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mundo
Todas as coisas têm o seu mistério
e a poesia
é o mistério de todas as coisas

Federico García Lorca

Sendo este um BLOG DE MARÉS, a inconstância delas reflectirá a intranquilidade do mundo.
Ficar-nos-á este imperativo de respirar o ar em grandes golfadas.
abril 30, 2008

14º aumento de preço dos combustíveis em 4 meses - bela forma de combater o défice à custa do Zé Pacóvio!

Parece-me uma prova indubitável de que os cidadãos portugueses têm vindo a ser desgovernados por uma súcia de fulanos sem escrúpulos, que aparentam não ter pitada de padrões de decência nem limites para o irrazoável ou o ilógico, o facto de, FACE À SUCESSIVA DIMINUIÇÃO DO PREÇO DO PETRÓLEO nos mercados internacionais, estarmos perante o 14º aumento do preço da gasolina, em Portugal, só nos primeiros quatro meses de 2008.

Aproveitando, sem manha nem pudor, a desvalorização do dólar face às demais moedas mundiais, desvalorização que «impõe» sucessivas rectificações do custo do barril de petróleo EM DÓLARES, o Estado e os agentes públicos e privados que definem os preços dos combustíveis praticam sucessivos e escandalosos aumentos quando, de facto, na fonte, o petróleo está, até, mais barato do que há meia dúzia de anos, se se considerar a sua valorização em euros.

Agora, vem um ministro à ribalta manifestar a sua estranheza por tal facto... É lata, meus senhores! E da grossa.

Demagogia, aldrabice, falta de vergonha e uma profunda noção de impunidade - que cultivam e fomentam - carreiam esta gentalha neste mar de iniquidades que nos amarfanha o viver.

Afinal, a única coisa que os perturba - e mesmo essa apenas vagamente - é a perda das próximas eleições, onde, se tal se verificar, de pronto se aninham nos seus lugarzinhos de aconchego. Venham, então, as eleições, que sempre quero ver, por entre o meu círculo de relações, quantos ainda irão invocar o estatuto de «iludidos e enganados» para votar na maralha do centrão!

Há, na verdade, aqui um sério problema de alternativas que se nos coloca a todos. Mas maiorias absolutas? Nem pensar! Não me parece que algum partido do nosso espectro tenha estrutura anímica para não se deixar cair em tentações totalitárias, com tiques absolutistas ridículos, mas gravosos que abonde para essa circunstância de se ser Português.

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 09:58


abril 26, 2008

fotografando o dia (104)


25 de Abril, sempre!

na leveza em que a mão se abre em cravo
no enlevo dessa luz que vem beijá-lo
nós seremos sempre Abril
tão rubro e claro
se fizermos
sempre mais
para merecê-lo

- fotografia e poema de Jorge Castro

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 11:01


abril 25, 2008

Abril é o poema de ser Português


- fotografia de Jorge Castro

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 01:50


abril 23, 2008

Francisco Martins Rodrigues, in memoriam

- fotografia obtida em As Causas da Júlia

Se as «portas que Abril abriu» tivessem descoberto artes de banir preconceitos e algumas (tantas) picardias de pouco ou nenhum sentido, porventura estaria, hoje, o País todo ele de luto, na hora da morte do anti-fascista Francisco Martins Rodrigues.

Ensinou-me a vida - talvez erroneamente, mas assim me ensinou - que alguns exorcismos são salutares a bem da res publica. Será este um desses casos.

Este é um exemplo de vida de combate por ideais, de uma riqueza humana não facilmente mensurável, que deixámos cair no esquecimento dos dias. Lembrámo-lo, apenas e fugazmente, na inexorabilidade da morte. É pouco!

Ver aqui e aqui para alguns detalhes da História, que espera por outros ventos de objectividade para ser contada.

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 12:40


abril 19, 2008

partilha de leituras na
Escola Conde de Oeiras

A PALAVRA PARTILHADA

a palavra partilhada
no fundo é tudo o que somos
tão fácil sempre que a damos
quão fácil se nos é dada

a palavra partilhada
é a luz da manhã clara
quando o Sol lavou a cara
e apetece a torrada

a palavra partilhada
é uma janela p’rà vida
que abrimos colorida
quando a vida está fechada

a palavra partilhada
é um passo p’rò futuro
é o sair do escuro
para a esperança iluminada

na solidão da estrada
é dar vida à nossa voz
que nunca estaremos sós
na palavra partilhada.

- poema de Jorge Castro

Alunos, professores, auxiliares de educação, pais, encarregados de educação e amigos da Escola pública, eis os ingredientes determinantes, condições cada qual sine qua non, para que a transmissão de saberes floresça. Não nos caminhos da divergência mas na procura, se quiserem, até à obsessão dos pontos de encontro que abram caminho ao sonho, para que o mundo pule e avance como a bola colorida de Gedeão.


Assim se fez na Escola Conde de Oeiras, em Oeiras, numa sessão de poesia a que, muito justamente, se chamou Partilha de Leituras e para a qual fui convidado, com a Edite Gil, recente companheira de incursões nos meandros da poesia.

Estivemos com alunos, professores, auxiliares de educação, pais e encarregados de educação - sim, sim, em tempo pós-laboral, claro! - no passado dia 18 de Abril. Todos participantes, todos envolvidos, todos interessados.

E cada um de nós, como tive oportunidade de lá dizer, sendo, por si só, mais importante do que todos os telemóveis do mundo.

Viveu-se Abril!

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 09:54


abril 17, 2008

noites com poemas, com biologia, com pardais e sei lá que mais...

Nem a chuva intensa nem um Sporting-Benfica demoveram a determinação de umas dezenas de participantes na sessão do passado dia 16! Nem o meio da semana nem a hora tardia nem nada disso tudo perturbou essas boas dezenas de bons participantes!

Há, na verdade, mais vida para além dos futebóis e dos «alertas-laranja», ou furta-cores ou o que os valha.


O Professor Fernando Catarino foi aquela maravilha de comunicação que dele sabemos. Propôs-nos um passeio por alguns dos seus encantamentos poéticos com a alegre desfaçatez de quem trata a Vida por tu e gosta de ensinar, a quem não saiba, como é que ele consegue tal feito.


A noite foi, afinal, demasiado curta para cabermos todos nela e, ainda assim, não ficou ninguém de fora.

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 11:45


abril 14, 2008

noites com poemas - da Biologia à Poesia, um saltinho de pardal


Homem de incontáveis saberes, generoso comunicador, o Professor Fernando Catarino acedeu amável e prontamente ao desafio proposto de nos trazer a ponte entre a Biologia e a Poesia, dois núcleos centrais dos seus interesses.

Uma sessão mais a não perder para quem possa deslocar-se à Biblioteca Municipal de Cascais, em São Domingos de Rana, no próximo dia 16 (quarta-feira), pelas 22 horas, onde se pretende mostrar com quantas cores se faz a Poesia.


A propósito, um poema que publiquei no meu livro Contra a Corrente (2005):

Contemplativo
"Estou vivo e sou alguém muito longe" - José Luís Peixoto

estava eu para aqui

muito bem sentado a ver

o dia a passar por tudo

e quase sem dar por mim

sussurrava-me um besouro

os devaneios das flores

sentia o vento trazer-me

um solzinho ao fim de tarde

como quem namora o tempo

a confessar aos botões

que bem se vive no campo

quando vem de lá a mosca

e ao ver-me assim pasmado

me leva um sinalzito

que tenho junto ao nariz

depois veio um moscardão

que me rapinou a mão

e tudo o que nela havia

e ainda a lagartixa

em corrida a sete pés

roubou-me de lés a lés

tudo aquilo que podia

nem faltou a borboleta

que montada nos meus olhos

voou tanto que parecia

pedalar bicicleta

chegou-se ainda a formiga

que chamou logo a amiga

com ligeiro piparote

levando de mim a trote

uma o chiste

outra o dichote

e já cá faltava o grilo

de colarinho dourado

pretinho de reluzente

numa antena leva um dente

e na outra um mamilo

já pouco de mim sobrava

quando arribou o pardal

a debicar-me no peito

costela primordial

restava-me o coração

mas esse fui eu que o dei

que o vento era de feição

e até o pensamento

me deixou no mesmo alento

e assim fiquei

pela aragem

espalhado na paisagem.

- poema de Jorge Castro

Aproveite e traga um amigo e, também, um poema.
Haverá, decerto, espaço para ambos.


Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 23:37


abril 13, 2008

ARS INTEGRATA, no Palácio Foz... e interlúdio ao fim da tarde

Algumas imagens obtidas pelo Dionísio Leitão podem ser vistas aqui.

*
Depois, um passeio, à beira-rio. Preparando a próxima semana, alongando o domingo. Algumas tréguas nas pressas, nos envolvimentos, no desgaste a que o tempo obriga. O rio está calmo e o mar parece apaziguado. As pessoas aproximam-se das águas espelhadas, saboreando a calmaria. O povo parece sereno e nem a fumaça nos perturba...


Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 09:16


abril 10, 2008

por Adriano


Nunca tive grande jeito para comemoração de efemérides, mais voltado que estou para fazer «perguntas ao vento que passa»... Daí que as balizas que tanto importam a tanta gente, para mim diluem-se no imperativo dos dias.

Isto para dizer que, no passado dia 09 de corrente, fez anos que nasceu Adriano Correia de Oliveira. Cumpriria ontem, portanto, sessenta e seis anos. Há vinte e seis que partiu para outra aventura.

Não direi muito mais para além do que todos sabem. Direi, apenas, que o ouvi, pela primeira vez, lá por 1967, andava eu pelos meus quinze anos de angústias, indecisões e outras pesquisas.

Antes da leitura dos «grandes clássicos», foi Adriano e a sua cristalina voz que me auxiliaram a perspectivar o mundo que me rodeava... e que me rodeia.

Nunca mais deixei de querer ouvi-lo.

Adriano Correia de Oliveira

não sei cantar para ti como cantaste
numa noite coimbrã de fogo aceso
corações eles foram tantos que tocaste
tal o meu também voando estando preso

vens de um tempo das afrontas sufocadas
de grilhões prendendo mãos e pensamento
nesse tempo em que ao som de guitarradas
descobrimos ser tão livres como o vento

era um tempo de combate e duras pedras
já cantavam na tão velha escadaria
era negra-negra a noite e as capas negras
mas em cada olhar a esperança se fez dia

na denúncia do algoz soltando amarras
como arauto no combate à força bruta
a tua voz na plangência das guitarras
ia unindo a alma e o corpo à mesma luta

era de Maio essa cor que então cantavas
ou de Abril nesse Inverno descontente
e o calor de rubras flores onde voavas
era o azul de um novo céu de nova gente

eram cores e sons de Abril que já trazias
num assombro de poesias perturbadas
e cantavas naus giestas e alegrias
que fazias ser em nós gume de espadas

à razão deste voz que não se guarda
pressentindo um pulsar que se inquieta
foste o canto a arma e a mão que não se atarda
o percurso firme e tenso de uma seta

ao canto deste a vida e foste esperança
conjugaste em tom diverso o verbo dar
e adivinho o Adriano na criança
que ali corre vida fora junto ao mar

porque somos feitos só de terra e barro
já partiste irmão maior mas entretanto
se nas cinzas se amortalha aquele cigarro
fica em nós presente o grito do teu canto.

- poema de Jorge Castro incluído em Poemas de Menagem, 2008


Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 11:25


abril 06, 2008

uma longa, muito longa entrada... ou o desvendado oculto da personalidade

O fim de semana foi um pleno de actividades. E porque a minha ausência por este espaço onde tenho cruzado caminhos com tão excelente gente já me obriga a algumas explicações, cá deixo alguns orgulhos, a título exemplificativo, o que poderá ser levado, porventura, à guisa de feira de vaidades, mas onde asseguro o dispêndio de algum suor e sangue pela fruição da coisa poética.

1. 04 de Abril - Fui convidado pelo Movimento Escola Pública para participar com alguns poemas numa acção de rua, na Rua Garrett, em Lisboa, de sensibilização da população para a importância de um ensino público, digno e empenhado. Entre outros, levei este cântico de zurzimento...


se uma ministra funesta
defenestra a Educação
que raio de festa é esta
só de peste e disfunção?

bate o pai
a mãe
o filho
no professor
pois então
que a dar-lhe sova e enxovalho
fica o país a retalho
a golpes de pica e malho
mas de canudo na mão

(vede
o quanto a ministra briga
puxa à docência o cabelo
p’ra ter rebanho cordato
neste sucesso a martelo!…)

avalia
desobriga
reuniões faz a eito
entre actas de entreactos
partes gagas
malas artes
sai dali mestre perfeito

não que ensine
nem que eduque
faça o pino ou arme em duque
o mestre que a Milu quer
aprende tão só o truque
de dar volta que amaluque
a arte de dar saber

e a criança patega
de pais bem mais que coitados
se vê no horizonte a nega
leva pai e mãe
criados
amigos e outros malvados
na bordoada ao docente
fica a ministra contente
e os secretários babados

fez a Milu um entrudo
em matéria de canudo
com saldos para tanta gente
que filho p’ra ser um lente
- tal como o quer esta gente -
não é crise complicada
hoje é coisa de um repente
e amanhã…
já nem é nada

mal vamos se assim ficarmos
já Pitágoras o dos catetos
avisava quem o ouvia
- e alguns eram seus netos… -
se a criança educarmos
com saberes que a vida dá
e de que a todos enformem
precisão não haverá
de vir a punir o homem.


2. 05 de Abril - Depois, pelas Caldas da Rainha, na Biblioteca Municipal, a convite da Comunidade de Leitores das Caldas da Rainha, nas pessoas de Palmira e Carlos Gaspar, na Comemoração (ainda) do Dia Mundial da Poesia e em homenagem ao poeta Ruy Belo, acompanhado por Isabel Sá Lopes, António Ferreira, Henrique Fialho - um companheiro dos blogs!... - Teresa Belo e a participação de Ruben Leiria (clarinete) e Luisa Yakovenco (piano), da Academia Musical de Óbidos, houve mais poesia...

A Ruy Belo

um poeta é um consolo
e nem é de justapô-lo
ao Sol ou a algum cometa
um poeta é o que é
juntando letra após letra
até à luz da utopia

mas é feito dessa carne
que a uns e outros irmane
decorrendo o dia-a-dia

muda de rumo e de meta
muda o mundo e et coetra
e de tal não se enfastia

tem de tudo a vizinhança
do olhar de uma criança
ao chão duro em que confia

um poeta é um desvelo
- «melhor é experimentá-lo» -
já um poeta dizia

não vá alguém duvidá-lo
experimente então sabê-lo
começando pelo Ruy Belo…


3. 06 de Abril - Ars Integrata, no Palácio Foz, em Lisboa. Por entre dourados medalhões, seráficos querubins e muita música, um salão a rebentar de gente pelas costuras, acolheu-nos. David Zink, o Coro Corelis, com o Maestro Victor Roque Amaro, Júlia Lello e eu, demos o nosso melhor para que a tarde ainda mais se dourasse...


Canção de embalar

Vês?
Se tu quiseres eu sou capaz de voar
Depois peço que me dês a tua mão
E virás comigo a todos os céus dos jardins por inventar
Veremos tudo o que fica para aquém dos nossos sonhos
E as pétalas das flores que nunca serão espezinhadas

Porque nós os dois sabemos bem desse mundo sem tempo e sem lugar
Desse espaço apenas apercebido na hora indecisa da madrugada
Em que os ogres adormecem e voltam a ser meninos
E as fadas cansadas demais para existirem
Se recolhem confundidas com as árvores da floresta

Haveremos de percorrer uma a uma cada estrela
Principalmente aquelas que ainda nunca vimos
E que guardam em si a luz que trazes no olhar
Estaremos na fúria dos mares e dos ventos
Seremos tão pequenos que ninguém saberá de nós
Tão imensos que caberá em nós todo o universo
E o nosso riso perturbará no firmamento a Via Láctea

Vês, filho
Como é tão grande e cheio de tudo este espaço em que podemos voar?

Voemos
Voemos agora que já vestiste o teu fato espacial da nave do sono
E eu me retiro devagarinho para não te acordar...


- poemas de Jorge Castro

No próximo dia 09 de Abril, irei encontrar-me com Manuel Freire e outros, em Setúbal, homenageando Adriano. E ainda Abril vai no adro!...

Todos estes convites - que muito me honram - padecem, no geral e entretanto, desse mal nacional que é a falta de qualquer tipo de recursos, para serem levados à prática. O amor à camisola é uma expressão que adquire outros contornos, porventura mais suados do que em outras modalidades, quando se envereda por estes caminhos.

Assim é que nada disto é pouco, nem muito. Apenas a tentativa de descobrir quanta razão é que a minha avó tinha quando me dizia que quem corre por gosto não cansa...

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 23:56


abril 03, 2008

sugiro, também, com especial realce...

«Prima la musica, poi le parole?»

Um recital poético-musical

pelo ARS INTEGRATA ENSEMBLE


Dia 6 de Abril de 2008, pelas 16h, na Sala dos Espelhos do Palácio Foz (Praça dos Restauradores em Lisboa) - Espectáculo com Entrada Livre limitada à lotação da sala.

ARS INTEGRATA ENSEMBLE
David Zink (Direcção artística, piano e sintetizadores)
Jorge Castro (Poeta e diseur)
Júlia Lello (Poeta e diseur)
Sofia Sylva (Bailarina e coreógrafa)
CORELIS – Coro da Relação de Lisboa. Victor Roque Amaro (Maestro)

v. programa completo em Ars Musica 2U: http://arsmusica2u.blogspot.com/
ou clique directamente neste link: ARS MUSICA (39): Ars Integrata ao vivo no Palácio Foz

________________________________
ARS INTEGRATA é um ensemble fundado por David Zink, que protagoniza um projecto assente na criação artística multidisciplinar, e na compatibilização estilística entre vários géneros e formas artísticas, eruditas e populares, integrando tradição e vanguarda, formalismo e improvisação.

Contacto para espectáculos (e-mail): arsintegrata@gmail.com

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 12:04


abril 01, 2008

sugiro...


Jorge Casimiro encerra o ciclo de palestras «Em torno da Educação», no Auditório da Secretaria Geral do Ministério da Educação (Avenida 5 de Outubro, em Lisboa), no próximo dia 03 de Abril, 5ª feira, pelas 17 horas, com o tema «As velas que abriram o Mundo».


Jorge Casimiro decerto nos trará os seus saberes recheados de poesia. Uma belíssima sugestão para concluir um dia de trabalho.

..........................................................................................................

Defender Évora como cidade de cultura - petição:

http://www.petitiononline.com/mod_perl/signed.cgi?cultev08&51

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 23:43


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noites com poemas 2


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