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mundo
Todas as coisas têm o seu mistério
e a poesia
é o mistério de todas as coisas

Federico García Lorca

Sendo este um BLOG DE MARÉS, a inconstância delas reflectirá a intranquilidade do mundo.
Ficar-nos-á este imperativo de respirar o ar em grandes golfadas.
dezembro 31, 2009

em 1 de Janeiro de 2004...

... iniciei a minha viagem neste mar, com esta embarcação. Amanhã, pois, estarão cumpridos seis anos ininterruptos de convívivo por estas paragens.

O País e o mundo não estão melhores e receio, modestamente, que tal não ocorra por minha culpa ou responsabilidade, assim como não será por culpa ou responsabilidade de muito boa gente que tenho vindo a conhecer desde que utilizo esta janela para a vida.

Ou nos faltou fulgor e ímpeto ou as «negras forças adversas» tiveram artes e saberes para se nos sobreporem...

Sim, porque este labor diário é disso que se trata, para além de possível «feira de vaidades» que é a blogosfera: dar cada qual o seu tributo para a construção de um novo e melhor mundo. Ou não será? E renegarei liminarmente todos quantos tentam esbater esse contributo com radicalismos balofos. Se o caminho se faz caminhando, ele será caminho independentemente da dimensão da passada.

Se outras razões não houvesse, razões de saúde, graves, de um familiar muito próximo têm-me tornado, nos últimos dias, demasiado presentes e sentidas na pele as graves deficiências estruturais - dificílimas de contextualizar, mas reais como punhos - em que se encontra mergulhado este recanto dos sumptuosos estádios de futebol e dos fantasmáticos e megalómanos tegevês do nosso descontentamento...

Com votos, então, de um feliz ano de 2010, recheado de óptimas realizações, para quantos me visitam no Sete Mares, aqui lavro a minha vontade (necessidade) de perseverar, remando contra as correntes que percepciono adversas, inevitavelmente contando convosco para somarmos as debilidades que nos fortalecem.

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 10:12


dezembro 27, 2009

fotografando o dia (141)


de plástico o saquinho
que tanto polui funesto
é lixo de mau vizinho
inunda o mundo de resto

traga lá o cesto à praça
ou alcofa em vez do cesto
e verá que acha graça
à graça desse seu gesto

- fotografia e poemículo de Jorge Castro

solidário com a iniciativa da Inês e do Alexandre, pelas Caldas da Rainha,
Traga Um Cesto à Praça

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 11:17


dezembro 24, 2009

24 de Dezembro de 2009


Festas felizes, boas festas, um Natal em que saibamos preencher os lugares vazios às nossas mesas com a temperatura amena dos afectos e da memória, que prevalecem.



dar a passada que falta e a outra que nos sobra
dos saberes que nos percorrem
dessa estrada perseguida pedra a pedra erguida a obra
das memórias que não morrem

e ser forte que conforte sabendo em nós ter a sorte
de singrar o azul profundo
e dar mais vida que a morte tendo por meta algum norte
de mais mundos dar ao mundo

as duas mãos estendidas para um horizonte de luz
duas vontades unidas
para que ao alto do monte não se nos depare a cruz
das verdades redimidas

- Jorge Castro
24 de Dezembro de 2009
*
E divirtam-se imensamente por aqui:

http://www.youtube.com/atenordelaopera

http://improveverywhere.com/

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 10:21


dezembro 21, 2009

alguns Natais de óptima vizinhança...

De Ernesto Matos, com a sua imorredoira paixão pela calçada portuguesa. De que estão à espera para lhe conhecer a obra?


*

De Tmara (Conceição), recomendo:

Acrósticos e quadras de Natal

Não é quando
Alguém quiser
Tão pouco todos os dias.
Alguns, poucos, em que
Leves as almas se descobrem.


*


De José António Barreiros, uma excelente e melancólica reflexão:

E de repente um homem nota que é Natal. E um homem sente que há histórias para contar sobre o espírito de Natal. Porque há Natal e o espírito de Natal. E o dia de Natal. E a véspera de Natal.
Há um dia em que um homem pensa como vai sobreviver a esses dias sem entristecer demais... (ver Conto de Natal completo AQUI).

*

Da Fernanda Frazão e da Apenas Livros:

*

Do Herético, homem de sabedorias, a deixar-nos Torga, lá no seu Natal do Relógio de Pêndulo. A não perder...

*

Do Raim, traçando-nos outros olhares para o Natal (como este Natal visto por dentro...) e para o mundo no seu Raim's Blog:

*

(talvez continue...)


Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 22:05


dezembro 20, 2009

quem vê caras
também pode procurar corações...


No fundo, se quisermos ver com olhos de ver, o que percepcionamos da vida compõe-se daquilo que vemos e daquilo que queremos ver. Os nossos sentidos estão aí, para o que der e vier. Mas o nosso entendimento do mundo tem os filtros das nossas vivências ou, se quisermos, da nossa cultura. O milho que a senhora lança, alimenta os pombos, mas faculta o voo...

Podemos, pois, em cada momento da vida, abrir uma janela nova nas paredes desse edifício e permitir a renovação do ar e a entrada da luz.


É tão só disso que se trata quando ouço a Fernanda Frazão e a Gabriela Morais dissertando sobre a Teoria da Continuidade Paleolítica, tal como ocorreu nesta sessão dedicada ao livro A Senhora de Ofiúsa.

A terra de Ofiúsa parece-nos, então, tão óbvia, tão entranhada, que damos por nós surpreendidos por terem sido possíveis tantos anos do nosso alheamento.

E, logo depois, parece-nos fácil voar. Afinal, as asas existiam. Talvez nos faltasse, apenas, o sustento.

NOTA de rodapé: para quem considere algo exotérica esta mensagem, desengane-se. Se as ideias surgem um pouco «encriptadas», as pistas, no entanto, estão no pequeno texto e a curiosidade pode ser saciada através de um contacto junto da editora Apenas Livros. Está lá tudo...


Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 11:00


dezembro 15, 2009

noites com poemas
A Senhora de Ofiúsa


Maria e Emanuel, dois adolescentes, curiosos e aventureiros, pela mão da avó Ana, viajam no tempo – por meios absolutamente plausíveis, digo eu –, em terras de Ofiúsa. Assim se denominaria o que coincide com o actual espaço geográfico de Portugal… mas numa viagem que percorre dezenas de milhares de anos da nossa História!

Conforme se respiga do livro A Senhora de Ofiúsa, da autoria de Gabriela Morais e edição da Apenas Livros, mergulham eles «numa excitante aventura passada na Pré-História portuguesa, recheada de maravilhoso, fantástico e… real.

Esta área da História, cuja imaginação tem tido dificuldade em dar rosto, torna-se próxima, compreensível e quotidiana.

Partindo de actualíssimos achados arqueológicos, a autora dá vida aos nossos antepassados mais longínquos, fazendo-nos conviver com os seus objectos, conquistas culturais, possíveis costumes e rituais, em cenários reais de sítios arqueológicos, como Lapedo, Escoural, Almendres e Águas Frias. Através desses nossos “avôs e avós”, leva-nos à compreensão das características individuais e colectivas que formam a nossa identidade milenar».

Quantas vezes damos por nós, observando um pôr do Sol e perante a magnitude da Natureza, sentindo um estremecimento que parece chegar-nos de longe, desse intemporal que nos está entranhado, que nos torna tão especiais enquanto povo e, ao mesmo tempo, tão próximos da Humanidade toda e tão identificados com ela? De onde nos chega, então, essa ancestralidade, feita de sapiência primordial? E o determinismo e a adaptabilidade? De onde nos chega a palavra saudade? E os provérbios, em que somos tão pródigos? E porque é tão fácil descobrir, em cada português, um poeta?

Gabriela Morais e Fernanda Frazão, historiadoras, abraçaram a causa que investigam e trazem-nos respostas, claras, frontais, provocadoras, sustentadas na Teoria da Continuidade Paleolítica, corrente que invade os corredores das academias, com a certeza relativa que caracteriza a ciência mas cada dia com maior pujança, alicerçada nas mais recentes descobertas científicas, contrariando os valores instituídos dominantes, forjando uma nova lógica, que surpreende, estimula, exalta e encanta.

Mais não direi, que a conversa vai longa. Venham, então, ouvi-las. Eu direi apenas que aqueles saberes se encontram consubstanciados nesse livro encantatório que é A Senhora de Ofiúsa, o qual será o centro da conversa da nossa próxima sessão das Noites com Poemas. Para mim, seguramente, uma das mais estimulantes obras literárias, escritas em Português, que li em muitos e muitos anos.

Um convite a todos os que se interessam pela «alma portuguesa», com especial destaque para aqueles que vibram com o estudo da nossa História. Na Biblioteca Municipal de Cascais, em São Domingos de Rana (Bairro de Massapés, em Tires), no próximo dia 17 de Dezembro (quinta-feira), pelas 21h30.

Digo-vos ainda, com o despudor que dar a cara por uma causa justa sustenta: uma excelente sugestão para o Natal.

Lá vos espero. E tragam um amigo, também, que a sala é airosa e tem espaço.

Com um grande abraço,

Jorge Castro

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 08:58




tudo corre, minha gente...

hoje corremos em frente
tão depressa e de repente
que se perde assim a gente
sem sabermos onde vamos

corremos tais loucos gamos
sem saber por onde andamos
nem no penhasco paramos
gota perdida em corrente

e ficamos neste apuro
por assim nem sermos gente
que sem passado o futuro
nos desperdiça o presente.

- Jorge Castro

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 00:14


dezembro 11, 2009

Aminetu Haidar

- fotografia da Agência Reuters


"Só quero regressar ao Sara Ocidental, com passaporte ou sem ele, viva ou morta"

Aminetu Haidar, activista sarauí em greve de fome em Lanzarote, afirmou, ontem, quinta-feira, acreditar que Marrocos cederá à sua vontade... (in Jornal de Notícias, 11 de Dezembro de 2009).

Quem diz que se perderam os valores? Mas quem pode, no chamado mundo civilizado, ficar indiferente a alguém que está disposto a sacrificar a sua vida pela entrega a uma causa solidária?

Informemo-nos, pois, e que cada um cumpra a sua função, pequena ou grande, enquanto ser humano.

Aminetu Haidar encontra-se em greve de fome há 27 dias (desde 14 de Novembro) e em eminente rotura física, no seu combate pela autodeterminação do povo saharauí, no aeroporto de Lanzarote, contra a prepotência - e os interesses instalados - do retrógrado governo de Marrocos.


Ver entrevista AQUI.
Ver carta aberta à sociedade espanhola no Dia Internacional dos Direitos Humanos.
Ver informação da Amnistia Internacional - Portugal AQUI.

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 09:09


dezembro 10, 2009

pequeno contributo para o entendimento
do que se passa
neste País:
o «choque tecnológico» no Ensino

O problema é sucinto:

1. Chegam os computadores às escolas;

2. Os computadores são ligados, para o funcionamento espectável - com ou sem ministro à vista, o que dará um resultado idêntico;

3. Uma sala de aula pode ter duas tomadas para 14 máquinas, que «alimentam» 28 ou 30 alunos;

4. Não há quem transporte os computadores (portáteis ou nem tanto) de sala em sala, o que motiva que, regra geral, são os profs a aguentarem com as dores nas cruzes, em tarefas que eufemisticamente poderemos chamar de não-lectivas;

5. Todos os computadores ligados, mais o restante equipamento, e conclui-se que não há potência necessária instalada na Escola que aguente tal carga. O reforço de potência necessário carece de um projecto específico para o efeito, de árdua confecção e obscuro processo;

6. As verbas disponibilizadas para o exercício do ano lectivo, entretanto, ou são muito bem geridas ou não chegam para os encargos com os anti-vírus, o que motiva que, depois da segunda semana de utilização, metade dos equipamentos estejam inoperacionais;

7. Não há ninguém - para além de uns profs carolas e não pagos - que faça a manutenção dos equipamentos;

8. Não há acções de formação para os profs se entenderem com os equipamentos...

Isto é o que eu vou sabendo dos profs e encarregados de educação amigos. Muito mais haveria a enunciar, mas este elenco parece-me bastante para se apurar que a situação é, verdadeiramente e no mínimo, chocante.

A qualquer anormal que queira estabelecer paralelismos com a Finlândia recomendar-se-á um teste de alcoolemia na esquadra da PSP mais próxima.

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 15:32


dezembro 09, 2009

fotografando o dia (140)


eu nunca sei ao que venho
quanto ao mar carga serei
sei que me sobra em empenho
quanto sei que falta ao rei

sei de tanto que não sei
não sendo em Restelo Velho
que nem sei eu quem verei
ao ver-me nalgum espelho

e lanço ao chão o joelho
por ter de amigos distância
pois tanto vale um conselho
num mar feito de inconstância

ou ter em mim esta ânsia
velem por mim que eu por vós
velarei em circunstância
qualquer que seja e por nós.


- fotografia e poema de Jorge Castro

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 14:59


dezembro 04, 2009

fotografando o dia (139)


apontamento em diário de bordo

por Costa Nova do Prado
risca-se a gente de riscas
umas por demais ariscas
outras com riscas de lado

quais joviais odaliscas
tantas riscas lado a lado
trovões e céu desabado
o tempo era de faíscas

ao almoço fui-me às iscas
lanchei ovos consolado
com jantar de pataniscas
dei o dia por riscado

- poema e fotografia de Jorge Castro

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 22:24


dezembro 01, 2009

fotografando o dia (138)


Aveiro
pintam-se as cores
no ondular das nostalgias
como se o ondeio
nos redimisse
da dor dos dias

e o mar ao longe
num bater de asas
guarda tardias
vozes de fainas
que só nos chegam
nas ventanias

- fotografia e poema de Jorge Castro

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 09:35


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noites com poemas 2


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