crescem nas nossas casas
em chilreada de amar

negro o voo cruza o anil
e as nuvens cheias de Abril
num anseio de ficar

mais tarde na despedida
prometem-nos na partida
que Abril há-de voltar

mas nas paredes caiadas
feitas de barro caladas
continuam a voar

- foto e poema de Jorge Castro

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 22:13


abril 05, 2007

falemos claro!

Afinal, o primeiro ministro José Sócrates é ou não é licenciado em Engenharia?

Não me provoca incómodo nenhum ter, como primeiro ministro do país, um bom marceneiro, um excelente porteiro, um magnífico funileiro, um excepcional empreiteiro ou um portentoso engenheiro...

Eu próprio, não detendo nenhuma licenciatura concluída, cheguei à idade que cheguei com um muito bom nível de autoestima e muito ufano dos meus desempenhos profissionais e outros.

Mas uma de duas coisas me parece não ser admissível de silêncio:

1.
Se José Sócrates tem habilitações literárias limpamente obtidas, deve publicitá-las condignamente, silenciando as vozes desestabilizadoras e promovendo exemplar responsabilização pela instabilidade nacional promovida através do atentado aos seus bom nome e reputação. Pelas funções que desempenha e pelo suposto respeito que lhe merecemos, isso constituirá um direito elementar e um dever incontornável.

2.
Se José Sócrates obteve essas habilitações através de um esquema habilidoso e muito privado - tal como o modelo de ensino que tanto tem favorecido (não resisto ao comentário!...) - então está em maus lençóis, pois foi e continua a ser cúmplice de tal iniquidade, sonegando reiteradamente tal facto e receio bem que só lhe reste a solução de se demitir. Não vislumbro como, em democracia, poderá ser governável um país que tenha ao leme um aldrabão desmascarado.

Não se me depara outra via para ultrapassar esta incómoda sensação de vergonha que a contragosto me invade.

Que é pacóvia e parola esta cega reverência lusitana ao "sô dótor", não é menos certo não ser aceitável que um pintarolas ou um aldras qualquer, arvorado em São Tomás, se arrogue presidir aos nossos destinos.

A bem da nação, espero que a tal licenciatura esteja limpa.

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 16:37


abril 03, 2007


A visitar:
Exposição de aguarelas de

Paulo Ossião

na Galeria de Arte do Casino Estoril

- de 04 de Abril (às 21h30) até 01 de Maio, das 15 às 24 horas -

Oportunidade para apreciar trabalhos de um dos mais notáveis aguarelistas portugueses contemporâneos. Mestre na transparência e na luminosidade, na conjugação da luz e das cores, na construção dos planos, no desenho da composição e num cromatismo riquíssimo, com predominância dos azuis...

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 20:33


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noites com poemas 2


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