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mundo
Todas as coisas têm o seu mistério
e a poesia
é o mistério de todas as coisas

Federico García Lorca

Sendo este um BLOG DE MARÉS, a inconstância delas reflectirá a intranquilidade do mundo.
Ficar-nos-á este imperativo de respirar o ar em grandes golfadas.
junho 30, 2012

quotidiano delirante (14)- ai se ele cai...


Passeando por Monchique, depara-se-nos esta placa, junto a uma passadeira para peões... Ora, aí fica uma interpretação possível: 

- sítio de Monchique onde se deve passar rasteiras a deficientes... 

Como, ainda para mais, a rua não tem passeio, podemos imaginar que se trata de mais um modo inovador e oficial de abater despesas supérfluas. Tudo, claro sob o olhar tutelar da Igreja, da História e, presuma-se, com observatório para os interessados assistirem ao espectáculo.  

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Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 10:53


junho 26, 2012

na Comuna, com o Oeiras Verde

Sábado à tarde, ainda que num período do dia pouco auspicioso para grandes devaneios poéticos em particular, ou mesmo artísticos em geral, rumámos ainda assim à Comuna... e se o calor, por fim, se tornou avassalador na rua, não faltou o calor humano que se procurava, no interior.


- a nossa «fotógrafa de serviço», Lourdes Calmeiro, e a maestrina do Oeiras Verde, Ana Patacho


- o grupo, em plena actuação passando por grandes nomes da poesia lusófona.

Oeiras Verde foram, nesta sessão e da esquerda para a direita: Filomena Vale, Luzia Pinto da Costa, Jorge Castro, Ana Patacho, Magnólia Filipe e Lurdes Pereira


 ...e, aos poucos, os amigos lá foram aparecendo. E a verdade é que esta nossa pequena voz até terá chegado ao Instituto Camões, na Escócia. As tais malhas que a poesia também tece...



- O meu momento a solo, ensaiando os grandes temas, contribuindo para que se possa manter a chama de ser a poesia uma arma carregada de futuro


- João Sobral, com a sua claríssima voz, aventurando-se a meio da tarde no fado, com letras dos grandes poetas


- Isabel Hayden, cantando música popular portuguesa acompanhada por Pedro Faro e Luís Faro.

E, assim, aconteceu!

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junho 22, 2012

convite
poemas na Comuna (em Lisboa), com Oeiras Verde

Já amanhã, dia 23 (sábado), pelas 17h30, ali na Comuna - Teatro de Pesquisa (Praça de Espanha - Lisboa) irei, com o Oeiras Verde, aos poemas. Braçados deles, ditos a vozes várias, colorações diversas em busca do que importa mais na vida.

Será uma verdadeira equipa e jogaremos, seguramente, sem árbitros que empecilhem a jornada.

Como sempre, a vossa presença é imprescindível. E têm sempre lugar reservado.

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Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 23:45


junho 16, 2012

Deana Barroqueiro
e os corsários dos sete mares
nas noites com poemas

Destino incerto, de coordenadas variáveis, em périplo e navegações por vidas percorridas ao sabor (e ao saber) dos sete mares e das sete partidas do mundo, esta a expectativa sobre a sessão das Noites com Poemas que contou, como convidada, com Deana Barroqueiro, escritora e investigadora, sendo que, neste caso, a ordem dos factores não é arbitrária, mas antes o corolário lógico da interacção entre o acto de escrever e a infindável pesquisa de quem pretende dar a cada romance o primado do rigor histórico.  


Foram dadas as boas vindas da praxe a toda a equipagem, introduzindo convidada e tema da sessão...


... com o apoio de Carlos Peres Feio que promoveu uma sucinta quanto amável apresentação de Deana Barroqueiro


Logo mais, partimos em viagem pelos sete mares...


... conduzidos através do empolgamento de quem cumpre uma missão, determinada e plenamente consciente do objectivo a que se propôs. Ainda que não menos consciente das vicissitudes da jornada. 


Deana Barroqueiro, vivíssima e inquieta, comunicadora eficaz e convincente, trouxe-nos alguns pedaços do mundo que calcorreou para sustentação da sua obra, partilhando saberes e momentos saborosos... 


... que teve artes de descortinar no seu afã de entender e dar a conhecer a pegada de gesta portuguesa dos Descobrimentos, mormente durante o reinado de Dom João II, em conhecimentos que sedimenta numa já extensa obra publicada.


A sala, como sempre, bem composta e participada... 


... colheu com inegável interesse as histórias da História que a autora nos ia fazendo chegar... 


... revelando-se o tempo por demais escasso para um tão imenso manancial de conhecimentos.


Por fim, dispôs-se a nossa convidada a trocar impressões com quem pretendesse esclarecer uma situação ou uma dúvida...


... ao que, também como sempre, houve quem aproveitasse bem tal disponibilidade.


Concluída a primeira parte e dando direito a um tempo de respiração devido a quem tanto se esforçara, dando de si muito para além do que poderíamos esperar...


... foi por mim aberta a sessão de poemas, momento em que tentamos sempre retribuir a cada convidado a dádiva que acabámos de receber.  E, até ver, creio poder assegurar que essa retribuição tem colhido bom sucesso. 

- Mário Piçarra

- Jograis do Atlântico (Edite Gil e Francisco Félix Machado)

- Maria Maya

- David Zink

- Eduardo Martins

- Francisco José Lampreia

- Ana Freitas


- João Baptista Coelho

- Carlos Peres Feio

- David José Silva

- Rosário Freitas

- Ana Freitas (... também)

- Jorge Castro

- Maria João

- Emília Azevedo


Estendida a noite, entrávamos bem pela madrugada dentro quando chegou o momento de convívio aberto e de autógrafos...




... que, afinal, também nos torna mais próximos - a actuantes - muito para além da mera e despersonalizada formalidade de ocasião.

Alguém me contradirá se vos disser que se tratou de mais uma sessão memorável, para gáudio de todos?

- Fotografias de Lourdes Calmeiro

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Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 12:43


junho 13, 2012



Os Corsários dos Sete Mares, eis o estimulante tema que nos propõe Deana Barroqueiro, a nossa convidada para a sessão de 15 de Junho de 2012 (sexta-feira), pela 21h30, como sempre na Biblioteca Municipal de Cascais - São Domingos de Rana.

Odisseia marítima dos aventureiros que, ultrapassando a dimensão de portugueses, desfizeram mitos e se fizeram História de inúmeras nações que os mares banharam: Bartolomeu Dias, Pêro da Covilhã, Fernão Mendes Pinto, Martim Afonso de Sousa e tantos outros. De tanto se propõe, então, a autora falar-nos, contando as histórias de que a História se faz. 

Sobre a própria, vos proponho eu uma visita ao seu espaço: http://deanabarroqueiro.blogspot.pt/, de onde respiguei o que se segue: 

DEANA BARROQUEIRO é autora de numerosos romances inspirados em conhecidos personagens da História. A sua pesquisa minuciosa leva-a a recriar com riqueza de pormenores os ambientes onde se passam as histórias, fazendo com que seus leitores viajem no tempo e no espaço e vejam o mesmo que o aventureiro viu, observem a estranheza dos lugares e costumes, sofram a mesma surpresa e o medo dos heróis, ouçam os mesmos sons, cheirem e saboreiem as mesmas iguarias...

Quanto a obra feita, sugiro uma espreitadela aqui: http://pt.wikipedia.org/wiki/Deana_Barroqueiro.

O convite está feito. Uma vez mais, creio poder assegurar-vos um momento bem passado, um encontro de afectos, um tempo de reflexão e conhecimento. 

De todos espero, como sempre, o peito aberto à poesia, essa de que a Vida (sim, essa mesma, com maiúscula!) se faz. 

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Afixado por: Jorge Castro (OrCa) / 01:00


junho 10, 2012

fotografando o dia (167)


o som do batente ecoa na casa vazia
na pintura ressequida
na madeira coberta de desencanto

mas resta por ali uma harmonia
que nos chega de uma história já esquecida
onde coube tanta vez o riso e o pranto  



- fotografia e poema de Jorge Castro

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junho 05, 2012

não sei por onde vou, mas sei que não vou por aí...

José Régio e o seu Cântico Negro são referências que me ocorrem ao olhar para a linha evolutiva de Portugal, de há uma trintena de anos a esta parte, cruzando essa observação com as discursetas que nos chegam do poder e dos poderosos e com a realidade que apuro de uma imensidão de testemunhos directos daquilo que poderia chamar-se de «amargura de viver».

Entretanto, o circo. Ele são os concertos inundados de futilidades, os futebóis que continuam a «arrastar multidões» - ainda que mal se apure para onde é que elas estão a ser empurradas – e os seus rios inesgotáveis de dinheiros públicos, os bancos alimentares contra a fome e em favor dos possidentes, as galas do espavento em favor dos possidónios, que nos são impingidos entre profundos decotes e não menos profunda vacuidade.

A par disto, a falta do pão, a miséria do estado para onde se está a levar o ensino público, a saúde pública e tudo que é público, afinal, perante um quase pasmo alheamento dos cidadãos.

E quando, por fim, uma reacção surge – veja-se como exemplo a luta dos professores contra as Marias de Lurdes Rodrigues do nosso descontentamento -, logo ela se torna inconsequente e esvaziada de conteúdo perante a falta de apoio sustentado por organismos de cariz social que sejam capazes de desfraldar a bandeira da cidadania, de modo um pouco mais consequente, mais parecendo que somos todos um rebanho ordeiro e acarneirado, felizes por termos os cães que temos e que nos mordem os artelhos para nos manter no redil, por mais virtual que este seja.

Logo mais, ao descobrirmos que os cães são, afinal, lobos, chacais ou hienas, damos tudo de barato à conta da desgraça do destino no tom dolente de algum fado.

Traímos uma geração e hipotecámos o futuro com a ligeireza, insensibilidade e violência de um gang mafioso; permitimos que o Estado – que somos nós! – seja o principal mentor e factor da mais despudorada, vil e criminosa desregulamentação de todo o «estado de direito» em que alegadamente vivemos, do «estado democrático» que alegadamente constituímos, onde direito e democracia são meras palavras esvaziadas de conteúdo na rudeza clara e bruta do dia-a-dia.

Abandonámos os nossos velhos, condenando-os ao martírio da solidão e da exclusão social – e carpimos hipócritas lágrimas de crocodilo por isso –, expulsámos os nossos jovens com o paleio reles e desconsiderado da «busca das novas oportunidades» em solo estrangeiro, numa invocada nova gesta da diáspora, mas agora sem caravelas; zurzimos a «classe média» - leia-se o trabalhador por conta de outrem, os poucos que ainda têm algo a perder – com a mais abjecta subversão das regras laborais, em particular, e sociais, em geral.

Alinhamos em todo esse circo, impávidos e colaborantes activos, já nem sequer exercendo o direito ao voto pois, como sempre se prova, não vale a pena e atrás de nós virá quem de nós bons fará.

Estarão, estaremos a transformar-nos num povo de canalhas?

Olhando para o futuro e a não ser que desponte uma vaga emergente da turba dos indignados, dos precários, dos desempregados que seja capaz de varrer este lixo em que nos vamos atascando, desespero-me para encontrar sinais de sobrevivência…

Nota de rodapé e desabafo – Não cultivo nem gosto, por hábito, do pessimismo, até por atitude filosófica de vida. Mas há momentos em que essa vida nos dói, porra! E nem só o humor ou a ironia podem ou devem esgotar o nosso espírito crítico.

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