Free Web Counters
Netflix

mundo
Todas as coisas têm o seu mistério
e a poesia
é o mistério de todas as coisas

Federico García Lorca

Sendo este um BLOG DE MARÉS, a inconstância delas reflectirá a intranquilidade do mundo.
Ficar-nos-á este imperativo de respirar o ar em grandes golfadas.



noites com poemas 2

noites com poemas

MAR DE
POEMAS
DE MAR

Antero de Quental

António Gedeão

António Nobre

António Ramos Rosa

David Mourão-Ferreira

Fernando Pessoa (Mensagem)

Florbela Espanca

Joaquim Pessoa

Jorge Casimiro

Jorge Castro

José Gomes Ferreira

José Jorge Letria

José Régio

Miguel Torga

Natália Correia

Sophia de Mello Breyner Andresen

PERCURSOS EM CASCAIS - um mar de escritas
20 de Dezembro de 2008, Biblioteca Munic. S. Domingos de Rana

(VER FOTOGRAFIAS)

22 OLHARES SOBRE 12 PALAVRAS
05 de Dezembro de 2008, Lisboa - Livraria Barata

(VER FOTOGRAFIAS)

X ENCONTRA A FUNDA
23 de Novembro de 2008, Caldas da Rainha - Óbidos - Vau - Guisado

(VER FOTOGRAFIAS)

22 OLHARES SOBRE 12 PALAVRAS
22 de Novembro de 2008, Porto - Palacete Viscondes de Balsemão

(VER FOTOGRAFIAS)

IX ENCONTRA-A-FUNDA
28 e 29 de Junho de 2008, Coimbra

(VER FOTOGRAFIAS)

FARÂNDOLA DO SOLSTÍCIO - lançamento do livro
Fotos de Lourdes Calmeiro e de Alexandre Castro
31 de Maio de 2008, no Museu da Electricidade - Lisboa

(VER FOTOGRAFIAS)

POEMAS DE MENAGEM - lançamento do livro
Fotos de Lourdes Calmeiro e de Alexandre Castro
15 de Março de 2008, na Junta de Freguesia de Carcavelos

(VER FOTOGRAFIAS)

VII ENCONTRA A FUNDA
Caria e Sortelha
23 e 24 de Junho de 2007

(VER FOTOGRAFIAS)

A SENHORA DE OFIÚSA
Recinto megalítico dos Almendres
10 de Novembro de 2007

(VER FOTOGRAFIAS)

VII ENCONTRA A FUNDA
Caria e Sortelha
23 e 24 de Junho de 2007

(VER FOTOGRAFIAS)

OS CONVIVAS DO COSTUME - Encontro de Blogs
Parede (Cascais)
14 de Abril de 2007

(VER FOTOGRAFIAS)

VI ENCONTRA A FUNDA
Setúbal
18 e 19 de Novembro

(VER FOTOGRAFIAS)

HAVIA TRIGO
Miranda do Douro
05, 06 e 07 de Outubro de 2006

(VER FOTOGRAFIAS)

V ENCONTRA A FUNDA
Porto - Vila Nova de Gaia
23,24 e 25 de Junho de 2006

(VER FOTOGRAFIAS)

Encontro
do LETRAS COM GARFOS
Vila Nova de Gaia
17 de Junho de 2006

(VER FOTOGRAFIAS)

Encontro
A POESIA NOS BLOGS
Santarém
4 de Março de 2006

(VER FOTOGRAFIAS)

Março 31, 2007

fotografando o dia (67)



por vezes
a tranquilidade
necessária como um lago
esse afago na viagem
que a água subtil
ondulando
leva à margem.

- foto e poema de Jorge Castro

Afixado por: OrCa / 00:06


Março 27, 2007

crânios, botas e rameiras...

A única coisa que pode esperar-se quando se promove um “concurso” estúpido é que o resultado final seja uma estupidez.

A estupidez é “a qualidade daquele ou daquilo que é estúpido. Palavra ou acção própria de gente estúpida”, sendo que estúpido é aquele “que tem inteligência escassa, ou pouco juízo. Incapaz de compreender qualquer coisa. Entorpecido, paralisado. Atacado de estupor. Que revela pouco juízo ou é prova de pouco juízo, de falta de tino” (definições obtidas em dicionários).

Nas televisões pululam os concursos estúpidos.

Ora, como não posso crer que quem os pensa e promove seja gente de inteligência escassa, enfermando de pouco ou nenhum juízo - a tal falta de tino - devo considerar que o acto é deliberado no sentido de promover a estupidez junto do indígena, aquele já de si propenso a coisas estúpidas, para que o nível de estupidez se eleve, gloriosamente, no nosso país (e no mundo). Esta deliberação, este acto voluntário de promoção da estupidez é que já é meritório de bengalada.

A quem poderá servir a estupidez assim globalizada, a tão baixo preço? Ora, pergunta ela própria eivada de ingénua estultice e que só tem cabimento se formulada retoricamente…

Ao pão bolorento e escasso sucede o circo decrépito e manhoso, o que envergonharia qualquer César antigo, mas enche de gáudio, louvores e fundos de maneio os “patronos da opinião” que comem da mão dos modernos Césares.

E é assim que meia dúzia de pernas e de mamas generosamente sugeridas (que não mostradas), ponteadas, em aldrabona antítese, por “cérebros” babosos e inúteis, são o chamariz incontornável que resulta na eleição do "Botas" como o melhor dos portugueses.

(Porque é que me lembrei agora daquela “boca” cínica segundo a qual cada povo tem os governantes que merece?)

O "Botas" António o melhor dos portugueses? Em que lodo pestilencial se nutrem tais cabecinhas? Algum desses delirantes patetas terá coragem para vir defender, de cara ao sol e voz aberta, alguns dos pilares salazarentos, como o analfabetismo, a proibição do voto das mulheres ou a prisão atribiliária por delito de opinião? Se calhar até têm, mas eu gostava de ver...

Por outro lado, diferem de reles rameiras aqueles que se deixam enrolar nestes jogos de poder, a troco de algum prato de lentilhas? Não me parece. Note-se, aliás, que nada tenho contra as rameiras, para quem será, até, insultuoso compará-las a tais vendidos... Elas vendem o corpo na presuntiva esperança de um dia salvarem a alma. Estes vendem a alma com a certeza contratada de salvarem, em cada dia, o corpinho. Por isso, a estes se destina e lhes assenta o adjectivo reles.

E, convenhamos, estes vómitos de suposto entretenimento só aparecem à luz do dia se e quando surge quem se disponibiliza a dar a cara por eles...

Esperar-se-á, apenas, que as acções fiquem com quem as pratica. Mas receio que não...

Afixado por: OrCa / 10:57


Março 26, 2007

Poesia à Mesa - São João da Madeira


Nos dias 23 e 24 de Março, tive o imenso prazer de participar, com um grupo de amigos, numa iniciativa promovida pela Câmara Municipal de São João da Madeira, com o envolvimento da Biblioteca Municipal, numa sequência de eventos consagrados à poesia.

Eu integrei um grupo que se encarregou de propagar os poemas pelas ruas fora. A palavra, o gesto, a atitude entraram restaurantes e bares adentro, desvendando um espaço novo e lúdico que mereceu o melhor acolhimento de quantos assistiram, porventura desvendando outras formas pouco ortodoxas de viver um poema.

Como "mestre de cerimónias" estava o José Fanha e como "companheiros de cegada" contei com a Lena d'Água, o Carlos Mendes e o Pedro Laranjeira, para além de quantos foram engrossando uma corrente de gente pelas ruas fora.
Por fim, com o excelente contributo do pianista João Balula Cid, nos Paços da Cultura, teve lugar uma sessão aberta e muito bem preenchida - apesar do futebol coincidente.

José Fanha, no seu melhor, foi o maestro da excelente sinfonia.

E não precisam de estar com esse esgar de dúvidas. A Lena d'Água e o Carlos Mendes a dizerem poesia, sim. E do melhor!

Perdoar-me-ão a vaidade e os adjectivos... mas ainda estou para aqui de papinho cheio!


Afixado por: OrCa / 00:05


Março 22, 2007

o país dos enganos - os aumentos salariais

Ora, aí está, de novo, uma matéria oportuna para ouvir a opinião dos economistas...

Na empresa onde desenvolvo a minha actividade profissional, após longíssimas e habituais negociações, chegou-se à decisão consensual de um aumento de 2,8% para aplicação no ano de 2007.

Ou seja:

- quem aufere um vencimento-base de 677 € passa para 697 €, isto é mais 20 €

- quem aufere um vencimento-base de 1.282 € passa para 1.318 €, isto é, mais 36 €

- quem aufere um vencimento-base de 1.754 € passa para 1.804 €, isto é, mais 50 €

- quem aufere um vencimento-base de 3.329 € passa para 3.425 €, isto é, mais 96 €

Melhor ainda se poderá dizer que do escalão inferior ao escalão superior remuneratório - sem chegar, sequer, aos quadros superiores - verifica-se uma diferença de 20 € para 96 €, isto é, acima de quatro vezes e meia mais, em metal sonante.

Como esta "lógica remuneratória" está em vigor no nosso país há mais de 30 anos... estão a ver como andamos todos enganados e porque é que os nossos salários são dos mais baixos da Europa e porque é que a chamada justiça social não passa por estas "lógicas", antes está enferma por causa delas?

Como um simples aumento de portagem, quando sai, é para todos em igual montante, seja qual for o vencimento de quem o pague, alguém é capaz de me explicar como é possível andarmos todos a dormir e durante tanto tempo?...

Serão os tais "brandos costumes" ou será deficiência genética?

Afixado por: OrCa / 17:08


Março 21, 2007

dia da árvore e da poesia e da primavera e...

A
áRvoRe
ouVe a nuVem
cOrtando o cOlo
do vento
a áRvore só é árvoRe
havEndo tempo de havEr
verde
no
seu
lamento

*

... dia, também, das Noites Com Poemas


Sessão para hoje: Eu, génio das mãos e dos frutos

na Biblioteca Municipal de Cascais, em São Domingos de Rana


pelas 22 horas


- cartaz de Alexandre Castro

Afixado por: OrCa / 00:14


Março 19, 2007

estou feliz, hoje...

... pois soube duas coisas importantes que me engrandeceram a alma.

A primeira: o défice desceu abaixo das melhores expectativas. De resto, tal qual o meu orçamento familiar...

A segunda: Hélder Amaral, deputado do CDS (mais ou menos PP) por Viseu, assegura não ter agredido a sua colega de partido pela singela e clara razão de que - e cito - "os beirões não batem em mulheres".

Pronto! Está definitivamente arquivada toda e qualquer sugestão de violência masculina doméstica numa faixa ali entre Abrantes e Trancoso.

Duas razões superiores - convenhamos - para nos sentirmos desesperadamente europeus. Rejubilemos!

Afixado por: OrCa / 23:06


Março 14, 2007

fotografando o dia (66)



árvore?
não sei
mãe…
ficam campos na secura
fica o restolho rasteiro de lavras sem arvoredo
fica o mato de enfezado entre o fogo e a geada
fica o cabeção da serra calvo de pedra nevada
fica só mato
e mais
nada

árvore?
não sei
mãe…
dizem-me que alguma havia
dizem alguns que a viram na fuligem da cidade
dizem outros que a sentiram na voragem dos sentidos
dizem mais que só cresciam pelas mãos que as semeavam
dizem também que nasciam ao abandono da estrada
mas já
não ouço
mais nada

árvore?
não sei
mãe…
queria tê-la plantado
queria tê-la protegido
queria ao sonho levá-la
desde logo que nascido

mas só há mato e arbusto
há tanto susto na estrada
há um denso lusco-fusco
e além dele
não há nada

é só da árvore
que sei
e do que sei
quase nada

árvore?
não sei
mãe…

mas hei-de saber da estrada
por ela te levarei
de árvores ladeada.


- foto e poema de Jorge Castro

Nota -
Este poema será dito por mim, no próximo dia 21 de Março, a partir das 14 horas, na RTP 2, no programa Sociedade Civil, integrado no
dia Mundial da Poesia e da Árvore.

Comigo, a dizer poemas, estarão
a Sofia Reboleira e o José Jorge Letria.
Para o vosso agrado.

Afixado por: OrCa / 20:54


Março 11, 2007

fotografando o dia (65)



em fundo o mar das caravelas
e eu correndo
para cá das ondas
a entrevê-las

talvez assim enfunado
- dá-nos o vento do mesmo lado -
me faça ao mar
para merecê-las

o sol que nos traz estas viagens
é enganador o sol dourado
e tantas naus são só miragens
- estou cá eu para sabê-las

- foto e poema de Jorge Castro

Afixado por: OrCa / 00:33


Março 08, 2007

dia da mulher...

... do homem
também
se apetecer

não se faça um dia
só por fazer

um dia só de ser
esse é melhor

um dia a valer
dia maior
em que seja cada um
o que quiser

será esse o dia
de acontecer.

Afixado por: OrCa / 18:47


Março 04, 2007

fotografando o dia (64)



no meu quintal
de pardal
fica o melro
no caminho

é assim que gosto dele
entre o melro e o pardal
saltitando à flor da pele
cada um faz nele o ninho

- foto e poema de Jorge Castro


Afixado por: OrCa / 10:39


Março 01, 2007

ensino superior privado e Adversidade Dependente... ui-ui...

Longe de mim dar uma de moralista… Nunca! Vade retro! Abrenúncio! Nem eu sou dessas coisas!

Trata-se, apenas, de sublinhar um velho e esquecido ditame que nos diz sermos todos feitos da mesma massa, variando não tanto a qualidade da farinha mas, porventura os fermentos, a forma de a bater e amassar… e, até, a qualidade dos ovos. Muito importante, este aspecto da qualidade dos ovos, como qualquer doceiro de meia-tigela poderá atestar!

Da Universidade Independente.

Ouvidos os dislates, as denúncias, os despautérios, os desvarios e demais deambulações dos diversos envolvidos responsáveis, fica-me a certeza de que há estabelecimentos de ensino dito “superior” que estão em muito más e emporcalhadas mãos, ainda que privadas (ou, talvez, por isso mesmo).

Note-se que, ao referir as "mãos emporcalhadas", eu - que até nem os conheço - estou apenas a reportar-me àquilo que reitores, vice-reitores e outros doutores têm vindo a dizer uns dos outros, com epítetos de "gatunos", "traficantes" e "aldrabões" com que todos (e lá nisso seja feita justiça), sem excepção, se brindam mutuamente.

E, então, ouvi-los falatar, com garbo e desenvoltura, de uma incomensurabilidade de milhões de euros para aqui e outra incomensurabilidade de milhões de euros para ali que, tim-terelim vêm de Angola, tim-terelim vão à viola... ah, isso sim, enche-me de confiança nesta gente!

Não será, decerto, da minha competência avaliar da qualidade do ensino em tal estabelecimento ministrado – basta, aliás, atentar no sucesso e nas capacidades no âmbito das engenharias do nosso primeiro Sócrates, lá formado, para se ter um vislumbre dos níveis de excelência a que podem alcandorar-se os alunos que tiveram o bom gosto de seleccionar uma instituição de tal gabarito... Mas que me fica uma suspeita, com travozinho a azedo, lá isso fica. À cautela, naquela já não me inscrevo!

Agora, tanto fato, tanta elegância, tanta gravata, tanto panache ostentado por aquela gente e… abertas as goelas de cada um, logo fica no ar, sem pudor nem contenção, uma fétida pestilência que rivalizaria com a Cloaca Máxima romana, se ela hoje funcionasse. Mais (e pior), que rivaliza com as destemperadas “elegâncias” com que os adeptos do chuto na bola se mimoseiam, quando acedem a tempos de antena que, de uma forma ou de outra, todos nós pagamos. Creio bem que, no fundo, não haverá substanciais diferenças. É a tal história da massa... Só que uma incide no alimento dos relvados e formação ao pontapé e a outra na formação de "élites" - dir-se-ia ao pontapé, na mesma.

Claro que nestas UI, privadas à brava, acabámos por ser nós a pagar, também (ui-ui)… E se não for de uma forma, há-de ser de outra - volta aqui o exemplo acima... Nem me espantaria que esta fosse uma instituição altamente cotada nos meios da especialidade. Assim como assim, vale tudo e, muito principalmente, tirar olhos, ficando-nos a noção de que os elogios são gerados em circuito fechado. O pior - q.e.d. - é quando o circuito se abre.

Pois é… Ainda se alguém se lembrasse de lhes juntar umas ervinhas aromáticas de bom sabor tradicional, enquanto coziam em lume brando, talvez se pudesse meter o dente em tal pitéu. Mas assim…

Afixado por: OrCa / 11:44


Arquivo:
Janeiro 2004 Fevereiro 2004 Março 2004 Abril 2004 Maio 2004 Junho 2004 Julho 2004 Agosto 2004 Setembro 2004 Outubro 2004 Novembro 2004 Dezembro 2004 Janeiro 2005 Fevereiro 2005 Março 2005 Abril 2005 Maio 2005 Junho 2005 Julho 2005 Agosto 2005 Setembro 2005 Outubro 2005 Novembro 2005 Dezembro 2005 Janeiro 2006 Fevereiro 2006 Março 2006 Abril 2006 Maio 2006 Junho 2006 Julho 2006 Agosto 2006 Setembro 2006 Outubro 2006 Novembro 2006 Dezembro 2006 Janeiro 2007 Fevereiro 2007 Março 2007 Abril 2007 Maio 2007 Junho 2007 Julho 2007 Agosto 2007 Setembro 2007 Outubro 2007 Novembro 2007 Dezembro 2007 Janeiro 2008 Fevereiro 2008 Março 2008 Abril 2008 Maio 2008 Junho 2008 Julho 2008 Agosto 2008 Setembro 2008 Outubro 2008 Novembro 2008 Dezembro 2008 Janeiro 2009 Fevereiro 2009 Março 2009 Abril 2009 Maio 2009 Junho 2009 Julho 2009

This page is powered by Blogger. Isn't yours?Weblog Commenting by HaloScan.com


capa do livro Farândola do Solstício
Para adquirir o livro Farândola do Solstício, cujo preço de capa é de € 20, envie um e-mail para jc.orca@gmail.com
Informações sobre os meus outros livros
clique aqui

Colaborador de
logo IELT

Autor em
logo Apenas

Colaborador de
logo Ler Devagar

Correntes de referência:
Conversas do Café Grilo
Espaço e Memória - Associação Cultural de Oeiras
Final Cut - o blogue de cinema da Visão

Correntes de proximidade:
A Funda São
Amorizade (Jacky)
A Música das Palavras (Jaime Latino Ferreira)
Anomalias (Morfeu)
Ars Integrata
Ars Litteraria
Ars Poetica 2U
As Causas da Júlia (Júlia Coutinho)
As Romãs da Paula(Paula Raposo)
Belgavista (Pessoana)
Blogimmas
Blogotinha
Bloguices
Carlos Peres Feio
chez maria (maria árvore)
deevaagaar
Fotos de Dionísio Leitão
Histórias do mundo (Clara e Miguel)
Isabel Gouveia
Metamorfases
Mudança de Ventos (Márcia Maia)
Mystic's
Nau Catrineta
Pedro Laranjeira
o estado das artes
Parágrafos Inacabados (Raquel Vasconcelos)
O meu sofá amarelo (Alex Gandum)
Persuacção - o blog (Paulo Moura)
Queridas Bibliotecas (José Fanha)
Relógio de Pêndulo (Herético)
Risocordetejo (Risoleta)
Rui Zink versos livros
Repensando (sei lá...)
sombrasdemim (Clarinda Galante)
Tábua de Marés (Márcia Maia)
Vida de Vidro
WebClub (Wind)

Correntes de Ver:
desenhos do dia (João Catarino)
Esboço a Vários Traços

Correntes Auspiciosas:
ABC dos Miúdos
Manifesto-me
Netescrita
Provérbios

Correntes Favoráveis
A P(h)oda das Árvores Ornamentais
Atento (Manuel Gomes)
A Paixão do Cinema
A Razão Tem Sempre Cliente
A Verdade da Mentira
Bettips
Blog do Cagalhoum
Cadeira do Poder
CoeXist (Golfinho)
Congeminações
Crónica De Uma Boa Malandra
Desabafos - Casos Reais
Diário De Um Pintelho
Editorial
Escape da vida...
Espectacológica
Eu e os outros...
Eu sei que vou te amar
Fundação ACPPD
Grilinha
Há vida em Markl
Hammer, SA
Horas Negras
Intervalos (sei lá...)
João Tilly
Lobices
Luminescências
Murcon (de JMVaz)
Nada Ao Acaso
NimbyPolis (Nilson)
O Blog do Alex
O Bosque da Robina
O Jumento
(O Vento Lá Fora)
Outsider (Annie Hall)
Prozacland
O Souselense
O Vizinho
Palavras em Férias
Pastel de Nata (Nuno)
Peciscas
Pelos olhos de Caterina
Primeira Experiência
Publicus
Puta De Vida... Ou Nem Tanto
Santa Cita
The Braganzzzza Mothers
Titas on line
Titas on line 3
Senda Doce
TheOldMan
Traduzir-se... Será Arte?
Um pouco de tudo (Claudia)
Ventosga (João Veiga)
Voz Oblíqua (Rakel)
Zero de Conduta
Zurugoa (bandido original)

Corrente de Escritas:
A Arquitectura das Palavras (Lupus Signatus)
Além de mim (Dulce)
Ana Luar
Anukis
Arde o Azul (Maat)
Ao Longe Os Barcos De Flores (Amélia Pais)
Babushka (Friedrich)
baby lónia
Branco e Preto II (Amita)
Biscates (Circe)
blue shell
Cartas Perdidas (Alexandre Sousa)
Chez Maria (Maria Árvore)
Claque Quente
2 Dedos de Prosa e Poesia
Escarpado (Eagle)
Erotismo na Cidade
Fôlego de um homem (Fernando Tavares)
Há mais marés
Humores (Daniel Aladiah)
Insónia (Henrique Fialho)
Klepsidra (Augusto Dias)
Letras por Letras
Lua de Lobos
Lus@arte (Luí­sa)
Mandalas Poemas
Menina Marota
Novos Voos (Yardbird)
O Eco Das Palavras (Paula Raposo)
Porosidade Etérea (Inês Ramos)
O Sí­tio Do Poema (Licínia Quitério)
Odisseus
Paixão pelo Mar (Sailor Girl)
Palavras de Ursa (Margarida V.)
Palavrejando (M.P.)
Poemas E Estórias De Querer Sonhar
Poesia Portuguesa
Poetizar3 (Alexandre Beanes)
Serena Lua (Aziluth)
Sombrasdemim (Maria Clarinda)
Sopa de Nabos (Firmino Mendes)
T. 4 You (Afrodite)
Uma Cigarra Na Paisagem (Gisela Cañamero)
Xanax (Susanagar)

A Poesia Nos Blogs - equipagem:
A luz do voo (Maria do Céu Costa)
A Páginas Tantas (Raquel)
ante & post
As Causas da Júlia
Cí­rculo de Poesia
Confessionário do Dilbert
Desfolhada (Betty)
Estranhos Dias e Corpo do Delito (TMara)
Extranumerário (GNM)
Fantasias (Teresa David)
Fata Morgana... ou o claro obscuro
Jorge Moreira
MisteriousSpirit (Sofia)
Passionatta (Sandra Feliciano)
Peças soltas de um puzzle
Poemas de Trazer por Casa e Outras Estórias - Parte III
Poesia Viva (Isabel e José António)
Poeta Salutor (J.T. Parreira)
Que bem cheira a maresia (Mar Revolto-Lina)
Sais Minerais (Alexandre)
Silver Soul
Sombra do Deserto (Rui)

Navegações com olhos de ver:
Em linha recta (lmatta)
Fotoescrita
gang00's PhotoBlog
Nitrogénio
Objectiva 3
Pontos-de-Vista
Rain-Maker
O blog da Pimentinha (M.P.)
Passo a Passo
Portfólio Fotográfico (Lia)
Words (Wind)

Já navegámos juntos...
Aliciante (Mad)
A Rádio em Portugal (Jorge G. Silva)
Atalhos e Atilhos
Cu bem bom
Encandescente
Geosapiens
Incomensurável
Isso Agora...
Letras com Garfos (Orlando)
Luz & Sombra
Pandora's Box
Pés Quentinhos
Praça da República em Beja (nikonman)
SirHaiva
Testar a vida
Tuna Meliches

Correntes de Consulta:
Abrupto
A Lâmpada Mágica
Aviz
Blogopédia...
Bloguítica
Contra a Corrente
Contra a Corrente
Conversas de Merda
Cravo e Canela
Do Portugal Profundo
Inépcia
Médico explica medicina a intelectuais
Oficina das Ideias
Portugal No Seu Pior
Professorices
República Digital
Retórica e Persuasão
Ser Português (Ter Que)
You've Got Mail

Correntes interrompidas:
A Nau Catrineta (zecadanau)
Aroma de Mulher (Analluar)
A Voz do Fado!
blog d'apontamentos (Luí­s Ene)
Catedral (ognid)
Cidadão do Mundo
Conversas de Xaxa 2
Cumplicidades (Maria Branco)
Flecha
Fraternidades (Fernando B.)
Ilha dos Mutuns(Batista Filho)
Lazuli (Fernanda Guadalupe)
luz.de.tecto (o5elemento)
Letras ao Acaso
Madrigal - blog de poesia
Mulher dos 50 aos 60 (Lique)
O Mirmidão
O soldadinho de chumbo
Palavras de Algodão (Cris)
podiamsermais (Carlos Feio)
Poemas de Manuel Filipe
Porquinho da Índia (Bertus)
Um Conto à Quinta
Xis Temas (António San)