<$BlogRSDUrl$>

mundo
Todas as coisas têm o seu mistério
e a poesia
é o mistério de todas as coisas

Federico García Lorca

Sendo este um BLOG DE MARÉS, a inconstância delas reflectirá a intranquilidade do mundo.
Ficar-nos-á este imperativo de respirar o ar em grandes golfadas.
setembro 27, 2007

Escrever É Um Lugar Tão Perto

Escrever É Um Lugar Tão Perto…

Tem sido um desafio, uma aventura, um pretexto… Traz-me as tuas palavras embrulhadas num afecto e será talvez essa a ponte que faça os nossos caminhos encontrarem-se.

Iniciado há cerca de um ano, tendo como promotores a Ana Bela Duarte, o Alexandre Conceição, o Jorge Castro e o Luís Pedro Monteiro, este projecto completa, agora, um ciclo de vida com dois novos volumes: III - Poesia e IV - Prosa.

Desafiaram-se os vizinhos do bairro e das proximidades, estimulou-se a saborosa arte de fazer, de ser capaz, desencadeando vontades e partilhas e, tal como nos dois primeiros volumes, a colaboração floresceu às dezenas.

Socorro-me do poeta Gabriel Celaya, para vos dizer que "não é um fruto perfeito, mas é o mais necessário, o que não tem nome: são gritos no céu e na terra são actos".

Edições da Apenas Livros, Lda., integrando a colecção literatralhas NOBELizáveis , conta com os apoios do Café Grilo (Alto dos Lombos, Carcavelos) e da Câmara Municipal de Cascais. Reunindo quase noventa trabalhos, entre poesia e prosa, de mais de sessenta autores, terão ambos os volumes o seu lançamento simultâneo, no próximo dia 29 de Setembro (sábado), pelas 16h30, na Biblioteca Municipal de Cascais, em São Domingos de Rana.

Estarão presentes os autores e muitos amigos e, decerto, haverá festa. Se puderes vir, ela também será tua.

- Jorge Castro

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 00:02


setembro 24, 2007

murmúrios ventos, de Jorge Casimiro

do amor e do vento
guardo estrépitas memórias

talvez sejam gaivotas


Jorge Casimiro é, entre múltiplas outras coisas e actividades, um poeta. O seu livro murmúrios ventos - de onde se colhe o poema de abertura - tem-me acompanhado em muitos deambulares cúmplices, por entre sessões onde tanto me apraz a sua companhia.

Alguém que abraça o universo sem temer o infinito e colhe das pequenas flores da vida o intemporal de saber que talvez seja passado / o tempo de dizer-te adeus... Um livro amante, cheio de lucidez e desassombro e, ainda assim, de amar.

No próximo dia 27 de Setembro, pelas 18,30 horas, na Casa Fernando Pessoa, em Campo de Ourique, Lisboa, decorrerá uma apresentação de murmúrios ventos. Contando com ilustrações de Ana Casimiro, eis uma boa oportunidade para o sentir como brisa fresca. Por lá estaremos...

Apresentação: Francisco José Viegas
Músicos: João Lucas (piano), António Jorge Marques (flauta transversal)
Declamadores: Ana Lúcia Palminha, Tânia Leonardo, António Jorge Marques, Jorge Castro, Pedro Laranjeira, Henrique Sousa

Casa Fernando Pessoa
Rua Coelho da Rocha, nº 16
1250-088 - Lisboa Portugal
Telf: + 351 21 391 32 75
www.mundopessoa.blogspot.com

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 23:02


setembro 20, 2007

Mais uma nota solta – os computadores para os professores

Sócrates tem coisas engraçadas, convenhamos. Esta do ‘salto tecnológico’ disponibilizando computadores baratos (!?) com banda larga (!!??) a professores e alunos é uma delas. E brilhante, por sinal. Senão, vejamos:

1. O computador pessoal não é, hoje, um instrumento de trabalho imprescindível em qualquer profissão moderna? - É.

2. Os professores não são trabalhadores por conta de outrem? - São.

3. Esse outrem, ou seja, a entidade patronal não é o Estado? - É.

4. Não é da competência e responsabilidade da entidade patronal providenciar os meios e instrumentos necessários para o adequado desempenho da função que espera do seu assalariado – como me consta que acontece na Finlândia e que tanto perturbava Jorge Sampaio? - É.

Ora, assim sendo, propor a um professor que adquira um computador que vai utilizar como instrumento de trabalho, com acesso a uma bandinha larguinha, por preço ‘especial’ e condições ‘favoráveis', é uma habilidade que não lembrava ao diabo, mas ocorreu ao elenco socrático!

Duma assentada, moderniza equipamentos a expensas dos funcionários, alija a responsabilidade da assunção dos encargos que lhe competem enquanto entidade patronal, nomeadamente na manutenção dos equipamentos e eventuais encargos com actualização de software, e ainda espera que os seus funcionários – falamos, no caso, dessa reles tropa fandanga dos professores… -, obrigados e reconhecidos, louvem a benesse que lhes foi concedida por tão excelsa e benemérita governação!

É preciso topete!... Ou, então, como é costume, sou eu que não percebo nada disto!

Pós-de-escrita - Pelo caminho, dizem-me que estes computadores provêm de um pagamento em géneros de uma empresa endividada ao estado. É claro que deve ser mentira!

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 12:32


setembro 18, 2007

Noites Com Poemas 2 - novo início

- cartaz de Alexandre Castro


Tem início amanhã, quarta-feira, 19 de Setembro, o segundo ciclo de Noites Com Poemas, iniciativa que tenho promovido na Biblioteca Municipal de Cascais, em São Domingos de Rana, com total apoio e disponibilidade por parte da Direcção da Biblioteca.

Esta nova ronda das Noites Com Poemas 2 desenvolver-se-á em moldes idênticos à anterior, através de um círculo informal de interessados em ouvir/participar, trazendo poemas seus ou de seu agrado, criando um espaço de possíveis encontros ou de prováveis descobertas.

Nele não se promovem cátedras, nem se cultivam dissertações ou polémicas, mas busca estabelecer-se tão-só um elo entre os presentes, através de pequenos toques de magia ou de encantamento, sob a forma de poemas, que forem surgindo em farândola de afectos, à medida que a noite decorre, formando o bouquet que a individualidade de cada um lhe fornece.

De diferente em relação ao anterior modelo, a existência de um convidado que terá, também, a seu cargo a função de maestro da sessão, para além daquilo que muito bem lhe aprouver dizer sobre poesia. A esse convidado competirá, pois, dar o tom para que as demais intervenções em torno da poesia aconteçam.

Para a primeira sessão - Poemas em volta da mesa - lembrei-me do incontornável José Fanha, que de pronto acedeu ao convite. E a justificação para a pompa daquele adjectivo advém, muito justamente, do singelo facto de ninguém de boa-mente, falando de poesia dita em Portugal, dever omitir a menção a este homem da palavra dita – como da palavra escrita – cuja acção em prol desse "mistério de todas as coisas", como Lorca chamava à poesia, faz dele personagem ímpar neste nosso recanto ajardinado e perdido de si, junto ao mar.

Ele é português, aqui. E traz-nos, há anos e anos a fio, os cânticos da nossa alma, com o empenhamento de ser e de estar que lhe conhecemos, dizendo-os "com o corpo todo", promovendo e incentivando também novos autores e "dezedores", com o desplante de quem está nisto por gostar, contra ventos e marés… mesmo doendo-lhe o peito.

A personalidade convidada para a segunda sessão (Outubro) – Poesia Com Tradição – é a Ana Paula Guimarães.

Também amiga e companheira nos combates pela memória que travamos em cada dia, na salvaguarda da nossa identidade e diversidade cultural, ela tem sido e é aquela que transporta "o facho na treva ao fundo mina", naquilo que à literatura tradicional respeita.

Mas o convite foi-lhe dirigido, ainda para além da amizade, na qualidade de responsável do Instituto de Estudos de Literatura Tradicional (IELT). Com o entusiasmo contagiante que lhe conhecemos, não é difícil prever uma sessão animada

As sessões terão lugar na terceira quarta-feira de cada mês, como habitualmente, pelas 22 horas, na Biblioteca Municipal de Cascais, em São Domingos de Rana e a entrada, sendo livre, quer-se também libertária e libertadora.

- 19 de Setembro, às 22 horas, Poesia em volta da mesa, com José Fanha.

- 17 de Outubro, às 22 horas, Poesia com tradição, com Ana Paula Guimarães.

Lá vos espero!

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 21:54


setembro 15, 2007

fotografando o dia (90)


por vezes
um poema é um crepúsculo
um discurso de recurso
ao rés do opúsculo
um sentir contra a sina que oprima
que se lança em verso branco ou numa rima

por vezes
um poema é um poente
contraluz que se acende de repente
ao tocar uma linha no horizonte
esse pôr do sol
que além se faz nascente

por vezes
nesse enredo feito um pouco por acaso
um poema que parece ser ocaso
cresce em nós feito só de quase nada
e transforma a noite escura em alvorada.

- foto e poema de Jorge Castro

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 16:23


setembro 12, 2007

fotografando o dia (89)


um cêntimo
dois cêntimos
alguns cêntimos
depois de tanto mar e tanto chão

um cêntimo de migalhas que se esgotam
a caberem no cavado desta mão

ora
adeus
bebo um copo e espanto o gato
em alegre sapateio num volteio
e descambo no cambado do sapato
desta vida mal vivida até mais não

- foto e poema de Jorge Castro

Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 00:12


setembro 09, 2007

ah, grande Lisboa!... (3)

Andava há uns tempos com uma vontade enorme de rever o velho Jardim Zoológico de Lisboa, numa visita à família, como o anedotário caseiro e muito batido chamava àquela deambulação obrigatória. E neste fim de semana a oportunidade surgiu…

Critique-se muito ou pouco o conceito, afine-se ou não pelo diapasão mais agreste dos conservacionistas, aceite-se mais ou menos que aquele é sempre um lugar de cativeiro de animais para mero desfrute dos humanos, certo é que as lógicas dos homens assim os estabeleceram, ainda que o evoluir dos tempos vá aconchegando os conceitos e, logo depois e mais lentamente, as práticas.

Fui, então, em busca da aplicação dos novos conceitos na matéria – mais do que dos velhos - no nosso vetusto Zoo lisbonense. E devo dizer que, no que toca aos novos espaços para tigres, gorilas e chimpazés, assisti a aparentes progressos, dignos de algum registo.

A aparente beleza bucólica, ao longe...

Entretanto, não deixei de apurar, uma vez mais, o estado de abandono e desleixo que, também ali, não deixam de grassar em jardins de notável beleza, completamente ao abandono, quando podiam constituir espaços de imensa fruição e qualidade para quem lá vai e aprecia o sossego, na companhia, ainda que enclausurada, da tal “família”.


... disfarça o vandalismo, o abandono, a ruina e o mau cheiro, ao perto.

(Para localizar o recanto e atentar nos detalhes, basta seguir o rasto dos pelicanos)


E, como complemento a propósito, não posso deixar de vos referir a incontrolável urticária que me avassalou com os fundos “musicais” que atroam o ar nos “espectáculos” com morsas, golfinhos e répteis vários.

Qual será a central de controlo de mentes que nos quer convencer a todos – e que parece estar a ser bem sucedida - que, em todo e qualquer espaço público, quando queremos mostrar que estamos divertidos à brava, há que fazê-lo através da alta berraria da expressão musical que dá pelo nome de “bate-estaca”?

É verdade que a Feira Popular encerrou e a sua ressurreição não tem data anunciada. Mas a transformação paulatina do Zoo em Feira Popular não me parece que nos traga virtualidades pedagógicas, como parece ser a preocupação primeira da actual direcção daquele espaço.

Ou então a lógica é uma batata, onde a música é de bate-estaca e nem se divisa razão para que o garrafão de 5 litros não volte a acompanhar a alegre família pequeno-burguesa de visita aos “primos”, em piquenique selvagem, lançando restos aos crocodilos e imitando o pobre elefante a dar ao badalo a troco de uns cêntimos.

Por mais goriláceo que se seja, não há macaco que aguente!...

- fotos de Jorge Castro


Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 22:47


setembro 05, 2007

fotografando o dia (88)


postal ilustrado

sabe bem olhar o mar
e dele colher maresia
olhar assim por olhar
em cada vaga a poesia

e na ternura da onda
nesse mar doce de azeite
como que a vida se alonga
dá-nos dela outro deleite

é um mar sem caravelas
sem dores, conquistas ou ais
sem vento de enfunar velas
é só um mar – sem jamais...

- poema e foto de Jorge Castro


obtida na enseada da Casa de Santa Maria (de Raul Lino) e do farol de Santa Marta, em Cascais


Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 01:02


setembro 02, 2007

ah, grande Lisboa!... (2)

- foto de Jorge Castro

City sightseeing, forma airosa que já se disse para-inglês-ver… O amarelo da carris avermelhou-se, sem conotações (abrenúncio e salvo seja!...) para que o turismo usufrua a cidade que os seus habitantes não desfrutam.

O estacionamento caótico dos carros, o mau estado dos pavimentos, o contentor das obras sempre entulhado, à espera da semana seguinte, os cabos eléctricos que, marroquinamente, desfeiam a cidade, as fachadas mal tratadas, com a magnífica azulejaria escalavrada, vítima de tratos de polé …

Nos meus périplos por Lisboa, reconheço-lhe a grandeza que nos assombra em tantas cidades da Europa. Só que se esconde por um denso manto de maus tratos que a todos nos maltratam.

É uma capital não da decadência, mas do desmazelo e do desinteresse, ataviados com uma mão-cheia de mezinhas, das tais para-inglês-ver, que pouco cuidam do português que nela respira.

A culpa, como sempre, é de todos e de cada um, não sendo pois de ninguém. É assim e pronto!

Passear hoje por Lisboa antiga, com olhos de ver, é uma pungente e revoltante caminhada. A capital do império afundou-se com ele?

Não quero crer. Porque haverá outros impérios. Outros imperativos. Porque é ainda uma emoção visitar cada recanto desta cidade. Algo, pois, estará ainda vivo nestas pedras!


Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 11:21


Arquivo:
Janeiro 2004 Fevereiro 2004 Março 2004 Abril 2004 Maio 2004 Junho 2004 Julho 2004 Agosto 2004 Setembro 2004 Outubro 2004 Novembro 2004 Dezembro 2004 Janeiro 2005 Fevereiro 2005 Março 2005 Abril 2005 Maio 2005 Junho 2005 Julho 2005 Agosto 2005 Setembro 2005 Outubro 2005 Novembro 2005 Dezembro 2005 Janeiro 2006 Fevereiro 2006 Março 2006 Abril 2006 Maio 2006 Junho 2006 Julho 2006 Agosto 2006 Setembro 2006 Outubro 2006 Novembro 2006 Dezembro 2006 Janeiro 2007 Fevereiro 2007 Março 2007 Abril 2007 Maio 2007 Junho 2007 Julho 2007 Agosto 2007 Setembro 2007 Outubro 2007 Novembro 2007 Dezembro 2007 Janeiro 2008 Fevereiro 2008 Março 2008 Abril 2008 Maio 2008 Junho 2008 Julho 2008 Agosto 2008 Setembro 2008 Outubro 2008 Novembro 2008 Dezembro 2008 Janeiro 2009 Fevereiro 2009 Março 2009 Abril 2009 Maio 2009 Junho 2009 Julho 2009 Agosto 2009 Setembro 2009 Outubro 2009 Novembro 2009 Dezembro 2009 Janeiro 2010 Fevereiro 2010 Março 2010 Abril 2010 Maio 2010 Junho 2010 Julho 2010 Agosto 2010 Setembro 2010 Outubro 2010 Novembro 2010 Dezembro 2010 Janeiro 2011 Fevereiro 2011 Março 2011 Abril 2011 Maio 2011 Junho 2011 Julho 2011 Agosto 2011 Setembro 2011 Outubro 2011 Novembro 2011 Dezembro 2011 Janeiro 2012 Fevereiro 2012 Março 2012 Abril 2012 Maio 2012 Junho 2012 Julho 2012 Agosto 2012 Setembro 2012 Outubro 2012 Novembro 2012 Dezembro 2012 Janeiro 2013 Fevereiro 2013 Março 2013 Abril 2013 Maio 2013 Junho 2013 Julho 2013 Agosto 2013 Setembro 2013 Outubro 2013 Novembro 2013 Dezembro 2013 Janeiro 2014 Fevereiro 2014 Março 2014 Abril 2014 Maio 2014 Junho 2014 Julho 2014 Agosto 2014 Setembro 2014 Outubro 2014 Novembro 2014 Dezembro 2014 Janeiro 2015 Fevereiro 2015 Março 2015 Abril 2015 Maio 2015 Junho 2015 Julho 2015 Agosto 2015 Setembro 2015 Outubro 2015 Novembro 2015 Dezembro 2015 Janeiro 2016 Fevereiro 2016 Março 2016 Abril 2016 Maio 2016 Junho 2016 Julho 2016 Agosto 2016 Setembro 2016 Outubro 2016 Novembro 2016 Dezembro 2016 Janeiro 2017 Fevereiro 2017 Março 2017 Abril 2017 Maio 2017

This page is powered by Blogger. Isn't yours?Weblog Commenting by HaloScan.com



noites com poemas 2


capa do livro Farândola do Solstício
Obras publicadas
por Jorge Castro

contacto: jc.orca@gmail.com

Autor em

logo Apenas

Colaborador de

logo IELT

Freezone

logo Ler Devagar


Correntes de referência:
80 Anos de Zeca
... Até ao fim do mundo!
Aventar
Encontro de Gerações (Rafael)
É sobre o Fado (João Vasco)
Conversas do Café Grilo
Espaço e Memória - Associação Cultural de Oeiras
Final Cut - o blogue de cinema da Visão
Oeiras Local
O MOSCARDO
Poema Dia
Profundezas

Correntes de proximidade:
A Funda São
Amorizade (Jacky)
A Música das Palavras (Jaime Latino Ferreira)
Anomalias (Morfeu)
Ars Integrata
Ars Litteraria
Ars Poetica 2U
As Causas da Júlia (Júlia Coutinho)
As Minhas Romãs(Paula Raposo)
Belgavista (Pessoana)
Blogimmas
Blogotinha
Bloguices
Câimbras Mentais (AnAndrade)
Carlos Peres Feio
chez maria (maria árvore)
Coisas do Gui
deevaagaar
Divulgar Oeiras Verde (Ana Patacho)
e dixit (Edite Gil)
Fotos de Dionísio Leitão
Garganta do Silêncio (Tiago Moita)
Isabel Gouveia
Itinerário (Márcia Maia)
Metamorfases
Mudança de Ventos (Márcia Maia)
Mystic's
Nau Catrineta
Notas e Comentários (José d'Encarnação)
Novelos de Silêncio (Eli)
Pedro Laranjeira
o estado das artes
Palavras como cerejas (Eduardo Martins)
Parágrafos Inacabados (Raquel Vasconcelos)
O meu sofá amarelo (Alex Gandum)
Persuacção - o blog (Paulo Moura)
Queridas Bibliotecas (José Fanha)
Raims's blog
Relógio de Pêndulo (Herético)
Risocordeluz (Risoleta)
Rui Zink versos livros
Repensando (sei lá...)
sombrasdemim (Clarinda Galante)
Tábua de Marés (Márcia Maia)
Valquírias (Francília Pinheiro)
Vida de Vidro
WebClub (Wind)

Correntes de Ver:
desenhos do dia (João Catarino)
Esboço a Vários Traços

Correntes Auspiciosas:
ABC dos Miúdos
Manifesto-me
Netescrita
Provérbios

Correntes Favoráveis
A P(h)oda das Árvores Ornamentais
Atento (Manuel Gomes)
A Paixão do Cinema
A Razão Tem Sempre Cliente
A Verdade da Mentira
Bettips
Blog do Cagalhoum
Cadeira do Poder
CoeXist (Golfinho)
Congeminações
Crónica De Uma Boa Malandra
Desabafos - Casos Reais
Diário De Um Pintelho
Editorial
Escape da vida...
Espectacológica
Eu e os outros...
Eu sei que vou te amar
Fundação ACPPD
Grilinha
Há vida em Markl
Hammer, SA
Horas Negras
Intervalos (sei lá...)
João Tilly
Lobices
Luminescências
Murcon (de JMVaz)
Nada Ao Acaso
NimbyPolis (Nilson)
O Blog do Alex
O Bosque da Robina
O Jumento
(O Vento Lá Fora)
Outsider (Annie Hall)
Prozacland
O Souselense
O Vizinho
Palavras em Férias
Pastel de Nata (Nuno)
Peciscas
Pelos olhos de Caterina
Primeira Experiência
Publicus
Puta De Vida... Ou Nem Tanto
Santa Cita
The Braganzzzza Mothers
Titas on line
Titas on line 3
Senda Doce
TheOldMan
Traduzir-se... Será Arte?
Um pouco de tudo (Claudia)
Ventosga (João Veiga)
Voz Oblíqua (Rakel)
Zero de Conduta
Zurugoa (bandido original)

Corrente de Escritas:
A Arquitectura das Palavras (Lupus Signatus)
Além de mim (Dulce)
Ana Luar
Anukis
Arde o Azul (Maat)
Ao Longe Os Barcos De Flores (Amélia Pais)
Babushka (Friedrich)
baby lónia
Branco e Preto II (Amita)
Biscates (Circe)
blue shell
Cartas Perdidas (Alexandre Sousa)
Chez Maria (Maria Árvore)
Claque Quente
2 Dedos de Prosa e Poesia
Escarpado (Eagle)
Erotismo na Cidade
Fôlego de um homem (Fernando Tavares)
Há mais marés
Humores (Daniel Aladiah)
Insónia (Henrique Fialho)
Klepsidra (Augusto Dias)
Letras por Letras
Lua de Lobos
Lus@arte (Luí­sa)
Mandalas Poemas
Menina Marota
Novos Voos (Yardbird)
O Eco Das Palavras (Paula Raposo)
Porosidade Etérea (Inês Ramos)
O Sí­tio Do Poema (Licínia Quitério)
Odisseus
Paixão pelo Mar (Sailor Girl)
Palavras de Ursa (Margarida V.)
Palavrejando (M.P.)
Poemas E Estórias De Querer Sonhar
Poesia Portuguesa
Poetizar3 (Alexandre Beanes)
Serena Lua (Aziluth)
Sombrasdemim (Maria Clarinda)
Sopa de Nabos (Firmino Mendes)
T. 4 You (Afrodite)
Uma Cigarra Na Paisagem (Gisela Cañamero)
Xanax (Susanagar)

A Poesia Nos Blogs - equipagem:
A luz do voo (Maria do Céu Costa)
A Páginas Tantas (Raquel)
ante & post
As Causas da Júlia
Cí­rculo de Poesia
Confessionário do Dilbert
Desfolhada (Betty)
Estranhos Dias e Corpo do Delito (TMara)
Extranumerário (GNM)
Fantasias (Teresa David)
Fata Morgana... ou o claro obscuro
Jorge Moreira
MisteriousSpirit (Sofia)
Passionatta (Sandra Feliciano)
Peças soltas de um puzzle
Poemas de Trazer por Casa e Outras Estórias - Parte III
Poesia Viva (Isabel e José António)
Poeta Salutor (J.T. Parreira)
Que bem cheira a maresia (Mar Revolto-Lina)
Sais Minerais (Alexandre)
Silver Soul
Sombra do Deserto (Rui)

Navegações com olhos de ver:
Em linha recta (lmatta)
Fotoescrita
gang00's PhotoBlog
Nitrogénio
Objectiva 3
Pontos-de-Vista
Rain-Maker
O blog da Pimentinha (M.P.)
Passo a Passo
Portfólio Fotográfico (Lia)
Words (Wind)

Já navegámos juntos...
Aliciante (Mad)
A Rádio em Portugal (Jorge G. Silva)
Atalhos e Atilhos
Cu bem bom
Encandescente
Geosapiens
Incomensurável
Isso Agora...
Letras com Garfos (Orlando)
Luz & Sombra
Pandora's Box
Pés Quentinhos
Praça da República em Beja (nikonman)
SirHaiva
Testar a vida
Tuna Meliches

Correntes de Consulta:
Abrupto
A Lâmpada Mágica
Aviz
Blogopédia...
Bloguítica
Contra a Corrente
Contra a Corrente
Conversas de Merda
Cravo e Canela
Do Portugal Profundo
Inépcia
Médico explica medicina a intelectuais
Oficina das Ideias
Portugal No Seu Pior
Professorices
República Digital
Retórica e Persuasão
Ser Português (Ter Que)
You've Got Mail

Correntes interrompidas:
A Nau Catrineta (zecadanau)
Aroma de Mulher (Analluar)
A Voz do Fado!
blog d'apontamentos (Luí­s Ene)
Catedral (ognid)
Cidadão do Mundo
Conversas de Xaxa 2
CORART - Associação de Artesanato de Coruche
Cumplicidades (Maria Branco)
Flecha
Fraternidades (Fernando B.)
Ilha dos Mutuns(Batista Filho)
Histórias do mundo (Clara e Miguel)
Lazuli (Fernanda Guadalupe)
luz.de.tecto (o5elemento)
Letras ao Acaso
Madrigal - blog de poesia
Mulher dos 50 aos 60 (Lique)
O Mirmidão
O soldadinho de chumbo
Palavras de Algodão (Cris)
podiamsermais (Carlos Feio)
Poemas de Manuel Filipe
Porquinho da Índia (Bertus)
Um Conto à Quinta
Xis Temas (António San)

noites com poemas