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mundo
Todas as coisas têm o seu mistério
e a poesia
é o mistério de todas as coisas

Federico García Lorca

Sendo este um BLOG DE MARÉS, a inconstância delas reflectirá a intranquilidade do mundo.
Ficar-nos-á este imperativo de respirar o ar em grandes golfadas.
fevereiro 26, 2009

poema

precavi-me contra tempos de loucura
desenhando um arco-íris no meu quarto
veio o vento
e as cortinas ondulando
derrubaram a parede
e a procela

hoje há sol
chuva
luz ou
névoa a rodos
e a parede que era em tempos amarela
é a casa
onde agora moram todos

- Jorge Castro

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 09:40


fevereiro 24, 2009

da origem do mundo ao fim da macacada...

A Origem do Mundo, de Gustave Courbet, 1866

Sinto-me, obviamente, compelido a publicar a imagem, por imperativos éticos e de cidadania.

Por Braga e - parece de propósito... - de Carnaval à ilharga, são apreendidos pela PSP, supõe-se que para averiguações ou (pior) por eventual atentado à moral pública, alguns exemplares de um livro de pintura, em feira de segundas-mãos, que ostentava na capa a imagem acima, da autoria de Gustave Courbet (1819-1877).

Título da obra: A Origem do Mundo. Óbvio, não é? Por mim, não conheço ninguém que não tenha ali colhido evocação da sua mãe... (já que no século XIX as provetas ainda não eram utilizadas na fecundação).

Nem me dou ao trabalho de procurar culpas nas fraquezas da PSP ou em atavismos retrógrados, mais ou menos de sacristia. Mas abismo-me (ainda, vejam lá!...) com o monumento à estupidez que tal acto consagra, em pleno ano da graça de 2009!

Na semana passada foi notícia o pai de 13 anos que, segundo parece, tem a paternidade contestada por diversos rivais; qualquer criancinha de meio-palmo acede aos sítios mais pirotécnicos da net, onde pairam miríades de passarinhas... e sem pêlo.

Será, afinal, apenas esse o problema, essa ostentação de pelagem púbica tão arredada da «pós-modernidade» em que (des)vivemos?

Será que alguma ASAE dos costumes considerou, porventura, que o excesso de pêlo púbico seria mau exemplo para o público, por eventuais, ainda que duvidosos e subjectivos preceitos de higiene?

Será que não se pode exterminá-los, a esses Cereberos de pacotilha, guardiães de algo que ninguém sabe definir muito bem o que é e apenas medra nas cabeças infectas dos recalcados?

Que dizer, então, da exposição peniana de Adão, na Capela Sistina? Pornografia? Por amor de Deus!...

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 17:44


fevereiro 23, 2009

exaltação e bendizer

Nenhum fotógrafo português - pelo menos nenhum daqueles para quem esta associação dos dois termos signifique alguma coisa - devia deixar-se finar sem visitar a casa de Carlos Relvas, na Golegã.

O mesmo vale para todos aqueles para quem a arte fotográfica, longe de ser «arte menor», significa uma espantosa e infinitamente diversificada janela aberta para a comunhão entre os homens.

Aproveitem, pois, se quiserem aceitar a minha sugestão. A reconstrução do edifício - um templo que o seu primeiro proprietário criou, de raíz, dedicado à fotografia - cuidadosamente levada a cabo pela autarquia da Golegã é um exemplo maior da preservação do passado, apontando caminhos do futuro.

Da obra de Carlos Relvas, de uma intensidade que comove, direi apenas que um simples retrato seu, contemplado com atenção e cuidado, captado que foi todo o rigor fisionómico da personagem retratada, pode inspirar, por si só, uma novela. Só visto!




Depois, por Samora Correia, um Carnaval possível. A pernoca lusitana ansiando, talvez, pela esbeltez que os meios de comunicação mostram de outras paragens. Mas, ainda assim, vindo a terreiro.

Algum recato no que se desvenda, vá lá saber-se se por pudor ou contenção. Mas, ainda assim, com ousadia teimosa.

Podemos desvendar-lhe a aculturação, mas não podemos deixar de admirar a perseverança.

Deste Carnaval senti-lhe a falta de crítica social, tão portuguesa. Talvez pudores que transcendam a pernoca. Mas, ainda assim, a afirmação de estarmos cá e estarmos vivos.

Na verdade, um Carnaval possível...

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 11:48


fevereiro 20, 2009

escárnio e maldizer

carnavalócrates


estamos bem - melhor ficamos
nos socráticos pareceres
de carnavalesco empenho
onde sargentos graxistas
com fúria e mais arreganho
são mais que o papa papistas

aos magalhães com mulheres
de Torres Vedras em corso
a delegada ajuíza
em prol de morais costumes
proibir tamanho abuso

de semblante sisudo
na DREN a Margaridona
obriga a cumprir Entrudo
aos professores numa fona

então em que é que ficamos?
gozamos ou não gozamos?
brincamos ou não brincamos?
diz-nos lá
nosso primeiro
como sair do atoleiro
onde por tua mão vamos…


Duas pequenas reflexões acerca dos factos acima referidos:

1.

A senhora delegada já meteu a mão pela consciência abaixo e apurou ter havido excesso de zelo, pelo que foi retirado o impedimento ao carro no corso de Torres Vedras. Pergunto-me: mas, então, a primera decisão foi tomada sem apurar matéria de facto? Claro que emendar a mão fica sempre bem e denota grandeza de espírito. Mas, ainda assim, que grande brincadeira carnavalesca e que enorme celeridade processual! Assim, sim,vai a justiça em bom caminho!

2.

Não sei os exactos contornos da ameaça de procedimento disciplinar, por parte da napoleónica DREN, sobre os professores que não iam brincar ao Carnaval por estarem sobrecarregados com afazeres burocráticos. Então o que é que prevalece: o dever ou a brincadeira, sendo que ambos não são despiciendos? Mas perante a enormidade da ameaça, pergunto-me: os 150 senhores professores da escola envolvida não estarão na disposição de, eles sim, moverem um processo disciplinar à mandona da DREN por abuso de poder? Na verdade, estão a ser superiormente desviados dos seus deveres para serem, cumpulsivamente, obrigados à brincadeira. É que isto dos processos disciplinares, pode haver quem não se lembre ou quem não saiba, mas é como os interruptores: funciona para baixo e funciona para cima. À consideração...

O «zelo» dos «representantes dos pais» não é menos cretinóide, ao invocar que os professores estão a usar os alunos como arma de arremesso contra a avaliação. Mas, porquê? Alguém impediu os meninos de brincarem ao Canaval? E, já agora, brincando com os pais que não querem as crianças abandonadas, coitadas... Entretanto, os professores têm a avaliação da senhora ministra às costas. Mais o resto!

Será que estes «pais» e a responsável da DREN é que querem boicotar a avaliação proposta pela senhora ministra? Grande Carnaval!...


Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 10:25


fevereiro 16, 2009

noites com poemas - próxima sessão


19 de Fevereiro, no local do costume, pelas 21h30, teremos Poesia de Pedra e Cal.

Como convidado, o escultor Francisco Simões, autor das estátuas que povoam o Parque dos Poetas, em Oeiras. Lugar mágico e inspirador, aquele. Digo eu que o visito, amiúde, naqueles fins de tarde de dias mais difícieis de aturar, em busca do retempero de forças e ânimo.

A essa magia não é estranha a presença de quantos poetas por ali vagueiam, imorredoiros, tutelares e totémicos, como as suas obras, mas regressados a essa vida física pela mão do escultor que os interpretou.

Certo dia, assisti a uma sua dissertação, pelo Parque, poeta a poeta, e nem dei pelo tempo passar. Daí a convidá-lo, foi um passo. Até à sua pronta aceitação, outro.

Quem puder, venha! Creio bem poder assegurar mais uma sessão em que o tempo voará.

Entretanto e em homenagem ao convidado, aqui vos deixo um poema, ao jeito de um cartão de apresentação:

em bloco duro de pedra informe e fero trato
a mão afaga
o cinzel lavra
aquele retrato
que paira só no olhar denso do artista
de forma tal que saiba ele que lá exista
um corpo
um ar
um ser
um estar
que nos evoca
o infinito de um mistério e da poesia

e quando depois se toca a aspereza atenuada
dádiva da terra-mãe por troca de nada
em parto ardente sem temor ou agonia
mas que a mãos ambas
o escultor mostra
e desvenda
e traça a golpes com o maço que deslaça
o fino enredo de uma vida
de uma lenda
queda-se esse infinito ao rés da mão em gentil acto
para melhor que o mundo o entenda

assim nascido
em bloco duro de pedra informe e fero trato.


- poema de Jorge Castro

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 23:32


fevereiro 15, 2009

máscaras de Carnaval


cansado do solilóquio
tem na sondagem conselho
nega e renega o Pinóquio
faz-se mansinho coelho

mas vejam bem o que ele diz
não caiam em manhas velhas
sobrou tamanho ao nariz
sobra-lhe agora às orelhas

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 23:53


fevereiro 13, 2009

convite - baloiçArte

Dia 14 de Fevereiro, namoriscadoiramente, Carlos Peres Feio lança o seu livro de cordel - sê bem vindo ao grupo, meu caro! - editado pela Apenas Livros, baloiçArte.

De alguém que cultiva a arte do sorriso, temperado por ironia e alguma mordacidade, como panaceia universal para os males do mundo, o que me leva a alinhar prontamente em tal equipa.


Claro que nem só de ironia vive a obra de Carlos Peres Feio. Quanto ao mais, o melhor mesmo é verem com os vossos próprios olhos.


Na Sociedade Recreativa Musical de Carcavelos,
pelas 17 horas.


Lá estaremos, com açúcar, com afecto!

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 00:37


fevereiro 12, 2009

fotografando o dia (121)

de tanto se porfiar
na confiança
um
já se vai a danar
outro
descansa
e as goelas abissais
de mor ganância
vão mantendo
os animais
na ignorância

- fotografia e poema de Jorge Castro

- fotografia obtida na exposição de cerâmica de Bordalo Pinheiro, em Óbidos.


Charles Darwin - nascido em 12 de Fevereiro de 1809.

Com ele, a Humanidade recuperou algo cujo conhecimento perdera desde a noite dos tempos: o Homem não foi feito à semelhança dos deuses, mas sim o inverso. Reiniciou, também a aprendizagem de que o mundo não é apenas um dado adquirido, mas que a interferência de cada um produz efeitos...

Talvez por isso a sua actualidade e a polémica que o seu nome ainda suscita. Há evidências que não se querem evidentes. A cada um o tentar descobrir as razões para tal paradoxo.


Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 00:32


fevereiro 09, 2009

tudo é relativo...

Entendamo-nos: tudo o que eu vou referir, de seguida, acerca dos problemas que afectam a minha humilde pessoa, nada é e nada pesa nem em relação à mais mínima situação de fome no mundo, nem sequer à mais recente situação de despedimento. Não é, tão pouco, da gravidade de um abandono (humano ou outro). É, apenas e tão somente, um desabafo relativo, já que tudo é relativo na relatividade das coisas.

Então, é assim:

- Porque é que eu, com trinta e tal anos de trabalho no pêlo, quadro médio estável de uma empresa estabilizada, vai para cima de 25 anos, aproximando-me inexoravelmente dos 60, me vejo constrangido a solicitar um empréstimo bancário - pouca coisa, diga-se... - para efectuar imprescindíveis obras em casa, do qual fico a pagar abomináveis, incontabilizáveis e incomensuráveis prestações até aos meus 65 anos de idade, quando a quantia de que eu necessitei e pela qual me humilhei perante um banco é ganha por semana (nalguns casos por dia) por um qualquer caramelo que dá uns chutos na bola, com mais ou menos jeito, e aos 20 anos de idade?

Invejas, dir-me-ão... Mas, ainda assim, que raio de mundo é este que congemina estas desequilibradas abominações?

Eu não vou ao futebol. Não é por nada. Só que os bilhetes são caros - lá está: relativamente caros...- face às prioridades que tenho na vida.

Mas ai de quem me venha dizer que um livro de € 15 ou € 20 é caro, perante o despautério do custo de um bilhete para assistir ao futebol, mesmo num clube (à) rasca! Ainda para mais, só para assistir. Ainda se fosse para jogar...

Mas a impagável emoção do momento, dir-me-ão... Lá está, outra vez: tudo é relativo. Sendo leitor desde que me conheço, livros houve que marcaram a sua presença na minha vida para sempre. Emocionalmente.

Do futebol apenas me ficou uma unha encravada durante alguns anos, por ter levado uma pantufada na chuteira, ainda para mais de um companheiro de equipa. Coisas da bola...

De um livro apetecido, há uma emoção renovada quando pegamos nele, de novo, ao fim de uma mão-cheia de anos. É um amigo que revemos quando nos revisita.

É verdade que, tal como a unha, também tenho alguns livros encravados. Mas isso será outra história...

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 20:06


fevereiro 07, 2009

se Santos Silva, comparando-se a si mesmo com Manuel Alegre, se diz pigmeu, quem somos nós para o contradizer


Com a ajuda preciosa dos Witty Comics estreio-me na arte do cartoon...

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 16:56


fevereiro 05, 2009

haviam de trincar a língua...

Nesta universal angústia com a crise, há hipocrisias que deslumbram.

Vem isto a propósito dos recentes comentários desfavoráveis, por parte do presidente da Associação Empresarial de Portugal, José António Barros, a propósito dos anunciados aumentos de 2,9% para a Função Pública.

Esta gente, que sempre seguiu a «lógica» dos aumentos pelintras na Função Pública, utilizando-os como indicadores para as suas sacrossantas acividades privadas, sem que para tal se percebesse lógica ou razoabilidade, ostentam agora estas lágrimas de crocodilo, à conta dos 2,9% que Sócrates anunciou.

Mas quem os obriga a segui-los? Há, porventura, legislação nesse sentido? Ou a Função Pública mais não é, para eles, do que mero indicador?

Também aqui se assiste a mais uma manifestação da fantochada nacional a que Medina Carreira se refere.

Isto para nem falar na trafulhice que os aumentos salariais em base percentual representam. Mas isso é já outra história...

Políticos medíocres, empresários medíocres... Porque não se calam, ao menos, para o mínimo elementar do bom senso? É que tanta cabotinice receio que acabe por se pegar!

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 18:24




fotografando o dia (120)



escrevo o nome doce que o mar leve
o meu sem Pedro algum ou azedume
que o caminho é longo e a vida breve
e de mim fica a sombra que o resume

escrevo-o sem tardança que a maré
decerto o levará ao mar imenso
onda a onda lá por onde perca o pé
será esse o lugar a que pertenço

- fotografia e poema de Jorge Castro

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 00:29


fevereiro 01, 2009

fotografando o dia (119)

de tanto
ficar à espera
a ver gaivotas no ar
meti asas
ao caminho

vejam lá
o que é voar!

- fotografia e poema de Jorge Castro

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 17:02


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noites com poemas 2


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